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Noma: é um dos melhores restaurantes do mundo e vai servir vinhos e hambúrgueres

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Pelo menos até Junho, o restaurante dinamarquês vai transformar-se num wine bar e hamburgueria. Sem reservas e com take-away. É assim o novo Noma de René Redzepi.

Até há uns meses, conseguir uma mesa no Noma, em Copenhaga, considerado um dos melhores restaurantes do mundo, era complicado. Uma refeição obrigava, antes de mais, a uma reserva pré-paga, que no total rondaria os 350€ por pessoa. Consoante as estações do ano, a carta mudava. Ora tanto explorava o marisco escandinavo como dava a conhecer o mundo das plantas e como as trazer para a alta cozinha – não esquecendo a época de caça. E, de repente, chegou a pandemia.

Por todo o mundo, desde os mais conhecidos, chefiados por grandes nomes da cozinha, aos pequenos restaurantes de bairro, estes negócios viram-se obrigados a parar sem saber quando voltariam a reabrir. Na próxima quinta-feira (21), o Noma será um dos restaurantes que, lentamente, tenta reerguer-se e retoma a sua actividade. Mas não o fará da mesma forma. Pelo menos por agora.

Copos de vinho e hambúrgueres na esplanada exterior – é esta a carta pensada pelo chef René Redzepi. Na sua conta de Instagram, o chef que revolucionou a indústria e internacionalizou a nova cozinha nórdica, disse querer estar “aberto a todos”. “Iremos transformarmo-nos num wine bar e hamburgueria, sem reservas. Temos de nos curar”, escreveu. A ideia é que os locais, muitos dos quais nunca tiveram oportunidade de provar a sua cozinha, o façam a um preço convidativo.

Na carta só haverá duas opções de hambúrguer (cheeseburguer ou vegetariano), para comer na esplanada ou para levar, com preços a rondar os 16 e os 20€. O pão a acompanhar será da Gasoline Grill, uma hamburgueria dinamarquesa, eleita das melhores do mundo. O hambúrguer será feita com carne bavette maturada, queijo cheddar, cebola roxa e maionese de picles caseira. A versão vegetariana será feita com quinoa, tempeh e uma mistura de fermentados.

Não é a primeira vez que Redzepi reinventa o restaurante. Há três anos, o Noma mudou-se de um armazém para um espaço no centro da cidade, com três estufas e uma adega de fermentação. Ficou conhecido como Noma 2.0. O fine dining do restaurante, de acordo com o Los Angeles Times, só deverá regressar em Julho. Este interregno irá permitir que a equipa se prepare para todos os procedimentos a que a pandemia agora obriga.

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