Museu de Arte Contemporânea – Centro Cultural de Belém
© Francisco Romão Pereira

MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea/Centro Cultural de Belém

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A Time Out diz

Ao fim de 15 anos como Museu Colecção Berardo, o mesmo espaço, também conhecido como “módulo 3”, regressa à gestão do CCB, passando a chamar-se MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea/ Centro Cultural de Belém. Lá dentro, mantém-se tudo inalterado: uma viagem pelos principais movimentos artísticos dos séculos XX e XXI. A colecção estende-se por cerca de 1000 obras de mais de 500 artistas, com Marcel Duchamp, Piet Mondrian, Francis Bacon, Andy Warhol, Sol LeWitt, Fernando Botero e Andreas Gursky, entre muitos outros.

Detalhes

Endereço
MAC/CCB
Praça do Império
Lisboa
1449-003
Preço
12€/ 7€ residentes em Portugal (grátis Dom até 14.00)
Horário
Ter-Dom 10.00-18.30

Novidades

Avenida 211

Entre 2006 e 2014, um edifício da Avenida da Liberdade esteve ocupado por dezenas de artistas, músicos e diversos projectos curatoriais. Mais de uma década depois da desocupação do número 211 da Avenida da Liberdade, o MAC/CCB exibe, na forma de uma exposição, vários testemunhos e materiais dos artistas residentes, resultantes da investigação levada a cabo por Giorgia Casara e Sara de Chiara, aqui sob a lente curatorial de Nuria Enguita e Marta Mestre. Ao todo, a exposição junta mais de meia centena de projectos e autores.

Habitar Portugal

Na exposição "Habitar Portugal", a sétima de uma série que se iniciou em 2003, podemos partir de duas perguntas. Uma é: o que fez a democracia pela arquitectura? A outra inverte o ónus, questionando o que terá feito, então, a arquitectura pela democracia. Ambas serão válidas para pensar a mostra que reúne 100 obras marcantes da arquitectura em território nacional e no estrangeiro, todas assinadas por arquitectos portugueses, obedecendo a critérios como a diversidade geográfica, de tipologia ou o equilíbrio de género (dando visibilidade a arquitectas que pouco a tiveram no início do período democrático).

Lugar de Estar: o legado Burle Marx

O paisagista, activista ambiental e artista plástico brasileiro é alvo do mais recente olhar do MAC/CCB. Através de uma selecção de projectos paisagísticos, o museu apresenta o legado de Roberto Burle Marx, figura do modernismo brasileiro, em diálogo com obras de Fernanda Fragateiro, Filipe Feijão, João dos Santos Martins, Juan Araujo, Lourdes Castro e Mónica de Miranda. Um legado colectivo "que nos ajuda a reflectir sobre o direito à cidade, a sociabilidade nos espaços públicos, o papel dos jardins na construção urbana, o património das espécies botânicas e o ativismo ecológico", como se lê no descritivo da exposição.

May I Help You? Posso Ajudar?

A mais recente exposição permanente do MAC/CCB "revela a diversidade de representações, presenças e narrativas no campo artístico desde 1970 em diante, questionando a ideia de uma direcção única da história da arte." Para isso, "May I Help You? Posso Ajudar?" reúne 127 obras de arte de 80 artistas de todo o mundo, incluindo nomes nacionais, permitindo relacionar a arte portuguesa num contexto internacional.

Reflexos, Enclaves, Desvios

As esculturas de José pedro Croft ocupam o centro do espaço expositivo, mas não estão sozinhas. À volta, há gravuras, desenhos e relevos a compor a exposição individual de "um dos mais reconhecidos artistas portugueses", no piso zero do MAC/CCB. "A selecção de obras revela a investigação contínua do artista sobre temas como corpo, escala, espaço e arquitectura, e explora os limites entre plano e tridimensionalidade", lê-se no descritivo. A curadoria é de Luiz Camillo Osorio.
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