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Márcia Personal Organizer
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O caos vive lá em casa? Chame estes serviços de personal organizer

É verdade, existem mesmo pessoas cuja profissão passa por organizar a casa alheia. Conheça estes serviços de personal organizer

Escrito por
Francisca Dias Real
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Há sempre uma caixa cheia de tralha escondida, ou um armário caótico, ou uma gaveta de cremes e bugigangas, isto sem falar naquela caixa obscura com papelada acumulada na qual não mexemos, sensivelmente, há dois anos e meio. Pois, por mais que queira fugir deste caos, a verdade é que ele está presente em todas as casas, mais ou menos, mas está. Trazemos-lhe aqui vários serviços de personal organizer que arrumam tudo por si e ensinam como praticar o desapego. Podem ir desde o mais básico como o armário ou o closet às profundezas da despensa onde teima em atirar tudo para as prateleiras, do quarto de brinquedos à lavandaria, as possibilidades são infinitas e proporcionais à desorganização de cada um. Vá, força.

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Chame estes serviços de personal organizer

Rafaela Garcez é formada em design mas foi da arrumação que fez vida – é uma das primeiras consultoras certificadas em Portugal do método KonMari™, um processo de organização japonês desenvolvido pela famosa Marie Kondo, que se baseia na ideia de manter apenas as coisas que lhe “despertam alegria”. Rafaela bate à porta de quem quiser tornar-se num ás da organização – só precisa de se mentalizar que o desapego vai ser uma realidade. Pode simplesmente requisitar uma aula (80€) para aprender como organizar a sua casa com base no método de Marie Kondo, ou ter Rafaela consigo durante umas horas (260€) para perceber como dar a volta às gavetas. A especialista tem um pack de várias sessões para poder dar a volta, pode consultar tudo aqui, e até um curso para que se torne uma organizer profissional. 

A história de Margarida Shiroi dava um bom livro de aventuras no maravilhoso mundo da arquitectura de interiores. Trabalhou para um atelier, mas as deslocações constantes em simultâneo com a maternidade fizeram-na abrandar o ritmo – o mesmo aconteceu na chegada do segundo filho. Passou a dedicar-se a projectos em nome próprio, mais pequenos, e a ajudar na consultoria de uma imobiliária de luxo “porque conhecia os materiais, sabia explicar aos clientes o que é que eles estavam a comprar”. O ritmo alucinante em que voltou a entrar fê-la parar de novo e foi no ano passado, com o convite para reabilitar a Aldeia de S. Gregório, em Estremoz, que Margarida percebeu, ao pôr as mãos na massa que a organização era uma parte fundamental do seu trabalho, não só de objectos mas do próprio espaço. Tirou o curso de organizer, estudou mil e uma técnicas e lançou no início deste ano o In To Place, um projecto que vai do design de interiores à organização de espaços, todos eles são personalizados à medida das necessidades apresentadas. Tudo começa com uma visita técnica – que é gratuita – ao local onde vai apalpar terreno do espaço a ser intervencionado e, claro, conhecer o cliente e a sua vontade. Só a partir desta visita, que pode ser feita por videoconferência também, é que a designer parte para a construção de um orçamento dependendo das necessidades do cliente e do espaço, uma vez que pode ser apenas focado na organização ou abranger outros serviços. Sim, porque o In To Place, além de Home Organizer, tem também os serviços de Home Design, Home Styling e Home Staging que podem ser requisitados em separado ou complementados uns com os outros. 

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A organização sempre fez parte da vida de Márcia Cunha, a mulher por detrás de um negócio de personal organizer. Começou ainda em 2005 com a formação na área, mas a maternidade pôs um travão a uma vida profissional dedicada a transformar os espaços alheios – isso veio mais tarde, quando conseguiu conciliar a organização com a vida familiar. “A organização é muito mais que uma simples gaveta ou móvel arrumado, é um modo de vida que muda a forma como vemos o nosso espaço”, explica Márcia. E a verdade é que um espaço organizado pode mudar o humor e a forma como se vive a casa. Com quase três anos, o seu projecto toca nos vários cantos da casa: dá a volta à despensa, arruma a cozinha, o quarto, o closet, a lavandaria, o quarto dos miúdos, o escritório, tudo. A primeira sessão de avaliação, chamada visita técnica, tem um custo de 20€ e permite a Márcia avaliar o espaço, tirar medidas e estudar soluções para construir um orçamento personalizado – de onde depois será dedutível esse valor da visita. Além do serviço de personal organizer, cuja procura cresceu exponencialmente no confinamento, Márcia faz ainda consultoria de interiores em parelha com um arquitecto, dá formação de empregada doméstica (organização, manutenção, comportamento) e ainda opera serviços de mudança ao nível do recheio de casas, deixando tudo arrumado na nova casa. As marcações são feitas pelo Instagram ou telefone (93 116 3547).

Vai uma ajudinha?

  • Coisas para fazer

Ir do ponto A ao ponto B até seria uma tarefa perfeitamente fazível e pouco custosa caso o confinamento não nos obrigasse a ficar em casa, mas em caso de necessidade há que encontrar soluções em quem continua a trabalhar rua acima, rua abaixo. Falamos dos estafetas, essa profissão que cria uma ponte entre uma pessoa e outra com uma simples caixinha. Chame uma destas plataformas com serviços de entrega que o ajudam a levar encomendas para a morada que quiser.

  • Restaurantes

O que faz na rua costuma ser connosco mas desta vez dizemos-lhe para ficar em casa. Serviços como o Glovo, a Uber Eats ou o clássico noMENU, entre outros, entregam ao domicílio alguns dos melhores pratos da cidade, e tanto trabalham com grandes restaurantes como pequenos botecos ou mesmo cadeias fast food. Portanto, pegue no telemóvel ou sente-se ao computador e encomende a boa comida que há lá fora.

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