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Cornucópia. Com quantas peças se faz uma casa de teatro

Por Maria Ramos Silva
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É um doloroso obituário na vida da cidade. Mais de 40 anos depois do arranque, a companhia fundada por Luís Miguel Cintra anuncia o fim da sua actividade. A festa da despedida está marcada para este sábado, no Teatro do Bairro Alto. ÀS 16.00, serve-se um recital com entrada livre a partir de textos do poeta Guillaume Apollinaire, com a participação de actores da casa, colaboradores mais recentes, e ainda músicos como o maestro João Paulo Santos, e cantores com quem a equipa partilha laços de amizade. Com a preciosa ajuda do nosso crítico de teatro, Rui Monteiro, recuperamos em imagem algumas peças essenciais no trajecto da Cornucópia, que apresentou mais de 120 trabalhos e trabalhou mais de uma centena de autores. 

Woyzeck, de Buchner (1978)

E Não Se Pode Exterminá-lo?, de Karl Valentin (1979)

A Missão, de Heiner Müller (1992) 

Ricardo III, de William Shakespeare (1985)

 

O Construtor Solness, de Henrik Ibsen (2007)

 

Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello (2008)

 

A Cacatua Verde, de Arthur Schnitzler (2011)

 

A Varanda, de Jean Genet (2011)

 

Ai Amor Sem Pés Nem Cabeça, de vários autores (2013)

 

 

Hamlet, de William Shakespeare (2015)

 Leia aqui a entrevista com Maria Helena Serôdio, professora catedrática e investigadora do Centro de Estudos Teatrais da Faculdade de Letras de Lisboa que escreveu o livro Questionar apaixonadamente: o teatro na vida de Luís Miguel Cintra (Edição Cotovia).

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