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The N.º55: uma marca andrógina para todos os gostos

The N.º55: uma marca andrógina para todos os gostos

É tudo e não é nada: não tem género, não tem estação, mas tem cor, padrões fortes e personalidade. Élia Lé subiu e desceu tantas vezes os 55 degraus da casa da tia-avó quando era criança que o número lhe ficou gravado na cabeça. Há um ano e meio lançou-se no desafio de criar uma marca de roupa para homens e mulheres com personalidade e espírito criativo, como os que frequentavam o palacete da tia-avó. Chama-se The N.º55, é andrógina e está prestes a lançar uma loja online.

As peças são todas feitas à mão, maioritariamente com tecidos com padrões fortes e originais, de edição limitada e para pessoas dos 18 aos 80. É Élia que as desenha, em conjunto com Pedro Ventura, que se juntou à aventura em Maio, numa altura em que a designer ainda não sabia bem onde queria chegar com a marca.

 

Élia Lé e Pedro Ventura

 

 

Agora, têm uma presença mais forte nas redes sociais, onde a filha de Élia, Eva, faz de modelo e influencers portuguesas vestem peças-chave da The N.º55. Por enquanto os clientes principais são estrangeiros – os portugueses aderem “mas ainda temos de ultrapassar a meta do preço”, diz Pedro. A peça mais barata custa 89 euros, a mais cara chega aos 400.

A colecção, andrógina porque a equipa acredita que o futuro da moda não tem género e dá para todos, não tem propriamente uma estação, portanto o charriot que está à vista no estúdio na Lx Factory, ou nos dois pontos de venda físicos (a Show U, na Lx Factory, e a loja pop-up das Les Filles, na Praça da Alegria, até Janeiro), tanto tem blusas em tecidos leves e acetinados e kimonos com dragões como casacões de pêlo com tecido plástico transparente na parte de trás. “A primeira colecção que fizemos era sazonal, mas agora estamos a lançar peças quase mês a mês, já não faz sentido estar agarrado a uma estação”, diz Élia.

 

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