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©Armindo Ribeiro/CML

Capitólio recebe conversas sobre como “a vida é muito isto”

De 20 a 28 de Setembro, a sala de espectáculos lisboeta recebe um ciclo de conversas “sem tabus”. Rui Zink, Cândida Pinto e Clara Ferreira Alves são alguns dos oradores.

Escrito por
Joana Moreira
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O Capitólio recebe habitualmente concertos, mas desta vez é a palavra (sem música a acompanhar) que vai dominar os fins de tarde. Entre as 19.00 e as 20.00, de 20 a 28 de Setembro, o terraço do edifício vai acolher conversas sobre temas centrais da actualidade.

Sob o mote “A vida é muito isto”, o programa propõe-se, ao longo de nove dias, a criar um espaço de reflexão e debate, sempre com entrada livre. O ciclo arranca com uma conversa sobre a fronteira entre o jornalismo e a opinião, em que Clara Ferreira Alves, escritora e jornalista, fala com Diogo Queiroz de Andrade, jornalista, investigador e professor. No dia seguinte, 21, a conversa é entre os escritores Jacinto Lucas Pires e Bruno Vieira Amaral. 

Dia 22, Carmo Afonso, advogada, e Gisela Casimiro, escritora, levantam a questão: “É preciso uma revolução para as mulheres terem igualdade?”. A conversa é moderada pela jornalista Catarina Marques Rodrigues.

A vida é muito isto
DR

Há ainda tempo para pensar sobre o papel dos jovens na política, com uma partilha de ideias entre Mateus Carvalho, do partido Volt, e Carolina Pereira, activista na área da igualdade de género e direitos LGBTQ, conduzidos pela jornalista Liliana Borges, no dia 23. Um dia depois ouvem-se histórias de jornalismo em cenário de guerra, pelas vozes dos repórteres Cândida Pinto e Ricardo Alexandre. Dia 25, os escritores Rui Zink e Hugo Gonçalves exploram a questão: “É o medo que nos faz avançar?”.

Na recta final do ciclo fala-se sobre “Educar na diferença”, com a blogger Andreia Paes de Vasconcellos e a psicóloga Inês Leão, sendo a moderação da jornalista Bárbara Wong e, no dia seguinte, o jornalista Daniel Oliveira conversa com Francisco Mendes da Silva, advogado, sobre polarização, partindo da provocação: "Deixámos de conseguir conversar?”.

A entrada é gratuita, mas sujeita à limitação do espaço.

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