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Pistola y Corazon

Restaurantes, Mexicano Cais do Sodré
Escolha dos críticos
4 /5 estrelas
Huevos Rancheros do Pistola y Corazon
1/6
Fotografia: Ana Luzia
pistola y corazon, desanuio
2/6
©Arlindo CamachoPistola y Corazon
Pistola y Corazon - Huevos Rancheros
3/6
Fotografia: Arlindo Camacho
cocktail pistola y corazón
4/6
©Humberto Mouco
Pistola y corazón
5/6
©Manuel Manso
Pistola y Corazón
6/6
Fotografia: Francisco SantosPistola y Corazón

A Time Out diz

4 /5 estrelas

Atenção, continuamos a tentar dar-lhe a informação mais actualizada. Mas os tempos são instáveis, por isso confirme se os espaços continuam abertos.

A breve história de vida do Pistola y Corazon dava um filme. Um filme mexicano, claro está, com tacos e tequilhas à mistura. Eis a sinopse.

Damien Izarry, nascido e criado na fronteira entre os EUA e o México, a viver em Lisboa há oito anos, queria abrir uma taqueria. Tinha a ideia, tinha a sócia perfeita, a namorada italiana Marta Fea – arquitecta, designer e ilustradora –, mas não tinha o essencial: as receitas. Um dia, enquanto os dois olhavam para a oferta de produtos mexicanos de um supermercado, ouviram Aaron, um mexicano de sotaque carregado, refilar com a inexistência de bons produtos para confeccionar os verdadeiros tacos. Olharam para o lado, explicaram quem eram e perguntaram se ele, por acaso, não estaria interessado em abrir uma taqueria. “Sim”, disse o cozinheiro. Semanas mais tarde entrou o quarto elemento: Cesar Polo, cozinheiro mexicano, a viver em Lisboa há mais de 20 anos, que passou pelas obras no Cais do Sodré, perguntou o que ia abrir ali e, quando soube a resposta, juntou-se ao núcleo duro.

“Somos uma casa de tacos verdadeiramente mexicanos. Fazemos uma cozinha autêntica, popular, com sabor, mas simples”. As palavras são de Damien, mas podiam ser de qualquer um dos quatro. Tudo o que servem é confeccionado por Aaron e Cesar. Sejam os totopos feitos na cozinha, seja o pico de gallo, que oferecem a quem se senta, sejam as tortilhas de milho – “o milho é posto em água, descascado, misturado num molho especial”, conta Aaron –, sejam as carnes de porco, vaca e frango que podem estar mais de seis horas a assar ou as várias salsas.

Mais: “80 por cento dos produtos que usamos são mexicanos”, acrescenta. Alguns são vendidos para fora, num mercado montado no restaurante, estando as tequilhas e cervejas mexicanas incluídas na equação.

Há tacos de tinga de pollo, de bistec com chile (carne de vaca cozinhada durante sete horas), al pastor (carne de porco), e um picantíssimo de camarón, entre outras escolhas. Tudo para comer à mão, a preços que rondam os 7€, nos pratos que incluem três tacos (sempre do mesmo sabor) e três molhos.

Mas, muito importante também, têm uma carta de tequilhas puramente mexicanas (entenda-se: que dão ressaca menos dolorosa), cocktails de tequilha e mezcais (bebida feita a partir do agave, mas com menos destilações do que a tequilha).

O resultado é um restaurante-bar com muita onda e boa comida. E onde a língua que domina, na ementa e no serviço, é o espanhol. Pelo Pistola y Corazon, tudo vale a pena.

Publicado:

Detalhes

Endereço Rua da Boavista, 16
Lisboa
1200-109
Transporte Metro Cais do Sodré. BUS 714, 774
Preço Até 20€
Contato
Horário Seg 18.00-00.00, Ter-Sex 12.00-15.00/ 18.00-00.00, Sáb 18.00-00.00, Dom 19.00-00.00
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