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Estado atribui um milhão de euros para “arte pela democracia”

A Direcção-Geral das Artes vai voltar a abrir um programa de apoio a projectos artísticos que contribuam para a reflexão sobre a relevância do 25 de Abril.

Raquel Dias da Silva
Jornalista, Time Out Lisboa
45 anos do 25 de abril
DR
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O programa de apoio “Arte pela Democracia” nasceu em 2023, pelas mãos da Direcção-Geral das Artes e da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril de 1974. A segunda edição está prestes a arrancar, com a abertura de um novo concurso, que vai atribuir novamente um milhão de euros a projectos de artes visuais, artes performativas, artes de ruas e cruzamento disciplinar que promovam a democracia.

As Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril tiveram início em Março de 2022 e vão decorrer até 2026. No ano passado, no âmbito da primeira edição do concurso “Arte pela Democracia”, foram seleccionados um total de 45 projectos (22 dos quais na Área Metropolitana de Lisboa), para os quais também já estava disponível uma dotação orçamental de um milhão de euros.

“Diversas formas de expressão e intervenção artística têm, à escala nacional, permitido promover a discussão, a inclusão e a pluralidade de intervenientes e espectadores, fomentando a interacção entre gerações. Observamos essa dinâmica em todas as iniciativas apoiadas pela edição de 2023 desta linha concursal, que estão já a ser apresentadas por todo o país, e estou certa de que o observaremos com os projectos vencedores da edição de 2024”, diz a comissária Maria Inácia Rezola, da Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, citada em comunicado.

Segundo uma nota sobre o teor do aviso de abertura, os apoios a conceder destinam-se a projectos de artes visuais, artes performativas e artes de rua e cruzamento disciplinar, cujas actividades públicas sejam desenvolvidas maioritariamente em território nacional e possam ser executadas até ao limite de 18 meses, no período compreendido entre 1 de Julho de 2024 e 31 de Dezembro de 2025.

Há ainda uma série de objectivos de interesse cultural e outros mais específicos que devem ser cumpridos. A qualidade, relevância artística e a adequação da equipa são por isso os principais critérios de apreciação a ser avaliados. Para mais informações, basta consultar as informações disponibilizadas pela Direcção-Geral das Artes para que as entidades interessadas se possam preparar para a apresentação de candidaturas.

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