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Hugo Torres, Subdirector Time Out Lisboa
Duarte Drago Hugo Torres, Subdirector Time Out Lisboa

13 razões para ler a edição de bolso da Time Out

Os tempos mudaram, mas a Time Out Lisboa continua a fazer anos. Treze! A novidade de 2020 foi a criação de uma revista digital. Estas são as razões para a ler todas as semanas.

Por Hugo Torres
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A Time Out Lisboa faz 13 anos. Um número que não é redondo, mas é um número natural, primo e um distinto membro da Sequência de Fibonacci, modelo áureo com que os leitores não matemáticos estarão familiarizados através de séries como Fringe ou The Powerpuff Girls (cof, cof, Ringo Starr). Não é um número de azar – até porque hoje é sábado. Embora surja num ano… conturbado? Intenso? Ímpar? Digamos ímpar: o 13.º aniversário surge num ano ímpar, que nos obrigou a encontrar soluções novas para necessidades antigas. Isto é, a encontrar forma de fazer chegar o melhor da cidade a quem nos lê em tempo de confinamento e resguardo. Criámos para isso uma revista digital e gratuita, reunindo de forma inédita as redacções de Lisboa e do Porto, que é publicada todas as quartas-feiras. Já lá vão 27 edições. Para assinalar esta data, damos-lhe 13 razões para continuar connosco nesta versão online da revista (enquanto não voltamos em força às bancas).

13 razões para ler a edição de bolso da Time Out

1. É grátis

Não há qualidade mais sedutora. O que é grátis tem outro apelo. Atrai, enleia, canta como as sereias. Mas aqui, ao contrário do que estas figuras mitológicos obrigaram Homero a fazer ao seu herói, na Odisseia, não vale a pena resistir. Se está amarrado a algum mastro, desamarre-se. Bastam dois dedos: aceda a www.timeout.pt às quartas-feiras e, clique!, está a navegar pela edição de bolso da Time Out Portugal. E ninguém o julgará se a quiser levar para os rochedos. Sugerimos apenas que tenha atenção para não molhar o telemóvel.

2. Cheira a novo

Se é novo, cheira a novo. Mesmo se for inodoro, como é o caso. O importante é sentir que se está diante de uma novidade – o cérebro trata do resto, recorrendo às suas próprias substâncias marotas. E esta é uma novidade-matrioska: não é que tenha influência russa, que não tem (o que já é dizer alguma coisa hoje em dia…); é porque é uma novidade com muitas outras dentro, todas agarradinhas umas às outras, página sim página sim. Desliza para a direita e lá está uma, desliza para baixo e lá está outra. E assim sucessivamente.

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3. Tem muita animação

É provável que, em 13 anos, já tenha reparado. De qualquer forma, fica escrito preto no branco: somos incapazes de resistir a um trocadilho, um duplo sentido, um jogo de palavras. Aqui está mais um: esta revista é uma animação porque é vivaça, alegre, bem-disposta; e porque o design é, bom, digamos, animado. No sentido de dar movimento a um objecto. Desafiamo-lo a procurar no seu arquivo de revistas Time Out em papel um título que salte do ecrã, ou uma imagem que faça o pino. Um único. Um! Pois é.

4. É uma edição corta-vento

As revistas em papel não têm mal algum. Pelo contrário: adoramos revistas em papel. O mesmo acontece com esplanadas. Quando estes dois amores se juntam, no entanto, pode ser um problema. Um ventinho vindo sabe-se lá de onde e as páginas começam a acenar, as letras a dizer adeus, já está um cotovelo na mesa, a chávena do café a segurar uma das pontas, o vento aperta, a chávena não resiste, vira-se o café, pinga para as calças e está o sossego estragado. Moral da história: se está vento, leia a Time Out. Aliás, como estamos no Outono, não corra riscos desnecessários e comece logo por aí.

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5. Está disponível em qualquer casa de banho

Dizemos que esta edição da revista é de bolso porque é aí que a carrega para todo o lado, por interposto smartphone. O que tem inúmeras vantagens. Entre elas, destaca-se o facto de muito dificilmente se esquecer dela largada em qualquer lado, ou de a levar consigo para todos os seus locais preferidos de leitura. Casa de banho incluída. É particularmente desagradável quando, já de calças nos tornozelos e perfeitamente instalado, se dá conta de que não se levou companhia para este momento de escatológica intimidade.

6. É uma fonte incessante

Estivemos até agora muito focados na forma porque o conteúdo é o que procuramos servir-lhe desde o primeiro instante. O que de mais interessante acontece na cidade todas as semanas. Nestas páginas digitais, abundam ideias de coisas para fazer, em casa ou na rua, em espaços interiores ou exteriores, com ou sem miúdos, de dia ou de noite, faça chuva, faça sol ou esteja um lindo arco-íris sobre as nossas cabeças. É muito, mas não é tudo. Lembre-se de que na Time Out não encontra todas as novidades. Só as melhores.

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7. Tem nota artística

Como se nota pela sequência duchampiana dos pontos acima, a Time Out percebe uma ou duas coisas sobre arte. Decidimos por isso recuperar para esta versão da revista uma secção que há algum tempo se tinha perdido na Time Out Lisboa: a Arte, precisamente. Algo que só foi possível graças a uma união de esforços sem precedente entre as redacções de Lisboa e Porto, permitindo criar a Time Out Portugal que lhe chega todas as semanas ao ecrã do seu telemóvel, tablet ou computador. Só nos falta saber jogar à bola.

8. Dá-lhe música

Talvez ainda não tenha tido oportunidade de a explorar convenientemente, mas podemos garantir-lhe sem tibiezas que a Internet é um sítio estupendo. Por exemplo: antigamente lia-se sobre um disco e ficava-se a imaginá-lo, apontando o nome do artista num papelinho resgatado da algibeira duas semanas mais tarde, numa visita à loja de discos; agora, não. Veja-se a versão digital da Time Out, que tira partido de duas invenções fenomenais, o hiperlink e o streaming, e lhe dá acesso aos discos na hora. O futuro é brilhante – e rápido!

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9. Não é um drama

Estava à espera desta referência desde o início do texto, escusa de fazer de conta. À Time Out pode faltar água, pão para a boca, mas nunca maratonistas de séries – e sabemos que precisa de uma alusão a 13 Reasons Why numa lista com este título. Ei-la. Permita-nos agora aproveitar o balanço para informar que destacamos em todas as edições dez propostas da programação televisiva daquela semana, da tradicional ao streaming, para que nunca lhe falte nada no pequeno ecrã. Nem fique sem referências pop actualizadas.

10. Põe-lhe uma cenoura à frente do nariz

Longe de nós chamarmos burros a alguém. Era o que faltava! Enxofravam-se as redes sociais e estava o caldo entornado. Vade retro! O queremos dizer é: as cenouras fazem bem aos olhos; alguma vez viram um coelho de óculos? Não, não era isto. Era: é preciso criar água na boca; uma pessoa augada move montanhas, salta, perfura, o que for. A comida é uma força poderosa. Se conhece quem continue renitente em deixar a clausura da Primavera, ponha-lhe a nossa revista à frente. Vai ver que a nossa versão favorita de imagens explícitas, vulgo food porn, ajudará a levantá-lo e a tirá-lo de casa.

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11. Promove o consumo

Durante os últimos meses, a queda a pique do consumo deixou muitos negócios em risco, ou mesmo de portas definitivamente fechadas. Como não queremos que as nossas cidades fiquem sem as suas melhores lojas e restaurantes, a edição de bolso da Time Out Portugal diz-lhe onde comer fora em segurança e onde pode tratar de fazer aquelas comprinhas básicas que lhe vão engordar o guarda-roupa ou dar novo alento à decoração de casa. Tudo enquanto dá um pequeno pontapé na crise. Pontapé a pontapé, fica a crise no papo.

12. Oferece dois por um

Não é o bom e velho Dois Por Um da Time Out, mas o espírito é o mesmo – com a diferença de que nem paga o primeiro para levar o segundo. Não paga nada para ler as novidades de Lisboa e leva de graça as novidades do Porto. É o chamado dois em linha.

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13. Tem-nos a nós

A nós como quem diz a eles, aos jornalistas da Time Out, que tanto em Lisboa como no Porto andam ora de martelo pneumático ora de luvas de pelica a conhecer a fundo as nossas cidades, para depois poderem partilhar as partes mais interessantes. Na edição de bolso da Time Out Portugal, verá que continuam frescos como uma alface no cumprimento das suas funções, apesar de às vezes ficarem vermelhos como um tomate.

13 anos Time Out Lisboa

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