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Jay-Z liderava em matéria de nomeações, mas as principais estatuetas entregues ontem à noite na 60ª cerimónia dos Grammy, realizada em Nova Iorque, acabaram em outras mãos, nomeadamente no concorrente directo, Kendrick Lamar, distinguido pelo melhor álbum rap, DAMN.
Mas porque a quantidade será sempre a quantidade, a história tem que começar por Bruno Mars, o grande vencedor na categoria Álbum do Ano e Melhor Álbum R&B com 24K Magic. Acrescente-se ainda a Canção do Ano, "That's What I Like" (também aclamada como Melhor Performance R&B).
Quanto a outras categorias, e outros géneros, vamos a alguns destaques num serão marcado por alguns ecos do movimento Me Too e algumas provocações políticas, como um cameo de Hillary Clinton a ler o polémico livro Fire and Fury, sobre o consulado Trump na Casa Branca.
Alessia Cara foi considerada a Melhor Nova Artista, Ed Sheeran deu cartas na Melhor Performance a Solo e no melhor Álbum Pop, os LCD Soundsystem não deram hipótese e arrebataram a Melhor Gravação de Dança. O prémio de Disco Rock do ano ficou entregue aos The War on Drugs.
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