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El Clandestino

Restaurantes Chiado/Cais do Sodré
Restaurante El Clandestino
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Fotografia:Ana LuziaRestaurante El Clandestino
El Clandestino - Espaço
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©Ana Luzia

A Time Out diz

Atenção, continuamos a tentar dar-lhe a informação mais actualizada. Mas os tempos são instáveis, por isso confirme se os espaços continuam abertos.

Se a ideia era passar despercebido, então a operação falhou. Apesar de não haver ponchos nem sombreros a denunciá-lo, a verdade é que a localização deste novo restaurante – que fica mesmo ali na fronteira entre o Bairro Alto e o Príncipe Real, onde todos os dias passam milhares de pessoas – não foi a melhor para o manter na clandestinidade. Contudo, lá dentro, o contrabando acontece com sucesso.

Directos da cozinha envidraçada para as mesas de madeira pintada saem tacos, ceviches e margaritas sem pudor e à vista de toda a gente.

“Decidimos abrir este espaço porque tanto eu como os meus sócios tínhamos um interesse especial pelo México e pelo Peru. Quando surgiu a oportunidade de pormos o projecto em marcha, achámos interessante juntar a gastronomia dos dois países”, explica Salvador Sobral, um dos donos. “A música e a boa disposição são dois factores que queremos destacar neste espaço. Também tivemos uma grande preocupação com a decoração. A favela mexicana pendurada na parede e o chão do restaurante foram feitos por uma artista plástica”, conta Salvador, acrescentando que as fotografias espalhadas pelo espaço, que retratam situações quotidianas dos povos latino-americanos, são de um fotógrafo da Guatemala.

A completar o quadro, nas traseiras, foi ainda recriado um cemitério mexicano. “Eles têm um grande fascínio pelo culto dos mortos, não é? Por isso, achámos que fazia sentido”. O que também faz muito sentido é a ementa dividida em duas partes. De um lado da barricada, a representar o México, estão margaritas e cocktails com tequila (até aos 8,50€), além de tacos com lombo de novilho, especiarias e legumes (9,20€), porco com abacaxi, cebola e coentros (7,50€) ou frango com tomate, chili pasilla e manga (7,50€).

Do outro, a indicar que se entrou em território peruano, há piscos sour (até 6,50€), ceviches com peixe branco e puré de batata-doce (9€), de atum com cebolinho (9,50) e ainda de vieiras com manga, alga wakame e rebentos de acelga (13,50€).

Juntas e sem discriminações nacionalistas aparecem as sobremesas. A bomba de chocolate leva amendoim caramelizado e tequila de chocolate (5€) e no jardim de churros há churros com doce de leite, espuma de lima e terra de cogumelos (4,50). Se alguém descobre esta prova do crime...

Detalhes

Endereço Rua da Rosa, 321
Lisboa
1200-386
Contato
Horário Seg 12.00-15.00/19.00-02.00, Ter 19.30-02.00, Qua-Sáb 12.00-15.00/19.30-02.00
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