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The Cure na MEO Arena

Os britânicos The Cure são uma instituição pop com quatro décadas de carreira e canções memoráveis. Terça-feira dão um concerto em Lisboa, na MEO Arena. E gostávamos de ouvir estas dez canções ao vivo.

Apesar de terem lançado o primeiro single em 1978, The Cure nunca se separaram. Correcção: nunca deixaram de existir. Robert Smith é o único membro que se manteve constante ao longo da história da banda, mas isso pouco importa aos fãs. Quatro décadas passadas sobre o primeiro ensaio, os britânicos são uma instituição pop capaz de encher arenas em todo o mundo, com uma série de canções notáveis.

Terça-feira dão um concerto em Lisboa, na MEO Arena e, em jeito de preparação, escolhemos dez canções de The Cure que gostávamos de ouvir – mas, nalguns casos, sabemos que não vamos ter sorte.

The Cure na MEO Arena

"10.15 Saturday Night"

É uma das primeiras canções de The Cure – Robert Smith tinha apenas 16 anos quando a escreveu. No entanto foi suficiente para garantir à banda o seu primeiro contacto discográfico. Percebe-se porquê: é um monumento pós-punk que se mantém firme passados quase 40 anos.

"Jumping Someone Else's Train"

É outro dos primeiros singles do grupo e isso nota-se. Três minutos de pós-punk tenso, com o fogo da juventude. Ficou de fora do álbum de estreia, editado em 79, mas foi incluído no primeiro disco americano, passado menos de um ano.

"Lovesong"

Disintegration é, pelo menos, o segundo melhor disco de The Cure – se não mesmo o melhor. E isso deve-se a canções como esta “Lovesong”, uma declaração de amor que mais se parece com uma elegia.

"A Forest"

Esta canção negra e atmosférica é uma das mais icónicas (e tocadas) da banda. Incluída no segundo álbum, Seventeen Seconds (1980), já foi interpretada ao vivo mais de mil vezes. É quase garantido que a vão tocar na MEO Arena.

"Pictures of You"

Mais um single de Disintegration. Uma canção pop gótica, arrastada e sintética, com mais de sete minutos mas que ainda assim conseguiu entrar para os tops.

"In Between Days"

A canção pop mais bem conseguida e equilibrada do grupo. Com uma das melodias mais luminosas do repertório dos ingleses, que contrasta com o pesar estampado nas letras.

"Charlotte Sometimes"

Com um título e letras tiradas directamente do livro Charlotte Sometimes, de Penelope Farmer, é uma das canções de The Cure com lugar garantido em qualquer compilação de rock gótico.

"The Same Deep Water As You"

Um épico de quase dez minutos, glaciário e espaçoso, com as guitarras sepulcrais e os teclados atmosféricos a dividirem o protagonismo com a voz pesante de Robert Smith.

"Just Like Heaven"

É uma daquelas canções que quase toda a gente reconhece. Um single pop pegadiço e doce como alcaçuz que foi determinante para fazer de The Cure uma banda de estádio.



"Primary"

Uma malha pós-punk tensa, com dois baixos e uma bateria, que não esconde a influência dos Joy Division (Robert Smith chegou mesmo a dedicá-la a Ian Curtis).

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