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Fotografia: Gabriell Vieira

Candidaturas aos novos apoios do Lisboa Protege abrem em Março

O programa garante 90 milhões de euros para apoiar as actividades sociais e económicas da cidade.

Por
Raquel Dias da Silva
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As candidaturas para os novos apoios do Lisboa Protege abrem na segunda-feira, 1 de Março. O programa, que já distribuiu mais de dez milhões de euros a fundo perdido pelas lojas e restaurantes com quebra de facturação devido à pandemia, inclui agora apoio a empresários em nome individual, a empresas com facturação até um milhão de euros e a mais actividades económicas.

Com um orçamento global de 90 milhões de euros, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) lançou um conjunto de medidas de apoio às empresas, famílias e sectores social e cultural, para reduzir o impacto da pandemia na economia da cidade.

As novas medidas, já aprovadas em Assembleia Municipal, permitem agora apoiar empresas com facturação até um milhão de euros – o anterior limite era de 500 mil – desde que tenham tido quebras superiores a 25%. O valor do apoio depende da facturação, mas a linha a fundo perdido, com mais 20 milhões de euros do que o orçamento inicial, abrange novas actividades empresariais como a panificação, pequenas oficinas de reparação, actividades criativas, desportivas e de lazer, bem como todas as Lojas com História.

Caso seja empresário em nome individual, com facturação até 200 mil euros e contabilidade simplificada, passará também a estar abrangido pelo programa, podendo receber dois mil euros a fundo perdido. “Com estes apoios, o universo de empresários potencialmente abrangidos mais do que duplica, para dez mil, e envolve empresas que geram entre 80 mil a 100 empregos na cidade de Lisboa”, refere a mesma nota para a imprensa.

Há ainda um fundo específico de apoio aos taxistas, no valor de 500 euros para cada um dos quatro mil trabalhadores do sector, bem como um reforço do apoio às famílias que perderam rendimentos, no valor de 2,5 milhões de euros, e às instituições da cidade, no valor de 7 milhões de euros, que também inclui a redução das rendas de todos os programas municipais de habitação para quem perdeu remuneração.

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