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  1. Estação Fluvial Sul e Sueste
    Helena Galvão SoaresEstação Fluvial Sul e Sueste
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Estação Fluvial Sul e Sueste abre em Abril, qual Fénix renascida [fotogaleria]

Depois de décadas de exaustão ao serviço da ligação com a Margem Sul, a estação fluvial renasce com o lustro que poucos de nós terão conhecido. E com novas vistas.

Escrito por
Helena Galvão Soares
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Depois de um longuííííísimo período de dormência e degradação (décadas...), a Estação Fluvial Sul e Sueste vai voltar à vida, e em grande. A Câmara Municipal de Lisboa já anunciou que em Abril a irá reabrir, agora como espaço dedicado à actividade turística fluvial. As boas notícias são que este edifício classificado foi restaurado e está como nem nunca o vimos. 

Aproveitámos a abertura de vedações da obra e fomos ver a estação: a luz, a luz, que entra pelo tecto, e pelas portas em vidro e metal, em arco redondo, de um lado ao outro, das fachadas da terra ao rio; o chão de mármore, com padrão e molduras; e, no exterior, aqueles gradeamentos, que se desenvolvem em sombras.

Um pouco de história. Nasceu para fazer a ligação ferroviária de Lisboa ao Alentejo e ao Algarve. Daqui se partia para o Barreiro para, então, rumar de comboio para o Sul e Sueste do país – daí o nome. A estação fluvial projectada por Cottinelli Telmo foi inaugurada em 1932, rompendo com as opiniões de que o edifício deveria seguir as linhas da arquitectura pombalina circundante. Segundo o próprio, a melhor forma de prestar homenagem à arquitectura pombalina era precisamente não competir com ela, e foi isso que fez: um edifício modernista Art Déco.

  • Coisas para fazer

Pequenos grupos de pessoas à entrada das lojas, mais movimento nas ruas, convívios tímidos nas esplanadas e nos jardins, que deixaram de estar desertos. O regresso “à vida lá fora” faz-se lento, mas espera-se que a cidade volte, à semelhança do que aconteceu no Verão passado, a assumir os contornos de um novo normal. Ainda que o material de protecção, a lotação limitada, a etiqueta respiratória e o distanciamento social continuem a ser palavras-chave.

  • Arte
  • Arte urbana

Foram seis semanas de rodopio de baldes e tintas em torno do Mercado de Arroios. As cores começaram a tomar conta do chão e os desenhos do Colectivo Artístico Boa Hora Estúdio foram-se revelando à muita população que todos os dias ali passa. Agora, foram-se embora os artistas e ficou a obra. A obra e muito espaço. 

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