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Noite, Bar, Monkey Mash, Cocktails
©Inês FélixMonkey Mash

Monkey Mash recebe bartenders europeus até ao fim de Setembro

Até 30 de Setembro, vai ser possível provar e aprender a fazer cocktails com alguns dos maiores especialistas em cocktails da Europa. O Monkey Mash, irmão mais novo do Red Frog, é o palco de seis noites de bebidas e masterclasses. A primeira é já esta quarta, dia 1.

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Escrito por
Margarida Coutinho
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Depois de juntar os dois bares debaixo do mesmo tecto, Paulo Gomes e Emanuel Minez, sócios do Red Fog e do Monkey Mash, apostam agora em noites dedicadas às tendências da coquetelaria europeia. Entre dia 1 e 30 de Setembro, seis nomes do bartending do circuito dos 50 Best Bars passam para o lado de lá do balcão do Monkey Mash para ensinar e dar a provar cocktails de autor. As masterclasses já estão esgotadas, mas ainda pode reservar mesa e provar as especialidades destes convidados.

A pandemia obrigou a que o leque de convidados se restringisse à Europa mas, ainda assim, os sócios quiseram trazer até Lisboa “um bocadinho de tudo – desde um bartender incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo a um proprietário de um bar incluído na lista dos 50 Best Bars”, revela à Time Out Paulo Gomes.

Monkey Mash
Mariana Vale LimaCocktail Happiness is a butterfly

O primeiro convidado é António Naranjo, do bar Especiarium em Barcelona, que veste a pele de bartender no Monkey Mash já esta quarta-feira, dia 1 de Setembro. Na terça-feira, dia 7, será a vez de Diego Ferrari, embaixador do Rum Matusalém, saltar para trás do balcão. No dia seguinte, dia 8, o bar fica a cargo do italiano Mario Farrula, do BV Club, em Milão. Cinco dias depois, a 14, Georgi Radev, do bar Laki Lane, em Londres, partilha com os lisboetas cocktails de inspiração tailandesa e havaiana. Segue-se Giorgio Santambroggio, do bar Officina Milano, em Itália, no dia 21. Na última noite, dia 30, o bar lisboeta recebe Moe Aljaff, proprietário do bar Two Schmucks, em Barcelona, que ocupa o 26º lugar dos 50 Best Bars. Os cinco últimos eventos são acompanhados por uma masterclass dirigida ao sector da restauração – mas as vagas já se encontram esgotadas.

“[Os convidados] trazem um know-how e uma oportunidade única de experimentar coisas diferentes que dificilmente conseguiríamos ter acesso em Portugal”, explica Paulo Gomes. O sócio revela ainda que nenhum dos bartenders convidados altera as receitas para que os clientes possam provar os cocktails originais.  

O segundo confinamento, já este ano, obrigou o Red Frog a partilhar o tecto com o irmão mais novo, Monkey Mash, no antigo clube de strip Fontória, na Praça da Alegria. Agora, o bar lisboeta na lista dos melhores bares do mundo perdeu mais de metade da capacidade, passando a poder receber apenas 12 pessoas. Já o Monkey Mash tem espaço para até 30 pessoas.

Dado o tamanho do espaço – especialmente em tempos de restrições e distanciamento – para conseguir provar os cocktails destes nomes conhecidos de Espanha, Itália e Inglaterra, o melhor é apressar-se em reservar mesa no site oficial do Monkey Mash. O Red Frog mantém-se a funcionar no horário habitual, sempre e só com reserva. 

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