Imperatore

Teatro

Primeira reposição da lista, a peça de Pedro Sousa Loureiro, como escrevi aqui por altura da estreia, é obra assim “entre o circo e o gabinete de horrores” onde os Pato Bravo “observam esta era através dos seus pormenores. Parece uma festa. Mas também pode ser a última ceia…”. Com música original de Mago, interpretação de Gilvanio Sousa Gigi, Margarida Cardeal, Mário André Gonçalves Oliveira, Miguel Ferreira Vidal, Nuno Gil, Pedro Sousa Loureiro, Tânia Leonardo e Vitor Silva Costa, mais, em vídeo, Fernando Pinto do Amaral, Maria João Rocha, Marta Barahona Abreu, Pedro Massena e Rita Figueiredo, Imperatore é um espectáculo-instalação que, diz o autor, “coloca ao público, movente, as questões: Quem é mais voyeur? Quem vê ou quem está a ser visto? Como se trocam estes papéis?” E é uma aparente pândega, sem dúvida com atitude, carregada por “diálogos disruptivos que nos levam atrás no tempo duplicam a nossa imagem em diferentes escalas, provocando conflitos entre figuras em velocidade turbo.”

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