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O Lisb-On regressa esta sexta-feira para três dias de electrónica no Parque Eduardo VII

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O Lisb-On – Jardim Sonoro regressa a um recanto do Parque Eduardo VII entre sexta-feira e domingo. São três dias de electrónica com nomes especiais como Róisín Murphy, Masters At Work, Carl Craig e Dixon B2B Solomun.

Está na hora de voltar à cidade e regar as plantas do jardim sonoro mais conhecido de Lisboa. É a 6.ª edição do Lisb-On, um festival de electrónica que cada vez mais é sinónimo de rentrée, com 15 mil “jardineiros” esperados.

“A localização ideal, um jardim idílico no centro da cidade, e a experiência urbana do festival, assente num conceito que pretende trazer a festa para a luz do dia, ajudou o Lisb-On a distinguir-se e a desenvolver uma personalidade própria em que a diversidade e qualidade da programação musical são palavras de ordem”, diz a organização.

Ainda com sabor a férias, o evento acontece entre sexta e domingo, das 14.00 à 01.00, no Parque Eduardo VII, e pode ser, também palavras da organização, “a festa mais cool da capital”. É observar o cartaz e tirar conclusões.

Em 2014, o festival instalou-se pela primeira vez no parque com Carl Craig como cabeça de cartaz. Este ano, o mestre do techno está de volta para o arranque da jardinagem, na sexta-feira, mas não vem sozinho. A ele, juntam-se outros nomes da electrónica de Detroit, para mostrar o “Detroit Love”, assim lhe chamam, com o produtor de house Moodymann e a dupla Octave One, responsável pelo hit de 2002 “Black Water”.

Neste primeiro dia, dividem as atenções com o alemão Marcel Dettmann, um dos maiores produtores de techno contemporâneo e habitué do Berghain, em Berlim, que ainda em Julho esteve no Lux.

O segundo dia, talvez o mais aguardado do festival, traz “o melhor de dois mundos”, assim o prometem. É um back to back de Dixon e Solomun com quatro horas de set, a partir das 21.00, onde se funde “o bucolismo e a descontração de Ibiza com as linhas mais brutas e industriais de Berlim”.

No mesmo dia, os produtores nova-iorquinos Masters At Work (“Little” Louie Vega e Kenny Dope), que ganharam fama com as suas remixes de house dos anos 90, regressam a Lisboa depois de uma passagem pelo Rock In Rio em 2012. A seguir, têm apenas duas datas na agenda, uma em Nova Iorque e outra no Japão.

Já o domingo, continua sagrado com o português DJ Vibe a juntar-se ao produtor de Chicago Jamie Principle. A rainha do dia será Róisín Murphy, ex-vocalista dos Moloko, a apresentar-se às 19.45 com o seu projecto a solo, uma mistura de pop, house e disco.

Os Horse Meat Disco encerram o festival e transportam a sua festa queer para o relvado, como se estivéssemos num clube londrino.

Além dos grandes nomes internacionais e deste “reencontro com heróis”, a premissa do festival é também “revelar promessas” nacionais, com uma longa lista de DJs e produtores.

O festival, com bilhetes diários e passes de três dias, volta a doar uma percentagem dos seus lucros à Casa dos Animais de Lisboa (o ano passado foram mais de 11 mil euros, dizem).

Os miúdos são bem-vindos (desde que entrem acompanhados pelos pais) e até aos 14 anos não pagam bilhete. Há copos reutilizáveis e um sistema de pagamento com cartões e pulseiras recarregáveis.

De sexta a domingo, no Parque Eduardo VII. Passe de três dias a 70€. Bilhete diário de sexta e domingo a 35€, sábado 40€. + info em lisb-on.pt

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