3 perguntas a Caetano Veloso

Caetano Veloso é um vulto da música brasileira. Terça, 16 de Maio, e quarta, 17, toca no Casino Estoril e nós falámos com ele

©Marcos Hermes

Como é que escolheu o repertório para este concerto? Quais foram os critérios?

Decidi, antes de tudo, cantar coisas que não tivessem estado no show com [Gilberto] Gil. Foi curioso porque, assim, vi que há muitas canções minhas que são relevantes, para além daquelas todas que cantei no Dois Amigos, e, para minha surpresa, que elas me agradam mais hoje em dia do que antes.

Neste exercício de olhar para o passado e voltar a tocar músicas que não tocava há muito tempo, conseguiu descobrir alguma coisa nova sobre a sua música ou sobre você próprio?

Pois é. Gostei de voltar a cantar certas canções. E relembrei algumas pouco conhecidas que me estimulam.

O que é que hoje, 50 anos depois, podemos continuar a aprender com o tropicalismo?

Eu gostaria que tivéssemos os vídeos da série de programas que fizemos em 1968, na TV Tupi de São Paulo, mas infelizmente tudo foi apagado. O tropicalismo virou um mito. Fizemos coisas consequentes. Mas nada chegou a ser, para mim, satisfatório.

+ 3 perguntas a Teresa Cristina, que partilha o palco com Caetano nos dias 16 e 17 de Maio, no Casino Estoril. 

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