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Quem Toca Seus Males Espanta: esta iniciativa convida a fazer a festa com instrumentos domésticos

A performance final está entregue a algumas figuras públicas, mas o convite estende-se a todos os que estão em casa com vontade de bater panelas.

Por
Francisca Dias Real
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Quem disse que a festa de fim de ano não se faz em casa com os instrumentos caseiros? Para celebrar a efeméride, a EGEAC lança a iniciativa Quem Toca Seus Males Espanta que vai culminar numa performance online com instrumentos domésticos no dia 31, com nomes como João Baião, Catarina Furtado ou Filomena Cautela. A entidade apela também a que todos enviem vídeos a fazer música em casa para uma surpresa final.

A festa de passagem de ano quer-se diferente, sem festa da grossa nas ruas, sem brindes infinitos nem concertos até de madrugada. A pensar nisso a EGEAC, a empresa municipal que faz a gestão de alguns dos mais emblemáticos espaços culturais da cidade, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, quer marcar o ritmo da passagem para o novo ano como dantes se fazia: com panelas e colheres de pau. 

“Tocando inesperados instrumentos a partir de utensílios de cozinha e de outros objectos domésticos, num festejo inspirado na antiga tradição de bater tampas de panelas à janela para afugentar os maus espíritos do ano que passou, convidamos todos a criarem um momento musical único, a partir de suas casas”, refere a EGEAC em comunicado.

Para todos ganharem inspiração, até dia 30 de Dezembro, nas páginas de Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e da EGEAC serão partilhados pequenos vídeos com convidados especiais como Áurea, Filomena Cautela, Catarina Furtado, João Baião e Fernando Mendes. Estas figuras públicas mostram-lhe como é possível fazer música com instrumentos e utensílios que todos temos em casa, como as colheres de pau, raladores, tachos, batedores de metal, enfim, o que encontrar pela frente. 

O ritmo final será apresentado a partir das 14.00 no dia 31, com uma performance online nas redes sociais destes cinco convidados, que tiveram uma pequena ajuda do maestro Cesário Costa e do percussionista Marco Fernandes na escolha dos objectos e da possíveis harmonias que poderiam criar com eles. 

“Com colheres de pau, panelas, baldes e até frigideiras, queremos afugentar 2020 com um grande festival doméstico de música que contagie todos ao soar das doze badaladas”, pode ler-se ainda.

O desafio é, no entanto, alargado a todas as pessoas pelo que a EGEAC convida à partilha de actuações (e até dos ensaios) de todos os que estiverem em casa. A partilha pode ser feita no Facebook e Instagram Cultura na Rua ou do email info@culturanarua.pt, sendo que no fim haverá uma surpresa com todos os vídeos caseirinhos enviados.

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