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Pensar numa festa de casamento pode queimar muitos neurónios (e muitas poupanças). Se não se importar que meio país esteja a ver o seu "sim" e aquele beijinho adequado a todas as idades, está na altura de se candidatar à edição 2018 dos Casamentos de Santo António, marcada para 12 de Junho.
"Um belo dia, Augusto Pinto, jornalista brilhante, doublé de vereador, perguntou em plena Camara: porque é que o Santo António não há-de fazer o milagre de casar aquelas raparigas de Lisboa, que, sem posses para a festa do casamento, tristemente vêm morrer os seus sonhos de amor?". Foi assim que nasceu a iniciativa do Diário Popular, na altura chamada Noivas de Santo António, aqui descrita pelo Diário de Lisboa no Dia de Santo António de 1958 (na imagem).
O Popular juntou a Câmara Municipal de Lisboa, a Santa Casa da Misericórdia, as Juntas de Freguesia e os comerciantes para nesse ano apoiar o casamento de 26 casais apaixonados que proferiram juras de amor eterno na Igreja de Santo António.
A iniciativa foi interrompida em 1974 e recuperada pela Câmara Municipal de Lisboa, com João Soares ao leme, apenas em 1997 e com um rebranding: as Noivas de Santo António mudaram para Casamentos de Santo António e passaram a realizar-se 16 casamentos, cinco deles não religiosos.
Inscrições e regulamento aqui.
+ Afogado, partido, enforcado: os castigos ao Santo António para se cumprir o casamento
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