Slow Is Possible

Música, Jazz
Slow Is Possible
©DR

Afirmar que o álbum de estreia, homónimo, dos foi um dos melhores discos portugueses de jazz de 2015 poderá suscitar contestação, não tanto pela excelência da música como pela sua inclusão no “jazz”. Quem deste tenha um entendimento restrito terá reticências em nele admitir esta mescla de música de câmara, música para cinema (na variante mais meditativa) e post-rock; os outros limitar-se-ão a desfrutar, sem querer saber de rótulos. A formação que se apresenta na Seixal é muito similar à que registou Slow Is Possible para a JACC Records e alinha Bruno Figueira (sax), André Pontífice (violoncelo), João Clemente (guitarra), Nuno Santos Dias (piano), Ricardo Sousa (baixo e contrabaixo) e Duarte Fonseca (bateria). Anuncia-se para breve o opus 2 da banda, Moonwatchers, agora com a vantagem da projecção internacional da editora Clean Feed.

Por José Carlos Fernandes

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