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Hoje à noite há chuva de estrelas... Michelin

Por Vera Moura
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Chegou o dia. A 21 de Outubro, o director para as Relações Exteriores do Guia Michelin, Ángel Pardo, deixou os chefs portugueses em alvoroço ao anunciar que o número de estrelas Michelin duplicará no nosso país. Esta noite, numa cerimónia com cerca de 400 convidados em Girona, serão relevados os restaurantes em Portugal e em Espanha que ganharão uma, duas ou três estrelas. 

A festa, na propriedade dos influentes irmãos Roca (proprietários do El Celler de Can Roca, com três estrelas Michelin, o melhor restaurante do planeta em 2015 e segundo melhor em 2016), promete mudar o panorama da gastronomia portuguesa e a vida dos chefs premiados. Em Lisboa, os candidatos mais fortes são Henrique Sá Pessoa, com o restaurante Alma, Alexandre Silva, com o seu Loco, e Sergi Arola, com o Lab do Hotel Penha Longa – além de João Rodrigues, do Feitoria, e Miguel Rocha Vieira, do Fortaleza do Guincho, ambos na corrida à segunda estrela. 

José Avillez, caso único no centro da cidade com duas estrelas, graças ao Belcanto, está em Girona e publicou na sua conta de Instagram uma imagem do boneco gorducho da Michelin, com uma mensagem de apoio a Portugal, aumentando as suspeitas de que poderá trazer na bagagem mais um galardão (a primeira estrela para o Mini Bar?).

O restaurante japonês Kanazawa, para muitos (incluindo nós!) claramente estrelável, está fora do grupo de agraciados.

Em 2016, Portugal manteve 14 restaurantes no famoso guia vermelho, três dos quais com duas estrelas (Belcanto, Ocean e Villa Joya) e os restantes com uma – Bon Bon, Pedro Lemos, São Gabriel, Willie's, Henrique Leis, Il Gallo d'Oro, Casa da Calçada, Fortaleza do Guincho, The Yeatman, Feitoria e Eleven.

Vamos ver como brilha o céu logo à noite.

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