Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Laboratório de arte abre (ainda mais) os horizontes do Trumps
Trumps Queer Art Lab
©DR Trumps Queer Art Lab

Laboratório de arte abre (ainda mais) os horizontes do Trumps

Publicidade

O clube no Príncipe Real acaba de lançar o Trumps Queer Art Lab, um projecto que leva exposições, artistas e workshops queer para dentro da discoteca.

Artistas queer da cidade, uni-vos. O Trumps quer dar outro uso às paredes “subaproveitadas” da discoteca, bem como da pequena salinha que une as duas pistas de dança. Na semana passada, a discoteca lançou uma open-call para encontrar projectos que se possam identificar com a casa e fazer parte deste Queer Art Lab.

“Dentro do Trumps sempre houve uma quantidade de artistas a trabalhar e sempre houve partilha artística de várias formas, entre clientes e colaboradores”, diz o coreógrafo Marco Mercier, responsável pela discoteca. “Verificámos que além de haver espaço, era necessário criar uma plataforma de promoção e mostra de arte com conteúdo queer.”

A discoteca começa o seu laboratório artístico com uma sala “para criar coisas mais multimédia”, uma “experience room”, como lhe chamam, a funcionar desde a semana passada com uma instalação – “Bloom – Florescer” –, para “despertar ideias nas pessoas para o que podem fazer ali”.

Na próxima semana, o fotógrafo Ary Zara deverá invadir as paredes da entrada com a primeira exposição do Trumps, resultado do projecto “2squarefeet”: fotos intimistas tiradas com o telemóvel dentro do minúsculo camarim da discoteca às drag queens, DJs e artistas que por ali passaram nos últimos anos. “O objectivo das exposições é que o artista consiga também vender as suas obras de arte”, explica Marco.

Haverá também outra área, a dos workshops, aberta à comunidade LGBT – “para tratar de casos que sejam relevantes para a sociedade”. “Workshops, palestras, ou pequenas conversas...” Para já, está marcada uma tertúlia sobre voguing e também workshops “How To Be a Drag Queen”, a serem anunciados em breve nas redes sociais da discoteca.

Também estão previstos concertos no camarim, os Soundbox, inspirados nos Tiny Desk Concerts e abertos a apenas 15 ou 20 pessoas. “Concertos de artistas que, por exemplo, utilizaram o Trumps, como o António Variações utilizou, para fazerem aqui o seu primeiro concerto, para se mostrarem à cidade.”

+ Pela primeira vez em 20 anos, a Marcha do Orgulho LGBTI+ vai descer a Avenida

Share the story
Últimas notícias
    Publicidade