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Ecotemporâneos: voltaram as leituras inclusivas em jardins da cidade

Por
Francisca Dias Real
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Promover os espaços verdes da cidade para que todos os aproveitem da melhor maneira é a missão do projecto Ecotemporâneos, que volta à carga agora em Setembro com duas sessões no Jardim do Campo de Santana. A primeira acontece este domingo, dia 1, e a outra no final do mês, a 28.

O Ecotemporâneos é uma comunidade de leitura inclusiva em espaços verdes da cidade, um projecto que arrancou em Abril durante a bienal de artes contemporâneas BoCA. A iniciativa apalpa terreno para o título de Capital Verde Europeia que Lisboa carregará em 2020. Portanto, nas próximas sessões no Jardim do Campo de Santana, pode ficar a conhecer o espaço verde com uma visita guiada do seu jardineiro. 

Há ainda um convidado especial que escolhe um livro e discute a sua relação ao jardim com o público. No domingo (1) será a escritora Dulce Maria Cardoso, com Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, e a 28 é a vez dos artistas plásticos João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira com A Cidade Queimada, de Mário Cesariny.

Alguns livros vão ser impressos em braille, outros distribuídos de forma gratuita e haverá tradução para língua gestual portuguesa, tornando acessível a leitura e o diálogo entre 

Jardim do Campo de Santana (Campo Mártires da Pátria). 17.00.

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