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A luta continua na segunda temporada de 'GLOW'

Por Eurico de Barros
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A expressão “A Vida É uma luta” adquire todo um outro significado quando se trata das protagonistas da série GLOW, cuja segunda temporada chega esta sexta-feira na Netflix.

Acontece que elas ganham o sustento no mundo do wrestling feminino dos EUA, durante a década de 80 (GLOW significa Glorious Ladies of Wrestling). O que quer dizer  que o seu local de trabalho são os ringues do circuito profissional da modalidade, e as suas colegas são igualmente suas adversárias  (as criadoras da série, Liz Flahive e Carly Mensch, inspiraram-se no documentário de 2012 GLOW: The Story of the Gorgeous Ladies of Wrestling, realizado por Brett Whitcomb). 

Esta segunda temporada vai mostrar como as mulheres de GLOW se tornaram celebridades locais e se confrontam com o lado bom, o lado mau e as realidades  duras da fama.

Ruth (Allison Brie), outrora actriz desempregada, e Debbie (Betty Gilpin), antiga intérprete de telenovelas, gerem o seu dia-a-dia enquanto  preparam uma época televisiva em conjunto. Quanto a Sam (Marc Maron), o director de GLOW, tem agora uma filha adolescente a viver com ele. O wrestling não é fácil, a fasquia está cada vez alta e o estrelato tem o seu preço, que por vezes  pode ser muito alto. O mesmo é dizer que a luta continua para estas mulheres.

+ 'GLOW': a série da Netflix é wrestling no feminino

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