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Teatro Municipal Maria Matos

  • Teatro
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
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Detalhes

Endereço
Avenida Frei Miguel Contreiras, 52
Lisboa
1700-213
Transporte
Metro Roma. BUS 727, 735, 736, 767

Novidades

O Principezinho

A célebre obra de Antoine Saint-Exupéry foi publicada em 1943, durante a guerra, quando o aviador francês, que também escrevia e ilustrava, estava exilado nos Estados Unidos. Descoberta por sucessivas gerações de leitores, tornou-se numa das histórias mais traduzidas e lidas de sempre. Agora, é possível redescobri-la no Teatro Maria Matos, numa adaptação para palco promovida pela Universal Music Portugal. Com encenação de João Duarte, O Principezinho é baseado na versão espanhola de Àngel Llácer, Manu Guix e La Perla 29, encenada pela primeira vez em 2014. Em Portugal, o espectáculo estreou-se em 2018, no Teatro da Trindade – na altura,  a direcção era de Pedro Penim, mas o elenco original mantém-se, com Paulo Vintém a interpretar o piloto perdido no deserto e Joana Brito Silva a dar corpo e voz ao rapazinho de cabelos dourados, que só quer aprender a amar a sua rosa.

Gaiteiros de Lisboa

  • Portuguesa

A tradição, felizmente, já não é o que era e os Gaiteiros de Lisboa gabam-se de ter responsabilidade no assunto. Com razão. Nos últimos 28 anos, a banda entreteve-se a redesenhar a árvore da música tradicional portuguesa, procurando-lhe a raiz na tradição oral plantada nos cancioneiros, mas sempre mais interessada em destilar o óleo essencial da planta para cozinhar coisas novas do que em preservar a espécie no canteiro. Na verdade, a sua música sempre foi de uma tradição que nunca houve. Eles próprios procuram explicar isso no texto que acompanha Bestiário (2019), o sexto álbum de estúdio da banda, o primeiro ao fim de sete anos (o anterior Avis Rara era já de 2012) e o inaugural de uma nova formação, que dos elementos originais apenas mantém Carlos Guerreiro e Luís Marinho. Na sua geografia sonora única, que cruza instrumentos de sopro tradicionais, percussões e polifonias vocais, mais uma panóplia de instrumentos inventados (entre eles, os famosos túbaros de orfeu), os Gaiteiros alargaram o campo do nosso imaginário colectivo e criaram alguma coisa absolutamente nova que reconhecemos imediatamente como nossa. E é esse experimentalismo que a todo o tempo confronta passado e inovação que os Gaiteiros prometem trazer ao palco do Maria Matos, com um alinhamento em estilo de colectânea.  

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