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Cidadãos pedem “transformação urgente” de área junto a liceu em Alvalade

Munícipes consideram espaço em frente a Escola Secundária Rainha Dona Leonor “subaproveitado, exposto ao calor extremo no Verão e pouco convidativo à mobilidade activa”.

Rute Barbedo
Escrito por
Rute Barbedo
Jornalista
Maquete apresentada pelos Vizinhos de Alvalade
DR | Maquete apresentada pelos Vizinhos de Alvalade
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Em frente à Escola Secundária Rainha Dona Leonor, a Rua Maria Amália Vaz de Carvalho, em Alvalade, há um passeio largo, espaçoso, sem uma única árvore ou banco. Visto a olho nu, a crítica poderia ser imediata e repetida nos cafés, mas um grupo de cidadãos, através do núcleo de Vizinhos de Alvalade da associação Vizinhos em Lisboa, sugere à Câmara Municipal de Lisboa (CML) uma "transformação urgente" do espaço público naquele eixo.

"Hoje, este espaço é subaproveitado, exposto ao calor extremo no Verão e pouco convidativo à mobilidade activa. Com as alterações climáticas a intensificarem ondas de calor e a comprometerem a qualidade de vida urbana, não podemos continuar a desperdiçar oportunidades de criar espaços frescos, verdes e seguros para todos", defendem, em comunicado. Assim, numa subscrição pública enviada à CML e à Junta de Freguesia de Alvalade propõem medidas como a plantação de árvores e de vegetação com baixo consumo de água, a instalação de mobiliário urbano como bancos e bebedouros, a criação de uma "ciclovia segura e contínua" e a garantia de espaço pedonal livre e acessível a todos. 

Rua Maria Amália Vaz de Carvalho, Alvalade

A intervenção pedida, defendem, "não é apenas estética", mas "uma resposta concreta à crise climática, um incentivo à mobilidade sustentável e um investimento na saúde e bem-estar de quem vive e estuda em Alvalade".

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