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MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

  • Museus
  • Belém
  1. MAAT
    Fotografia: Arlindo Camacho
  2. Maat open day
    ©DR
  3. MAAT
    Fotografia: Arlindo Camacho
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A Time Out diz

Um projecto da Fundação EDP, o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia já está mais do que consagrado nas iniciais MAAT. As suas formas arquitectónicas marcaram o ano de 2016 na cidade, justificando frutíferas romarias à zona de Belém. Afinal, mais que não fosse, aquela estrutura assinada pela britânica Amanda Levete e o por-do-sol em fundo ficam mesmo a matar numa foto para partilhar nas redes. Claro que a visita não deve terminar aqui, recomendando-se que consulte as exposições programadas na agenda. 

Detalhes

Endereço
Central Tejo
Avenida de Brasília
Lisboa
1300-598
Transporte
BUS 714, 727, 751. Eléctrico 15
Preço
5€
Horário
Qua-Seg 10.00-19.00

Novidades

Interferências – Culturas Urbanas Emergentes

  • Exposições

Com curadoria de Carla Cardoso, António Brito Guterres e Alexandre Farto, esta exposição explora “culturas urbanas e de que forma é que elas contribuíram para o desenho da cidade de Lisboa e desta nova metrópole”. A exposição que ocupa parte do edifício do maat junta obras de mais de 30 artistas – entre nomes já firmados, como ±MaisMenos±, Wasted Rita ou Obey SKTR, e emergentes, como Petra Preta ou Fidel Évora. Cidade, cultura e liberdade são os motes desta mostra, onde convergem obras de diferentes géneros, como painéis, retratos, esculturas, instalações, filmes e videoclipes. “A exposição fala da construção da cidade desde 1974 até hoje, de uma Lisboa em democracia”, expõe António Brito Guterres. A primeira parte é dedicada ao 25 de Abril de 1974 e ao “frenesim da revolução”, seguem-se zonas que lembram as “ausências de certos corpos na cidade” e como isso a modelou até aos dias de hoje. A exposição vai ser completada com workshops, conversas, projecções e performances. Integrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, uma das actividades passa por uma reinterpretação do Painel do Mercado do Povo que irá acontecer no dia 10 de Junho numa das grandes paredes nos jardins do maat.

Naturezas Visuais – A Política e a Cultura do Ambientalismo nos Séculos XX e XXI

Esta exposição surge como uma continuação da instalação “Earth Bits - Sentir o Planeta”, exibida em 2021 e que continua patente no museu. Também aqui são utilizados dados retirados da investigação científica com apoio do programa público Clima: Emergência > Emergente, com curadoria do Colectivo Climático do maat. “A instalação resulta de um projecto de investigação de dois anos e meio cuja ideia era contextualizar como é que nós como humanos chegamos até aqui numa vertente ambiental”, partilha Beatrice Leanza, directora artística da exposição. A investigação compilou dados desde a década de 1950 até aos dias de hoje sobre a história do ambientalismo, que podem ser consultados através de uma interface desenvolvida pelo estúdio dotdotdot. A acompanhar a instalação há ainda uma Biblioteca do Clima com uma selecção de livros, desde os anos 50 até aos dias de hoje, que cobrem todos os tópicos da investigação e ainda um arquivo digital com uma ampla gama de referências.

Prisma

  • Exposições

Alexandre Farto aka Vhils inaugurou a sua primeira exposição em nome próprio no antigo Museu da Electricidade em 2014. Oito anos depois, o artista conhecido um pouco por todo o mundo pelas suas perfurações artísticas regressa ao actual maat, desta vez com uma instalação exclusivamente em vídeo. “Prisma” agrega imagens filmadas, entre 2014 e 2020, em nove locais: Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai. Apesar de todas as imagens serem referentes a um mundo pré-pandemia, o artista acredita que se mantêm actuais e permitem uma reflexão sobre a cidade e as suas rotinas. “Prisma” está disposta num formato quase labiríntico. Somos convidados a perder-nos entre os diferentes painéis onde estão a ser transmitidos os vídeos. “É tudo filmado a dois mil frames por segundo, ou seja, cada segundo está transformado num minuto e meio, o que nos permite ver a beleza do dia-a-dia que perdemos nas nossas rotinas”, partilha o artista. A experiência imersiva é completada por uma instalação sonora da responsabilidade de soundslikenuno.

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