1. jardim de inverno do S. Luiz
    ©DR
  2. São Luiz Teatro Municipal
    ©Alfredo Rocha

Crítica

São Luiz Teatro Municipal

4/5 estrelas
  • Teatro
  • Chiado
  • Recomendado
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A Time Out diz

Apostamos que não faz ideia da quantidade de nomes que este teatro já teve, até se fixar em São Luiz, já na década de 70 do século XX. Foi inaugurado em 22 de Maio de 1894, como Teatro Dona Amélia, à época rainha de Portugal, com um ar parisiense e cosmopolita, não fosse o projecto do arquitecto francês Louis Reynaud. Com a queda da monarquia e fuga da família real em 1910, foi rebaptizado como Teatro da República. Depois do violento incêndio de 1914, o arquitecto Tertuliano Marques reconstroi o teatro. Em 1928  foi novamente remodelado, desta vez para adaptação a cinema, passando a chamar-se São Luiz Cine, tendo estreado com a projecção do filme Metropolis de Fritz Lang. Em 1930, foi modernizado, passando a ser o primeiro cinema sonoro de Portugal.E se na década de 60 entrou em declínio, hoje é uma das mais concorridas salas de espectáculos da capital, em pleno Chiado. 

Detalhes

Endereço
Rua António Maria Cardoso, 38
Lisboa
1200-027
Transporte
Metro Baixa-Chiado. Bus 28E, 758
Horário
Seg-Dom 13.00-20.00

Novidades

Vaga Luz

Nesta criação colectiva de Bruno Caracol, Cátia Terrinca, João P. Nunes, Luís Eduardo Graça, Raquel Pedro, Ricardo Boléo e Rui Salabarda, procura-se performativamente – entre arquivos formais e informais da poeta Fiama Hasse Pais Brandão, do Grupo de Teatro Hoje e do músico Jorge Peixinho – possibilidades para uma prática teatral que Fiama afirmou. Em cena no São Luiz, até 18 de janeiro, de quarta a sábado, às 19.30, e domingo, às 16.00. O bilhete custa 12€.

Fantasia sem Abrigo

Com texto e encenação de Tiago Mateus, e direcção musical de Marcos Magalhães, este espectáculo fala-nos de uma casa sem tecto, num deserto ou numa grande metrópole, onde se inventam motivações para dar novos significados à vida, ao amor e ao medo. Em cena no São Luiz, até 18 de Janeiro, de quarta a sábado, às 20.00, e domingo, às 17.30. O bilhete custa entre 12€ e 15€.

Justiça Cega

A partir de uma perspectiva feminista interseccional, este espectáculo reflecte sobre a complexidade da justiça num mundo dominado por preconceitos. Inspirada pela tragédia de Medeia, o mito de La Llorona e um caso judicial português de filicídio, Sara de Castro propõe o questionamento da naturalização de um julgamento através do exercício da atribuição de uma voz a estas três arguidas, reinventando assim as suas narrativas. Em cena no São Luiz, até 8 de Fevereiro, de quarta a sábado, às 19.30, e domingo, às 16.00. O bilhete custa 12€.
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