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Red Frog
© Mariana Valle Lima

Os melhores bares em Lisboa

Há um bar de cocktails na lista dos melhores do mundo, clássicos onde precisa de tocar à campainha para entrar e novidades com cachaça, máquinas de arcade ou inspiração nos outros loucos anos 20. Nestes 30 bares em Lisboa nunca vai passar sede.

Escrito por
Clara Silva
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Dizem que Lisboa é a nova Berlim – e são capazes de ter razão. A movida da cidade já ganhou fama internacional e há discotecas para todos os gostos, do rock ao techno, passando pelo funaná ou o electro dos subúrbios. Há um bar de cocktails na lista dos melhores do mundo, outros clássicos onde precisa de tocar à campainha para entrar e sítios onde dá jeito conhecer o porteiro para passar à frente na fila. Dizemos-lhe os bares que acabam de abrir e recomendamos outros onde, no que depender de nós, nunca vai passar sede. São os 30 bares em Lisboa que não pode ficar sem conhecer.

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Os melhores bares de Lisboa

  • Noite
  • Bares abertos de madrugada
  • Avenida da Liberdade

Na lista dos 100 melhores bares do mundo, o Red Frog, na Rua do Salitre, numa porta identificada com um sapo vermelho onde era preciso tocar à campainha para entrar, estava fechado desde Março de 2020, quando começou a pandemia. Na Primavera de 2021 reabriu dentro do outro bar do grupo, o Monkey Mash, num espaço bem mais pequeno e exclusivo, mas com o mesmo espírito e decoração de speakeasy bar. Os cocktails são um best of dos que deram fama ao Red Frog, com um toque de novidade, como a reinvenção do Red Potion, o bestseller. Convém reservar mesa.

  • Bares
  • Chiado/Cais do Sodré

Antes dos cocktails estarem na moda, Dave Palethorpe já apostava no Cinco Lounge, o bar pioneiro nestas andanças. Não é por isso de admirar que seja uma espécie de guru dos cocktails da cidade, sempre ocupado com consultadoria de outros bares, além dos seus próprios projectos paralelos – por exemplo, um bar ao ar livre em Monsanto, no parque infantil Hello Park. Apesar disso, o Cinco Lounge continua no centro das suas preocupações, com discípulos à altura. O bar é um dos melhores da cidade, com cocktails servidos de uma maneira criativa e divertida, alguns dentro de latas por abrir.

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  • Bares
  • Gastropubs
  • Beato

Gustavo Gallas, dono bar de cerveja artesanal 21 Gallas, na Graça, esteve no centro das atenções quando decidiu oferecer um litro de cerveja a quem mostrasse o seu comprovativo de vacinação, um incentivo, à semelhança do que acontecia noutros países do mundo. Desde 2018, já lançou perto de 30 cervejas no seu bar da Graça (há 15 torneiras no bar), com nomes sugestivos como a Alfacinha (uma lager), a CaparIPA (uma American IPA), a Boris (o nome do cão, a mascote da casa, uma Russian Imperial Sout), a Dona Filipa (Double New England IPA), a London Fog (English Special Bitter) ou a Extremadura (uma IPA com picante). O bar tem esplanada e também ganhou fama pelos hambúrgueres.

  • Bares
  • Gastropubs
  • Cais do Sodré

A Tabacaria é a prova de que não devemos julgar nada pelo tamanho. Apesar de pequeno, neste bar cabem cocktails para todos os gostos, feitos à medida dos clientes pelos bartenders ou clássicos para quem não quer arriscar. O bar, na Rua de São Paulo, fica a uma distância de segurança do epicentro do Cais do Sodré, ideal para começar a noite ou beber um copo depois do trabalho. 

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  • Bares
  • Santos

Abriu em Maio de 2021 em Santos e tem o whisky, o piano e a tristeza como ingredientes principais. O bar era uma ideia antiga de Camila Prado Fonseca, nos tempos em que era sócia d’ O Bom, O Mau e O Vilão, no Cais do Sodré. “Uma noite às quartas-feiras só com música triste.” Isso acabou por se transformar no próprio conceito deste bar, com música ao vivo ao piano e whisky. A garrafeira foi escolhida a dedo, com whiskys que começam nos 9 euros e vão até aos 27, com bebidas mais difíceis de encontrar como o whisky James Martin. Só há um cocktail, a margarita de poejo, a 8 euros, e ostras para petiscar. À primeira vista, a decoração, com dourados e cortinas brilhantes, parece tudo menos triste. “Muita gente tem essa reacção, acha que é contraditório. Mas é como se fosse um pico de euforia, uma passagem que muitas vezes a depressão tem.”

  • Noite
  • Cafés/bares
  • Chiado/Cais do Sodré

É um sacrilégio pedir uma caipirinha no novo Copa, em Santos, aberto desde Junho de 2021. “Até podemos fazer, mas tentamos aconselhar outra bebida”, diz Rafael Agapito, o dono deste bar. “O nosso foco é no seu outro potencial e em fazer outras bebidas com cachaça.” Rafael tem a sua própria marca de cachaça artesanal, a Fubá, feita em Minas Gerais. No bar, além desta marca, há cerca de duzentos rótulos de cachaça, bem diferentes dos que encontramos à venda habitualmente em Portugal. Há a possibilidade de fazer uma degustação de quatro cachaças (entre 10 e 12 euros), com explicações sobre os vários tipos e a sua origem, mas também de outras degustações que incluem runs especiais, tequila, mezcal e pisco.

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  • Noite
  • Baixa Pombalina

Também nas novidades de 2021 na cidade, o Gala Gala abriu na baixa alfacinha e tem o melhor de dois mundos: cocktails e máquinas de arcade para reviver clássicos como Pac-Man ou Donkey Kong. O conceito reúne o lado mais geek da brasileira Isis Freitas com o lado mais “épicurien” de Margaux Duroux, a outra sócia. O Gala Gala, com o lema “for amusement only”, quer ser um espaço de pura diversão a piscar o olho ao luxo. Um “luxo irónico”, dizem, que se reflecte na decoração, com um projecto com uma mezzanine num espaço que em tempos foi uma lavandaria. Além da carta de bebidas, o bar tem petiscos à base de trufa preta, mas com um twist.

  • Noite
  • Cafés/bares
  • Chiado

O hip-hop d’O 36, bar no Bairro Alto, juntou-se à comida do Vegan Junkies, restaurante de fast food vegan perto do Campo Mártires da Pátria. Os dois projectos continuam, mas têm desde o final de Abril de 2021 esta joint venture. O Beets tem o mesmo conceito d’O 36, com o hip-hop e a arte urbana a tomarem conta do espaço, com um mural colorido de AKA Corleone. Quanto às bebidas, conte com cocktails de autor inspirados em artistas hip-hop, uma parceria com a Fritz Kola e “outros goodies refrescantes”. Aos fins-de-semana há live-acts de DJs, entre as 19.00 e as 22.30. Uma lufada de ar cool.

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  • Noite
  • Cafés/bares
  • Santos

Ao mesmo tempo que abriam o pequeno Bar Mais Triste da Cidade, os responsáveis pelo Flat, no mesmo quarteirão de Santos, inauguravam em Maio o Lulu, um Pub Bonito. Se a temática no Bar Mais Triste da Cidade é a melancolia, com noites ao piano regadas a whisky, o Lulu é um bar “para senhoras, mulheres, meninas, raparigas e para todos os outros que gostem delas”, lê-se na descrição do Instagram. A inspiração é a actriz Louise Brooks (a Lulu) e esses loucos anos 20 do passado, que agora se podem repetir. Os cocktails de autor têm nomes de mulheres como Jane Fonda (com rum, licor de figo e café, por 9 euros) ou Cindy Lauper (rum, ananás e stout, também por 9 euros) e de cantoras nacionais como Ágata (moscatel, laranja, ananás e espumante, por 7 euros) e Lena d’Água (medronho, mel e manjericão, por 8 euros). Há pratos como o Duck & waffle, de pato confitado, ovo de codorniz frito e waffle, aquele que acham que seria “o prato preferido – compulsivo – de Louise”. O bar terá também uma zona de DJ, que em breve se poderá tornar um bom sítio para dançar na cidade.

  • Noite
  • Cafés/bares
  • Lisboa

Vinhos, tapas, plantas e vinil. São estes os pilares d’A Viagem das Horas, em Arroios, com uma esplanada na Rua José Ricardo. O fundador é Ricardo Maneira, mais conhecido na noite por DJ Rykardo, que aqui junta várias paixões num ambiente familiar. Os produtos foram escolhidos a dedo, como os queijos vegan ou os produtos comprados ali mesmo ao lado, no Mercado de Arroios ou na padaria Terrapão. À quarta-feira há happy-hour, com um prato ou sobremesa e copo de vinho a um preço especial. Todas as semanas lançam uma playlist no Spotify que merece ter debaixo de olho, como a do “começo”, a marcar a inauguração do bar, ou a de homenagem a Miles Davis. É um bar também onde pode comprar plantas, da Bago Plant Shop.

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  • Bares
  • Chiado/Cais do Sodré

Diz-se que a imprensa tem os dias contados, mas talvez o futuro esteja aqui mesmo, num bar do Príncipe Real com uma antiga máquina de escrever Olivetti. Um dos primeiros oyster bars da cidade tem ostras frescas, vindas todos os dias de um fornecedor de Setúbal, que acompanham na perfeição os cocktails da carta. Cada um tem um nome de um tipo de letra e procura adaptar-se ao seu estilo. “Cada letra tem uma história”, sublinha Frederico Falcão, um dos cinco fundadores do bar (ao lado de João Cabral, João Silva, Bruno Cabral e Carlota Melo). Há o Times New Roman, Arial Black, Impact, todos inspirados no próprio estilo de letra, mais fortes ou mais suaves. 

  • Bares
  • Bares
  • Cais do Sodré

Quatro em um: bar, hamburgueria, loja de discos e rádio. O antigo Duplex, no Cais do Sodré, é desde o Verão de 2019 o Collect, um espaço multifacetado com uma loja de discos (house, techno, electro, em segunda mão). É o quartel-general da rádio online Collect no piso de cima e um bar e hamburgueria no andar de baixo. Os responsáveis têm uma editora, a Assemble Music, conhecida pelas festas de Verão na Ribeira das Naus, e são também organizadores do festival de electrónica Lisb-On.

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  • Noite
  • Bares abertos de madrugada
  • São Vicente 

Conheceram-se no Chapitô “por alinhamento dos astros e muita sorte”, e em 2015 abriam juntas As Damas no espaço da antiga panificadora da Caixa Económica Operária. “Já nem nos lembramos do que fazíamos antes”, brincam Alexandra Vidal e Clara Metais. Com uma programação alternativa e concertos e DJ sets abertos a toda a gente – “menos aos maus”, sublinham –, o bar foi uma lufada de ar fresco e pôs a Graça no mapa da noite alfacinha.” O bar consegue agradar a gregos e troianos. “Temos pessoas de 70 anos a ver projectos de noise de miúdos de 20, malta do bairro a assistir a lives de electrónica mais densa e malta das Avenidas Novas a ouvir rap crioulo”, contam. A diversidade é o segredo da casa – além da entrada gratuita.

  • Bares
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

A funcionar desde 1972 no Jardim das Amoreiras, foi este o primeiro bar do coleccionador Luís Pinto Coelho, fundador dos maiores clássicos da cidade. Mário Soares, Sá Carneiro e Raul Solnado eram habitués do bar que conserva muitas memórias pré-revolução lá dentro, além de toda a parafernália decorativa. O irish coffee tem fama de ser um dos melhores da cidade, mas a lista de bebidas é extensa. O interior é obviamente o melhor sítio para ficar, mas durante a pandemia o bar cresceu e tem agora uma simpática esplanada, ideal para as noites mais quentes.

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  • Bares
  • Avenida da Liberdade

Com a pandemia, o Monkey Mash reinventou-se e apresentou uma nova carta, com cocktails feitos com produtos nacionais, de todas as partes do país e até das ilhas, inspirada no micro local system. Paulo Gomes, o cérebro dos cocktails, foi buscar ingredientes, por exemplo, à “parte tropical” do país, a Madeira e os Açores, como bananas, ananases, maracujás, queijos e manteigas. Da Comporta trouxe o arroz e no Sul procurou produtos não só da parte litoral como do interior. E nem Lisboa escapou, com cocktails feitos com cogumelos que vieram de borras de café. A filosofia da casa é o desperdício zero.

  • Bares
  • Chiado

“Quem volta, amigo fica.” É este o lema da Toca da Raposa, o bar que Constança Raposo Cordeiro abriu em Junho de 2018 perto do Largo do Carmo com cocktails que, à primeira vista, podem ser “assustadores” para alguns, palavras da própria. A sazonalidade dos ingredientes é uma das preocupações da casa e isso pode levar-nos a beber cocktails com licor de bolo-rei e espuma de cerveja no Natal, por exemplo, ou com ervas apanhadas nos arredores de Lisboa. O bar alia os cocktails a eventos gastronómicos pop-up. 

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  • Noite
  • Cafés/bares
  • Estrela/Lapa/Santos

Pedro Baptista e Filipa Carlos, os dois actuais proprietários d’A Paródia, conheceram-se numa das mesas. Filipa contar-lhe-á esta história e a do bar melhor que ninguém assim que se sentar no pequeno e confortável espaço em Campo de Ourique. Na década de 70, o fundador, Luís Pinto Coelho (que também fundou o Fox Trot, Pavilhão Chinês e Procópio), tinha ali uma loja de antiguidades onde aconteciam tertúlias a favor da revolução. Só dois dias depois do 25 de Abril abriu portas como bar. Experimente as margaritas de gengibre.

Lounge
  • Noite
  • Cais do Sodré

A programação musical, das mais ecléticas da cidade, agrada até aos mais esquisitos. A entrada é gratuita todos os dias da semana e, como quem não quer a coisa, o bar comemorou em 2019 20 anos de muita festa. Aos fins-de-semana, nos tempos pré-pandemia, era difícil não estar à pinha.

 

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  • Noite
  • Bares abertos de madrugada
  • Bairro Alto

Um dos bares de culto do Bairro Alto, a Capela já valeria a visita pela decoração vintage. Junte-se a isto os DJ sets e está a receita desvendada para que o bar de Pedro Silva continue religiosamente a ser um dos melhores sítios do bairro passadas duas décadas.

  • Bares
  • Chiado/Cais do Sodré

Tocar à campainha é fundamental para entrar no Fox Trot. Nas paredes do bar do Príncipe Real, as peças são as mesmas desde a inauguração, em 1978, tirando algumas coisas que foram surripiadas ao longo dos tempos pelos clientes como “recordação”, brinca o actual dono, Joaquim Gonçalves. “Já desapareceram coisas grandinhas”, conta. “Um Santo António muito apelativo, estatuetas, quadros que estão nas casas de banho...” Depois de um negócio falhado numa pastelaria/charcutaria em Queluz, começou a trabalhar no Fox Trot há quase quatro décadas. O clássico bar, com cocktails, mesa de snooker, lareira, pregos e bifes do lombo servidos noite dentro, já teve uma mascote, a arara Zizi. Também já teve um porteiro, o senhor Luís, que estacionava os carros dos clientes que desesperavam por um lugar no bairro.

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  • Bares
  • Cervejaria artesanal
  • Marvila

A Fábrica da Musa, em Marvila, é uma das responsáveis pelas peregrinações até à zona oriental da cidade para beber um copo. A programação costuma ser recheada, com concertos, tardes gastronómicas e até o popular “Pub Quizadilla”, um quiz mensal apresentado pelo DJ Quesadilla, com quesadillas quentinhas e oferta de cervejas para os vencedores. Na Bica abriram também outro espaço, a Musa da Bica, que além da cerveja artesanal e de uma simpática esplanada, tem petiscos da chef Leonor Godinho.

  • Bares
  • Cervejarias
  • Chiado/Cais do Sodré

Na Praça das Flores, este foi o primeiro bar de cerveja artesanal a abrir na cidade. Tem mais de uma dezena de torneiras de cerveja artesanal, a maior parte nacionais, e muitas cervejas engarrafadas de várias partes do planeta, para beber ali ou para levar para casa. Durante a pandemia começaram também com as entregas ao domicílio, que se mantêm.

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  • Noite
  • Chiado/Cais do Sodré

O minúsculo bar brasileiro conhecido pelas noites de música ao vivo foi obrigado a sair do Cais do Sodré e Marco Silva, o dono, natural de Goiânia, encontrou uma nova morada em Setembro de 2019 na Rua dos Poais de São Bento. Um bom sítio para petiscar (pastéis de vento, espetinhos, coxinhas de frango ou de jaca, quibe frito e caldo de feijão), ouvir música brasileira ou acompanhar os jogos do Flamengo.

  • Bares
  • Pubs
  • Cais do Sodré
  • preço 1 de 4

Um clássico do Cais do Sodré de outros tempos, e inspirado nos concorridos pubs britânicos, o British Bar foi fundado em 1919, e foi mais tarde ponto de encontro de artistas, entre eles José Cardoso Pires que o lembra em 1997 no seu livro Lisboa, Livro de Bordo. O bar, que também serviu de cenário para o filme A Cidade Branca, (1983) de Alan Tanner, tem uma peça especial: um relógio do século XIX cujos ponteiros giram ao contrário. Há cerveja de gengibre, de produção própria.

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  • Bares
  • Princípe Real

A australiana Teresa Ruiz deixou o mundo da moda para abrir em 2017 um bar de cocktails no Príncipe Real. Encomendou um néon a um dos mais antigos especialistas da cidade onde se lê “I Belong Here” e chamou a artista urbana Tamara Alves para pintar uma das paredes. Entre as sugestões da carta estão as margaritas, o vinhos, gins e whiskeys australianos.

  • Coisas para fazer
  • Chiado/Cais do Sodré

É um twist nacional do conceito de pub mas as cervejas estão lá, assim como a tequilla ou o whiskey. O Pub Lisboeta é pequeno, sim, com horário alargado, e revela os devidos traços alfacinhas (dificilmente um pub irlandês terá um neón no seu interior a dizer "Lucília"). Não estranhe se vir um amontoado de gente à porta, seja ao final da tarde, para um copo depois do trabalho, ou quando a noite já for longa.

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  • Noite
  • Intendente

Inaugurada em 2012 no Largo do Intendente, funciona como associação cultural, sala de concertos, bar e restaurante. Teve um papel fundamental na requalificação do Intendente, uma zona até então completamente excluída dos roteiros da noite alfacinha. Fica num antigo palacete, que também foi Casa da Comarca de Figueiró dos Vinhos e tem uma programação regular de concertos, festas e exposições.

Sair à noite em Lisboa

  • Noite

Lá de cima, vê-se a cidade como de nenhum outro lugar. Mas nem só de miradouros vive a Graça. Há muita coisa nova a dar nas vistas, mesmo depois do sol se pôr. Descubra os melhores bares na Graça, um bairro cheio de turistas mas que não abdica de ter vida própria. 

  • Noite

Não é o destino óbvio quando se fala em noite, mas em Alvalade também há vida depois das seis e aos fins-de-semana. Para tomar um aperitivo ou um digestivo, para dar volta ao bilhar grande, abanar as ancas ou a cabeça. Traçamos-lhe um mini-roteiro noctívago. Estes são os melhores bares de Alvalade.

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  • Bares

“E se o não-sei-quantos quer ser cá da malta, tem de beber este copo até ao fim…” A música repete-se nos bares das redondezas, a menos que queira fugir dos shots a 50 cêntimos e da ressaca monstruosa do dia seguinte. Nestes bares estará a salvo. A verdade é que Santos tem bem mais do que isso. Tem um bar que era um antigo alfaiate, outro que é uma casa e até um bar de teatro. Ou seja, tem tudo e estes são os melhores bares em Santos.  

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