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Quatro razões para ser um Tastemaker da Time Out

Por Editores da Time Out Lisboa
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O mais exigente recrutamento da cidade está em curso. Tem até ao final deste mês para se candidatar

Fazer parte do novo esquadrão de críticos da Time Out é só para durões: alfacinhas influentes, devotos à cidade e ávidos de novidades. Aqui tem quatro razões para se juntar aos Tastemakers, os membros mais recentes da nossa família.

1. Terá a possibilidade de influenciar centenas – quem sabe milhares – de lisboetas sobre a forma como ocupam os seus tempos livres na cidade. E enquanto realiza esta espécie de quase serviço público para os bon vivants de Lisboa, está também a redescobrir a cidade com um pretexto maior. Irá andar a praticar o seu desporto favorito e terá, ao mesmo tempo, a oportunidade de conhecer imensas pessoas cara-a-cara e ampliar a sua rede de contactos. E isso, nos dias que correm, é dos investimentos mais valiosos que pode fazer com o seu tempo.

2. Está constantemente a falar das mais recentes novidades mas, como está sempre à frente dos seus amigos e a par de tudo e mais alguma coisa, ninguém o consegue acompanhar? Quase sôfrego, quer contar o que viu, conheceu, comeu e bebeu mas no grupo de Whatsapp não lhe dão grande trela? Aqui terá espaço para libertar essas emoções entaladas, essas experiências reprimidas e dar largas à sua prosa até perder o fôlego. Por isso, desapegue-se dessa necessidade de partilhar informação valiosa com quem não a valoriza.

3. Vai estar no topo da lista de convidados para todos os eventos da Time Out e terá acesso exclusivo a algumas antestreias de cinema e teatro, inaugurações, exposições e muito mais. Com o emblema de Tastemaker que aparece ao lado da sua fotografia de perfil sempre que dá uma opinião sobre algum lugar, será obviamente reconhecido, abordado e seduzido para ficar a conhecer ainda mais espaços na cidade. Está a ver o Princípio Fundamental da Dinâmica de Isaac Newton? Aquele que diz que “qualquer corpo muda o seu movimento de acordo com a força imprimida nele”? Ora, exerça a máxima nesta iniciativa e em si e vai ver que decola.

4. Terá toda a liberdade de expressão. Se detestou um restaurante a que demos cinco estrelas ou se achou o filme que o nosso crítico arrasou simplesmente brilhante, queremos ter a sua opinião – desde que fundamentada. E se não sabe, foi assim que a Time Out começou quando, em 1968, Tony Elliott decidiu investir o dinheiro que recebeu de presente de aniversário para imprimir um panfleto. A revista cresceu e afirmou-se como uma publicação contra-cultural, não conformista e de apoio às minorias, estando presente hoje em dia em 107 cidades, espalhadas por 39 países.

Posto isto, candidate-se e boa sorte.

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