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Teatro Nacional de São Carlos
©Alfredo Rocha

Compositores portugueses em destaque no Teatro São Carlos

Programação inicia-se esta quinta-feira com um recital de Sara Braga Simões e de João Paulo Santos. Em Fevereiro será apresentada a 'Trilogia das Barcas' de Joly Braga Santos.

Sebastião Almeida
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Sebastião Almeida
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Os compositores portugueses avultam-se na programação do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) para Janeiro e Fevereiro de 2021. E o principal destaque é a Trilogia das Barcas, ópera de Joly Braga Santos, a partir de Os Autos das Barcas de Gil Vicente. Será apresentada a 9 e 11 de Fevereiro e terá direcção musical de Joana Carneiro, à frente do Coro do TNSC e da Orquestra Sinfónica Portuguesa. Será a segunda vez que é tocada no São Carlos, depois da estreia em 1970.

Antes, logo na quinta, 7, vai ouvir-se um recital de canto e piano que celebra os 150 anos do nascimento de Francisco de Lacerda, com a soprano Sara Braga Simões e direcção de João Paulo Santos. No dia 14, Ana Quintans e Luís Rodrigues interpretam Des Knaben Wunderhorn, de Mahler, sob a batuta de Joana Carneiro. A 28 de Janeiro, Susana Gaspar e Nuno Vieira de Almeida apresentam um recital de canto e piano, a partir da obra de Fernando Lopes-Graça. No dia seguinte, é a vez de Pedro Neves dirigir um concerto sinfónico com obras de Joly Braga Santos, Luís Freitas Branco e Arnold Schönberg.

Em Fevereiro, os Solistas de Lisboa apresentam obras de Beethoven, Brahms e Prokofiev, no dia 4. Depois, a 15 de Fevereiro, terá lugar o concerto para família “Entrudo o vento levou”, a partir de As canções do senhor Blue, de Rosenthal. A 18 arranca o ciclo “Um Cancioneiro Português – Um caminho entre poesia e música”. E no dia 27 o pianista Artur Pizarro e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, com direcção de Joana Carneiro, interpretam obras de Bartók e do português Armando José Fernandes.

O Festival CriaSons continua ainda a decorrer no Teatro Nacional de São Carlos. No dia 21 de Janeiro, sobe ao palco o músico e compositor Carlos Azevedo. A 9 de Fevereiro é Tiago Derriça quem manda. O festival termina a 4 de Março, com uma actuação do compositor e intérprete Pedro Caldeira Cabral.

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