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  • Restaurantes
  • Parque das Nações
  • preço 2 de 4
  • 3/5 estrelas
  1. quanjude
    DRQuanjude
  2. O forno a lenha com tijolo do Quanjude em Lisboa
    DRO forno a lenha com tijolo do Quanjude em Lisboa
  3. Quanjude
    Fotografia: Arlindo Camacho
  4. Quanjude
    Fotografia: Arlindo Camacho
  5. Quanjude
    Fotografia: Arlindo CamachoPato à Pequim do Quanjude
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A Time Out diz

3/5 estrelas

O principal critério para avaliar um restaurante de pato à Pequim chama-se nível-de-crocância-da-pele. Ou seja, 
a avaliação faz-se em função 
do crunch que ecoa quando 
os molares apertam a capa estaladiça da ave. Ora, o nível-de-crocância deste Quanjude variou muito de refeição para refeição – e foram três.

Um pouco de contexto. Há poucas comidas chinesas tão consensuais como o pato à Pequim, e por bons motivos.
 O principal é a pele, claro, que nalguns restaurantes se serve à parte, em grandes lascas. Aqui não. Pedindo-se um pato inteiro (49€, serve três pessoas) ou apenas meio (26€, duas pessoas) a carne é laminada com a pele agarrada.

O corte acontece à vista do cliente, junto ao forno em tijolo instalado num canto da sala ampla. Só por isto já o Quanjude valeria a visita, apresentando-se como o restaurante chinês em Lisboa que mais fichas põe na confecção do prato icónico. O nome, segundo o noticiário, é um franchising da marca com sede em Pequim, onde há mais de meia dúzia deles, incluindo um colosso de sete pisos e mais de 10 mil metros quadrados.

Fora a pele, a carne deve ser suculenta e saborosa, coisa que nem sempre aconteceu aqui, revelando-se inclusive seca numa das visitas. Excelentes a canja de pato que acompanha o prato, com perfume de coentros e gengibre, tal como aliás estava boa a fritada com pimenta dos restos da carne do bicho.

A carta tem muitas outras opções, algumas da região de Sichuan, como a entremeada fina cozinhada duas vezes, um salteado clássico, aqui executado com competência. Bom também o tofu sedoso com ovos de mil anos, que tinha o defeito de vir banhado num molho de soja salgadíssimo.

Sobremesas fraquinhas, preços puxadotes (20-25€) e um serviço caótico e incomunicante.
Ou seja, pode ser uma opção se quiser comer pato, mas
 não espere altos voos.

*As críticas da Time Out dizem respeito a uma ou mais visitas feitas pelos críticos da revista, de forma anónima, à data de publicação em papel. Não nos responsabilizamos nem actualizamos informações relativas a alterações de chef, carta ou espaço. Foi assim que aconteceu.

Escrito por
Alfredo Lacerda

Detalhes

Endereço
Rua do Pólo Norte, 1.06 21 (Parque das Nações)
Lisboa
1990-265
Preço
20 a 25€
Horário
Qua-Dom 12.00-23.00
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