Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Tudo o que precisa de saber sobre o Chefs on Fire

Tudo o que precisa de saber sobre o Chefs on Fire

Chefs e músicos vão reunir-se, no domingo, à volta de uma fogueira de 90 metros na Feira de Artesanato do Estoril

Ljubomir Stanisic no Sublime Comporta
Fotografia: Manuel Manso Ljubomir Stanisic no Sublime Comporta
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Não é um festival de música, nem um festival gastronómico. A ideia de Gonçalo Castel-Branco, responsável também por outros projectos gastronómicos irreverentes, como o The Presidential, foi pôr sete chefs portugueses on fire. Em termos práticos isto significa que estes sete chefs se vão reunir em volta de uma fogueira de 90 metros na Feira Internacional de Artesanato do Estoril (FIARTIL), no domingo, para cozinhar lentamente. Isto tudo enquanto se ouve a boa música. A programação começa às 12.30, com os Buddha Power Blues, e segue com Frankie Chavez, Best Youth, Tiago Bettencourt e Salvador Sobral. O espectáculo Deixem o Pimba em Paz, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, encerrará a noite.

Mas como lançar um projecto como o Chefs on Fire numa altura em que o país está sensibilizado com fogos e fogueiras é tema controverso, a coisa não se fica pela comida, a bebida e a música. Ao longo de todo o dia (o festival vai das 12.00 às 22.00), no intervalo dos concertos, haverá um palco de responsabilidade social com várias conversas. Primeiro, sobre fogo responsável com os Bombeiros do Estoril; depois sobre cozinha neolítica com Gonçalo Cura; Nuno Oliveira falará sobre o que é isto do vinho sustentável; Nuno Lacasta sobre alterações climáticas e o fogo; e, no fim, haverá XicoGaivota, o artista que usa o plástico como matéria-prima para despertar consciências. 

Na mesma onda, durante todo o festival não vai encontrar plástico e a comida será servida em pratos japoneses de bambu e cana-de-açúcar.

Informações úteis: 
23 de Setembro, domingo, das 12.00 às 22.00 na FIARTIL, Feira Internacional de Artesanato do Estoril. O bilhete custa 55€ para adultos e 25 para crianças até aos 12 anos (5€ revertem a favor dos bombeiros do Estoril). À entrada do recinto, o bilhete é trocado por sete fichas de refeição (uma por cada chef) e três bebidas.

Recomendado: Entrevista a Gonçalo Castel-Branco: "Quero que isto seja o Burning Man da comida"

Chefs on fire: os chefs

Manuel Maldonado
©Arlindo Camacho

Manuel Maldonado

É o chef executivo deste projecto, o que significa que coordenou todos os outros chefs presentes no evento. Vai fazer uma sanduíche de burnt ends, peito de vaca em pão de batata e alface do mar. Vai usar um smoker fora da escala, construído de propósito para o evento e finalizado no fire pit.

Ljubomir Stanisic
Fotografia: Arlindo Camacho

Ljubomir Stanisic

Está em Portugal há mais de 20 anos e faz a consultoria do Terroir, o restaurante do Six Senses que segue a linha da sustentabilidade e privilegia os produtos biológicos. Enquanto não abre o 100, o novo projecto no Bairro Alto, está no pequeno ecrã aos domingos, no Pesadelo na Cozinha. Aqui vai estar de volta da fogueira.

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chef vasco coelho santos

Vasco Coelho Santos

É um dos chefs que mais tem dado que falar no Porto, com o Euskalduna Studio e o mais recente Semea by Euskalduna. Desce até Lisboa para cozinhar um peixe debaixo de terra, embrulhado em folha de bananeira, durante 12 horas.

Pedro Lemos
DR

Pedro Lemos

Eis a oportunidade para conhecer Pedro Lemos, o chef que ajudou ao céu estrelado do Porto com o seu restaurante homónimo na Foz, com menus de degustação. 

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joão rodrigues
Fotografia: Arlindo Camacho

João Rodrigues

O trabalho do chef do Feitoria, no Altis Belém, tem ido muito além dos tachos e panelas: João Rodrigues lançou o projecto Matéria, menu que serve de plataforma para dar a conhecer produtos e produtores portugueses. No Chefs on Fire, vai certamente dar contexto ao produto e contar de onde vem e como se faz tudo o que está a cozinhar.

António Galapito

António Galapito

O Prado foi a estreia de António Galapito em Lisboa – e que estreia. O nosso crítico Alfredo Lacerda deu-lhe cinco estrelas, recebeu reconhecimento do britânico The Guardian. Domingo, na FIARTIL, vai assar um leitão a baixa temperatura na enorme fogueira ao ar livre.

Crítica ao Prado: 5 estrelas

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Miguel Rocha Vieira
©Arlindo Camacho

Miguel Rocha Vieira

Vai uma vez por mês a Budapeste, onde faz a consultoria de dois restaurantes, e está a tempo inteiro a ouvir a rebentação das ondas na Fortaleza do Guincho, onde tem uma estrela Michelin e trabalha a cozinha portuguesa com inspiração marítima. Aqui o menu vai ser uma surpresa.

Tudo para aproveitar o fim do Verão

Manteigaria Silva
©Duarte Drago
Restaurantes

Os melhores sítios para comer tábuas de queijos e enchidos em Lisboa

Faça contas à vida para, ao final da tarde, poder sentar-se sossegado a relembrar a tabuada. Não se alarme se não é amigo de números porque nesta lista fala-se é das tábuas de queijos e enchidos bem carregadinhas que tão bem já deve conhecer. Afinal, uma tábua de queijos e enchidos é aquele clássico das patuscadas com amigos que nunca se deve ignorar. O melhor de tudo é que na maioria destes sítios as tábuas ainda não estão pré-definidas, portanto pode juntar o útil ao agradável: conhece um sítio novo e escolhe o que quer, só queijos, só enchidos ou uma mista para provar de tudo. 

pesca
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Restaurantes com esplanadas interiores

É preciso entrar em cada um destes restaurantes para ver a luz – a maior parte não tem uma esplanada grande e à vista de todos na frente. Têm, antes, uma espécie de jardim de Inverno, mais ou menos secreto, onde pode ter o melhor de todos os mundos: nos dias de vento, fica mais abrigado enquanto come, nos dias quentes de Verão passa aquela brisa leve, sem ficar com o cocuruto muito quente. Alguns têm-nas mais modernas, com pérgolas retrácteis, outros mais tradicionais, com oliveiras pelo meio. Vá para fora lá dentro num destes restaurantes com esplanadas interiores em Lisboa. 

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Bar do Fundo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Restaurantes de praia: comer bem a desfrutar do sol, da areia e do mar

Restaurante onde dá para ir ao banho é, muitas vezes, sinónimo de banhada, porque quem serve com boas vistas acha por vezes que o resto é paisagem, toma o cliente por garantido e pouco cuida do que serve e da qualidade do serviço. Partimos então da Ericeira a Sintra, de Cascais a Carcavelos e da Costa da Caparica à Comporta, para chegar a este roteiro de restaurantes, bares e esplanadas de praia. Sempre à beira-mar, a comer e beber o melhor que há junto à costa. Uns já se tornaram clássicos nos areais, outros são novidades frescas deste Verão. Felizmente, percebemos que são cada vez mais as excepções que contrariam esta regra.

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