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Calçada portuguesa. Pense rápido em três cidades (sem ser Lisboa)

Por Maria Ramos Silva
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Dia 24 de Março, o Museu do Oriente recebe a conferência "A Calçada Portuguesa pelo Mundo", pretexto para escutar as histórias de dois experientes calceteiros. E para viajar até Alemanha, Qatar, Macau e mais além.  

Falar de calçada portuguesa é pensar em Lisboa, como é também evocar acesos combates entre beleza artística e níveis de funcionalidade. Saltemos para outro passeio, com o mesmo tipo de pavimento, é verdade, mas a vários quilómetros de distância. Se não sabia fica a saber que este emblema bem português tem palmilhado o mapa inteiro, para além dos recantos óbvios, e agora é altura de falar sobre "A Calçada Portuguesa pelo Mundo". 

A 24 de Março, o Museu do Oriente recebe a conferência que parte das imagens do fotógrafo Ernesto Matos — que durante as suas viagens foi captando vestígios da presença portuguesa além-fronteiras, e inventariando estes tapetes de pedras que forram os solos de destinos na Europa, Ásia, África ou América. 

Um dos destaques deste encontro é a presença de dois calceteiros de quem se pode dizer, literalmente, que andam a partir pedra há muito tempo. Da região de Fanhões, berço de inúmeros artífices, chega o mestre Zé da Clara, que neste dia se faz acompanhar por Manuel Barbosa, que executou calçadas em Macau (onde deu formação), Alemanha, Espanha, França, e mais recentemente até no Qatar. Na foto de cima, um postal de Moçambique. Em baixo, uma paragem em Macau. 

Museu do Oriente

Av. Brasília, 

24 de Março. 18.30

Entrada livre

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