Museu de Arte Contemporânea – Centro Cultural de Belém
© Francisco Romão Pereira

MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea/Centro Cultural de Belém

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A Time Out diz

Ao fim de 15 anos como Museu Colecção Berardo, o mesmo espaço, também conhecido como “módulo 3”, regressa à gestão do CCB, passando a chamar-se MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea/ Centro Cultural de Belém. Lá dentro, mantém-se tudo inalterado: uma viagem pelos principais movimentos artísticos dos séculos XX e XXI. A colecção estende-se por cerca de 1000 obras de mais de 500 artistas, com Marcel Duchamp, Piet Mondrian, Francis Bacon, Andy Warhol, Sol LeWitt, Fernando Botero e Andreas Gursky, entre muitos outros.

Detalhes

Endereço
MAC/CCB
Praça do Império
Lisboa
1449-003
Preço
12€/ 7€ residentes em Portugal (grátis Dom até 14.00)
Horário
Ter-Dom 10.00-18.30

Novidades

Cloud of Confusion

Frida Orupabo expõe pela primeira vez em Portugal a título individual. Em "Cloud of Confusion", a artista norueguesa revisita um conjunto de imagens que tem vindo a reunir na sua conta de Instagram – "material composto por tensões entre intimidade e violência". A exposição dialoga com a arquitectura do próprio museu, ao desenhar um percurso linear de oito momentos.

May I Help You? Posso Ajudar?

A mais recente exposição permanente do MAC/CCB "revela a diversidade de representações, presenças e narrativas no campo artístico desde 1970 em diante, questionando a ideia de uma direcção única da história da arte." Para isso, "May I Help You? Posso Ajudar?" reúne 127 obras de arte de 80 artistas de todo o mundo, incluindo nomes nacionais, permitindo relacionar a arte portuguesa num contexto internacional.

Here I Stand

Instalações, esculturas, desenhos e imagens de arquivo cruzam-se na exposição de Ângela Ferreira no MAC/CCB. Fruto de um intenso trabalho de investigação em torno de figuras históricas, arquitecturas e memórias do período colonial, a artista apresenta um conjunto de obras que examina a história social, cultural e política do continente africano, sem esquecer as lutas feministas e antirracistas – com destaque para a peça 1 Million Roses for Angela Davis. Com curadoria de Nuria Enguita, a exposição propõe uma reflexão crítica contra o esquecimento, encarando a história não como um relato fechado, mas como uma construção em permanente revisão. Uma oportunidade imperdível para conhecer o percurso de uma das vozes pioneiras da arte pós-colonial, focada nas pontes e nas relações entre Portugal e África.
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