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5A Club: o novo club do Príncipe Real

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O 5AClub, no Príncipe Real, é o novo bar da cidade, com bons copos e programação musical da Match Attack. Fomos conhecer o espaço e gostámos da pinta do espaço. 

Primazia ao mais importante, dizem as regras jornalísticas, por isso cá vai, para que se evitem erros: diz-se 5AClub, assim mesmo cinco A, e não five-A ou quinta Club. É o número da porta do novo espaço nocturno da cidade, inscrito na Rua do Noronha, no Príncipe Real. Abriu portas na segunda semana de Maio e é um projecto de Licínio Cordeiro, que após o fecho do Brownie, no Verão de 2017, sentiu “que havia uma lacuna no Príncipe Real, faltava uma pista de dança, um club onde se pudesse dançar”, explica. 

Um pé dentro do 5A e cedo se adivinha o conceito: uma primeira área com mesas e bancos altos, ideal para fazer a digestão do jantar enquanto se bebe um copo e se actualiza a conversa, isto antes de os ânimos aquecerem, a timidez se dissipar e de passarmos à segunda zona do 5AClub, a pista, já cheia e animada, esperamos. Falta ainda a cav e, onde além dos lavabos, para breve vai também existir uma zona lounge para os clientes esticarem as pernas, para voltarem, mais tarde, à pista, com mais força. 

Para já, funciona sexta e sábado das 22.00 às 04.00, mas a partir de Julho a coisa alarga para passar a ter portas abertas, no mesmo horário mas de quinta a domingo. Outro dos factores de destaque deste 5AClub é a programação musical, que está a contas com a Match Attack, agência e promotora especializada em música electrónica (ainda que também esteja ligada a alguns nomes do universo hip-hop como Mike El Nite ou Nerve) e que já levou ao 5A Club nomes da electrónica independente da cidade como Trol2000 ou Chima Hiro. E levará ainda, em Junho, tantos outros: Dupplo, DJ Al, Midnight e Telma, entre outros.

“Entrei aqui e fiquei logo encantado. Pensei que tinha de ser um ponto de paragem obrigatório da noite lisboeta. É um club orientado para a pista, é para dançar, sempre inspirado no impacto que te causa, desde os artistas mais consagrados aos emergentes, será por aí”, explica André Granada, um dos responsáveis da agência, que está em plena concordância com Licínio Cordeiro. 

Por fim, o bar, que tem gestão do Flamingo Boémio, estrutura que faz gestão, consultoria e serviço de bar e que juntou uma carta digna de bebidas, que mete mais de dez cocktails, bebidas premium e a prata da casa: uma máquina de shots de tequila José Cuervo, que tem duas garrafas a fazer o pino e serve shots a 16 graus negativos. E tudo isso combina com a folha de alumínio e os leds colocados na parede onde vivem as garrafas de bebidas brancas: “Quando instalámos os leds o preto absorvia toda a cor, não tinha impacto. Depois surgiu a ideia da folha de alumínio, deu um trabalhão, mas reflecte, não é homogéneo, é quase pedra metálica. E isso tem a ver com o conceito do espaço também, que é um bar industrial, todo negro, underground, com as tubagens à vista”, conclui Licínio. 

Rua do Noronha, 5A. Sex e Sáb 22.00-04.00.

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