É o jardim. Plantado no coração de Lisboa, perfeito para ir para fora cá dentro. Foi desenhado há 163 anos (o aniversário é já a 3 de Abril) naquela assimetria cuidada dos jardins tropicais (nestes cinco hectares há figueiras-da-Austrália e araucárias-de-Cook, castanheiros-da-Índia e cedros-do-Líbano). Tem um bom parque infantil onde os miúdos se podem espojar (a qualidade do areão é inspeccionada a cada 15 dias); meia dúzia de clareiras relvadas a pedir piqueniques e tardes de sorna com um livro (pode requisitá-los na biblioteca-quiosque, das 13.00 às 17.00, fecha domingos e segundas); e uma frota de bancos (um a cada vinte passos – acredite, nós medimos) a ladear o passeio público, que é também um dos melhores circuitos de corrida da cidade. A servir de apoio, duas esplanadas. O Quiosque Gengibre da Estrela funciona das 08.00 às 20.30, é uma boa opção para pequenos-almoços bucólicos a dar migalhas aos patos-reais, embora as tostas de cabra, manjericão e tomate (4,95€) aconselhem antes um lanche; e o café restaurante Jardim da Estrela (junto à Basílica), que se aconselha para tardes de bola (ecrã gigante na esplanada) ou para trabalhar ao ar livre (wi-fi grátis).