Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os 26 melhores bares em Lisboa

Atenção, continuamos a tentar dar-lhe a informação mais actualizada. Mas os tempos são instáveis, por isso confirme sempre antes de sair de casa.

Noite, Bar, Monkey Mash, Cocktails
©Inês Félix Monkey Mash

Os 26 melhores bares em Lisboa

Não sabe onde é que vai beber um copo? Está no sítio certo, temos a lista dos melhores bares em Lisboa

Por Editores da Time Out Lisboa
Publicidade

Dizem que Lisboa é a nova Berlim – e são capazes de ter razão. A movida da cidade já ganhou fama internacional e há discotecas para todos os gostos, do rock ao techno, passando pelo funaná ou o electro dos subúrbios. Há um bar de cocktails na lista dos melhores do mundo, outros clássicos onde precisa de tocar à campainha para entrar e sítios onde dá jeito conhecer o porteiro para passar à frente na fila. Dizemos-lhe os bares que acabam de abrir e recomendamos outros onde, no que depender de nós, nunca vai passar sede. São os 27 bares em Lisboa que não pode ficar sem conhecer.

Recomendado: 15 restaurantes para jantar e beber um copo sem sair de lá

Os melhores bares de Lisboa

Alfaiataria - Cocktail Retalho
Alfaiataria - Cocktail Retalho
©Manuel Manso

Alfaiataria

Bares Bares Cais do Sodré

Depois de três anos na Lapa, o pequeno bar no espaço onde em tempos trabalhou um alfaiate teve de arranjar outro poiso. A nova Alfaiataria tem tamanho XXL e fica no Cais do Sodré. Além de objectos antigos ligados ao corte e à costura, o bar tem uma mesa de snooker, uma zona para dançar e uma nova carta de cocktails preparada por Eduardo Ribeiro, especialista em cachaça. Já não há rodas de samba aos sábados, mas na primeira quinta-feira do mês há a nova festa Transa, com música brasileira “da boa”, garantem, e uma matiné ao domingo com slows, o Baile, para dançar agarradinho a horas decentes de ir para a cama.

Cinco Lounge
Cinco Lounge
©Manuel Manso

Cinco Lounge

Bares Chiado/Cais do Sodré

Antes dos cocktails estarem na moda, Dave Palethorpe apostava no Cinco Lounge, o bar pioneiro nestas andanças. Não é por isso de admirar que esteja sempre ocupado, entre consultadoria a outros bares e formação a metade dos bartenders de Lisboa, passando pelos seus próprios projectos paralelos. Apesar disso, o Cinco Lounge continua no centro das suas preocupações, com discípulos à altura. O bar é um dos melhores da cidade, com cocktails servidos de uma maneira criativa e divertida.

Publicidade
Beber Devagar
Beber Devagar
Inês Félix

Beber Devagar

Coisas para fazer Eventos literários Alcântara

É a mais recente abertura da cidade. A livraria Ler Devagar, na Lx Factory, tem desde 12 de Janeiro um novo bar com cerveja artesanal. Chama-se Beber Devagar e os responsáveis são os mesmos da cerveja Trevo, da Costa da Caparica. No meio dos livros há um balcão com dez torneiras, as da Trevo e as convidadas. Há também cervejas de lata e garrafa, para beber durante o horário de funcionamento da livraria, que pode ir até à uma da manhã à sexta e ao sábado.

Chimera Brewpub
Chimera Brewpub
©DR

Quimera

Bares Pubs Estrela/Lapa/Santos

Fora do circuito habitual da noite de Lisboa, bem escondido em Alcântara, o Quimera Brewpub é uma boa escolha para quem procura um bar diferente. O bar, que em tempos foi um wine bar chamado Retiro de Baco, foca-se na cerveja e fica num túnel que servia no século XVIII de passagem da Cavalaria Real para o Palácio das Necessidades.

Publicidade
Bares, Cocktails, Machimbombo
Bares, Cocktails, Machimbombo
©Manuel Manso

Machimbombo

Bares Chiado/Cais do Sodré

Abriu no Verão de 2019 na Calçada do Combro e entrou directamente para a lista dos bares mais cool da cidade, com cocktails de autor preparados por Cheila Tavares e Semi M’Zoughi e uma lista que vai mudando de dois em dois meses, consoante os produtos da época. Há DJ sets, brunches musicais, uma sala com uma bola de espelhos forrada de dourado e muito boa onda.

Collect Bar
Collect Bar
©Inês Félix

Collect

Bares Bares Cais do Sodré

É um quatro em um: bar, hamburgueria, loja de discos e rádio. A Collect ocupou o antigo Duplex, no Cais do Sodré e é um dos sítios para sair à noite em Lisboa. No piso de baixo, que dá para a rua, funciona agora uma hamburgueria e um bar de cocktails, aberto do meio-dia às duas da manhã aos dias de semana – três da manhã ao fim-de-semana. Em cima, é uma loja de discos e também o quartel-general da rádio online da Collect, onde se pode assistir in loco aos sets dos DJ convidados.

Publicidade
Caffe Jagermeister
Caffe Jagermeister
©Duarte Drago

Caffé

Noite Grande Lisboa

Shots Jägermeister é no novo Caffé, o bar da marca de licor mais popular do mundo inteiro, que abriu o mês passado no Bairro Alto, mesmo a tempo dos brindes de passagem de ano. Servem-se gelados (a 18 graus negativos) e custam 3€, 20€ em packs de oito, para levar para fora e fazer novos amigos. Além de cocktails com Jägermeister também há combinados com cerveja e Red Bull.

Desordem
Desordem
©Duarte Drago

Desordem

Bares Bares Cais do Sodré

Numa zona de “bares de guerra”, diz um dos sócios do Desordem, Luís Gasparinho, o bar no espaço da antiga casa da companhia de teatro Primeiros Sintomas é desde Agosto uma alternativa “mais confortável e com mais qualidade” aos bares das redondezas. Enquanto na rua há quem sirva baldes de bebidas e cerveja a menos de um euro, aqui a aposta é nos cocktails de autor, feitos por João Sancheira.

Publicidade
Meat Me
Meat Me
©Inês Félix

Meat Me At The Bar

Restaurantes Grande Lisboa

O bar na mezzanine do restaurante Meat Me, no Chiado, funciona desde Março e a preocupação com as bebidas começa logo no gelo, preparado especialmente em geleiras azuis, as clássicas de levar para a praia. O bar funciona de uma maneira independente do restaurante e a estranheza dos ingredientes é uma das imagens de marca dos cocktails de autor, preparados por Vasco Martins.

Red Frog
Red Frog
©Inês Félix

Monkey Mash

Bares Avenida da Liberdade

Emanuel Minez e Paulo Gomes, proprietários do Red Frog, abriam discretamente em Março do ano passado o seu segundo bar, o Monkey Mash, no espaço do antigo clube de strip Fontória. A responsabilidade era grande depois do peso do primeiro bar e talvez a empatia com os alfacinhas não tenha sido imediata. O colorido bar foca-se numa clientela mais jovem, música hip-hop e cocktails mais simples, exóticos, com o mínimo desperdício de ingredientes possível.

Publicidade
Água de Beber
Água de Beber
©Manuel Manso

Água de Beber

Noite Chiado/Cais do Sodré

O minúsculo bar brasileiro conhecido pelas noites de música ao vivo foi obrigado a sair do Cais do Sodré e Marco Silva, o dono, natural de Goiânia, encontrou uma nova morada em Setembro na Rua dos Poais de São Bento. O novo Água de Beber é bem maior que o primeiro e é um bom sítio para petiscar (pastéis de vento, espetinhos, coxinhas de frango ou de jaca, quibe frito e caldo de feijão), ouvir música brasileira ou acompanhar os jogos do Flamengo.

musa
musa
Fotografia: Francisco Santos

Musa

Bares Cervejaria artesanal Marvila

Segundo as últimas notícias, o futuro da Fábrica da Musa é incerto. Ao que parece, os contratos de arrendamento dos armazéns deste quarteirão de Marvila (como o do restaurante chinês Dinastia Tang) não estão a ser renovados e a despedida vai ser difícil. Com cerveja artesanal, concertos, DJ sets e um quiz mensal com quesadillas, este é provavelmente um dos melhores bares da cidade.

Publicidade
Kamala
Kamala
©Manuel Manso

Rive Rouge

Bares Bares Cais do Sodré

Em 2018, e a propósito da celebração dos seus 20 anos de carreira com um concerto esgotado em nome próprio no Coliseu, o primeiro de um DJ português, Deejay Kamala explicava-nos que já tinha esta alcunha desde os tempos da escola. “Estava muito em voga o wrestling e, com as minhas características físicas da altura, na brincadeira chamavam-me Kamala, o lutador.” O wrestler em causa entretanto já se reformou, mas João Fernandes está longe disso. É ele o novo dono do Rive-Rouge, discoteca fundada em 2016 por Manuel Reis, que continua desde o final do ano passado com o mesmo nome mas outro conceito. “Mantivemos o nome Rive-Rouge pelo respeito e carinho que tínhamos ao Manuel Reis, mas abrimos portas com uma estética musical mais abrangente, nova decoração e um público diferente”, explicava-nos. A discoteca no Time Out Market era o que faltava no currículo do DJ que se estreou há mais de duas décadas na capital, depois de praticar na cave do clube do irmão mais velho, em Cascais. Tocou em casas como o Coconuts ou o antigo Alcântara Mar e foi programador do Estado Líquido. Além de proprietário das discotecas Radio-Hotel, em Alcântara, e Bosq, na LX Factory, também faz curadoria musical no NOS Alive e no Rock In Rio.

Paulo Gomes - Red Frog
Paulo Gomes - Red Frog
©Inês Félix

Red Frog

Noite Bares abertos de madrugada Avenida da Liberdade

Nas primeiras memórias de Paulo Gomes – o cérebro do Red Frog, o melhor bar de cocktails da cidade e na lista dos melhores bares do mundo – está um bolo de ananás com chantili servido no restaurante do seu pai, onde passou grande parte da infância. A “hospitalidade”, como lhe chama, sempre fez parte da sua vida. Ainda sonhou ser desenhador de automóveis e jogador de basquete – “Chumbei dois anos e o meu pai tirou-me do basquete”, conta –, mas a vida trocou-lhe as voltas. Em 1998, começou como “mandarete” – “moço de recados”, explica – no Hotel Mundial, de onde só saiu 18 anos depois. Ao mesmo tempo trabalhava como DJ (LostMan era um dos nomes) em bares do Bairro Alto, Chiado, Santos e Montijo e foi aí que começou a sua ligação ao mundo da noite. É no Hotel Mundial que se estreia como bartender, muito antes dos prémios de cocktails que iria acabar por ganhar. “Em 2004 éramos o quartel-general da BBC durante o Euro e quase não íamos a casa dormir, sempre com o bar aberto.” Foi um bom treino, e foi a partir dessa altura que se dedicou a 100% à carreira de barman. Em 2015, com Emanuel Minez, abria o Red Frog.

Publicidade
Toca da Raposa
Toca da Raposa
©Arlindo Camacho

Toca da Raposa

Bares Chiado

“Quem volta, amigo fica.” É este o lema da Toca da Raposa, o bar que Constança Raposo Cordeiro abriu em Junho de 2018 perto do Largo do Carmo com cocktails que, à primeira vista, podem ser “assustadores” para alguns, palavras da própria. A sazonalidade dos ingredientes é uma das preocupações da casa e isso pode levar-nos a beber cocktails com licor de bolo-rei e espuma de cerveja no Natal, por exemplo, ou com ervas apanhadas nos arredores de Lisboa.

Cerveteca
Cerveteca
©Manuel Manso

Cerveteca

Bares Cervejarias Chiado/Cais do Sodré

Na Praça das Flores, este foi o primeiro bar de cerveja artesanal a abrir na cidade e comemorou o ano passado cinco anos de vida com uma festa que durou vários meses. Há 14 torneiras de cerveja artesanal, a maior parte nacionais, e centenas de exemplares engarrafados de várias partes do planeta, para beber ali ou para levar para casa.

Publicidade
crafty, crafty corner
crafty, crafty corner
Fotografia: Manuel Manso

Crafty Corner

Bares Cais do Sodré

Numa esquina do Cais do Sodré, a uma distância de segurança da Rua-Cor-de Rosa, o Crafty Corner, bar de cerveja artesanal dos mesmos donos do concorrido irish pub Hennessy’s, ali bem perto, é uma boa opção para beber um copo ao fim do dia, longe da confusão. O bar tem mais de uma dezena de torneiras de cerveja artesanal nacional, todas rotativas, e à terça há open mic para quem quiser mostrar o seu talento.

Avenew
Avenew
©Inês Felix

Avenew

Noite São Sebastião

Perto do Marquês, e a funcionar desde Novembro, o AveNew quer dar mais ritmo à cidade com música ao vivo. O bar de dois andares é de quatro sócios cariocas a viver em Lisboa e tem um piano. A ideia é servir “música ao vivo de qualidade e música ambiente de qualidade”, diz Celso Neto, um dos sócios, sem os formalismos de espaços como Hot Club. Conte com jazz, bossa nova e blues e músicos convidados às quartas e sábados.

Publicidade
Dalí
Dalí
©Manuel Manso

Dalí

Noite Lisboa

Victor Cavalheiro, o antigo dono do Blú Café, no Bairro Azul, pegou em toda a parafernália que tinha no antigo espaço e levou-a para Campo de Ourique, para este novo Dalí, a funcionar desde Novembro. O novo bar/restaurante do bairro está forrado de guitarras, capas de discos e bilhetes de concertos. Apesar disso, não é um bar de rock. Reúne pratos do mundo inteiro e uma selecção de cervejas artesanais e bebidas brancas diferentes, como whisky japonês.

Bares, Cerveja Artesanal, Musa da Bica
Bares, Cerveja Artesanal, Musa da Bica
©Inês Félix

Musa da Bica

Bares Cervejaria artesanal Cais do Sodré

A cervejeira de Marvila ganhou em Junho um novo bar na Bica. Aqui, além das 15 torneiras de cerveja artesanal, o foco é a comida, com um menu de petiscos preparado por Leonor Godinho. A cozinha funciona desde este mês em horário alargado, até à 01.00 aos fins-de-semana, e até às 23.00 durante a semana. Às quartas, entre as 18.00 e as 21.00, há Gira o Pincho, DJ sets com convidados e direito a um petisco por cada cerveja pedida.

Publicidade
As Damas
As Damas
©Manuel Manso

As Damas

Noite Bares abertos de madrugada São Vicente 

Conheceram-se no Chapitô “por alinhamento dos astros e muita sorte”, e em 2015 abriam juntas As Damas no espaço da antiga panificadora da Caixa Económica Operária. “Já nem nos lembramos do que fazíamos antes”, brincam Alexandra Vidal e Clara Metais. Com uma programação alternativa e concertos e DJ sets abertos a toda a gente – “menos aos maus”, sublinham –, o bar foi uma lufada de ar fresco e pôs a Graça no mapa da noite alfacinha. “A cidade está diferente, a Graça está diferente, por uma multiplicidade de factores, alguns deles bem tristes, e acreditamos que espaços como o nosso contribuam para a criação de massa crítica cultural”, dizem. “Mesmo que sejamos tomadas algumas noites por um grande número de turistas que procuram essa massa crítica que está a desaparecer.” O bar consegue agradar a gregos e troianos. “Temos pessoas de 70 anos a ver projectos de noise de miúdos de 20, malta do bairro a assistir a lives de electrónica mais densa e malta das Avenidas Novas a ouvir rap crioulo”, contam. A diversidade é o segredo da casa – além da entrada gratuita. “É aborrecido estar sempre rodeado do mesmo tipo de pessoas, por isso misturamos tudo e é esse o nosso grande objectivo, que passe a ser normal alinhamentos diversificados.”

A Paródia, Bar, Vintage, Cocktails
A Paródia, Bar, Vintage, Cocktails
©Manuel Manso

A Paródia

Noite Cafés/bares Estrela/Lapa/Santos

Pedro Baptista e Filipa Carlos, os dois actuais proprietários d’A Paródia, conheceram-se numa das mesas do bar. Filipa contar-lhe-á esta história e a do bar melhor que ninguém assim que se sentar numa das mesas do pequeno e confortável espaço em Campo de Ourique, com duas salas para fumadores. Na década de 70, o fundador, Luís Pinto Coelho, tinha ali uma loja de antiguidades onde aconteciam tertúlias a favor da revolução. Só dois dias depois do 25 de Abril abriu portas como bar.

Publicidade
Old Vic
Old Vic
©DR

Old Vic

Bares Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Uma espécie de sala de estar para quem mora para os lados da Avenida de Roma, o Old Vic, a funcionar desde 1982, foi criado por Frederico Azinhais e herdado pelo filho Artur. Desde 1994 que está nas mãos de Paulo Magalhães, antigo empregado do Fox Trot e do Pavilhão Chinês. Paulo trabalhou em cruzeiros durante 10 anos e foi aí que aprendeu a fazer cocktails. Já a mobília do bar veio quase toda de Inglaterra. “É uma cópia de um bar em Londres” onde o fundador costumava ir. Até aos anos 90, tinha um ambiente tão selecto que os clientes abriam a porta com um cartão.

Bora-Bora
Bora-Bora
©DR

Bora-Bora

Bares Areeiro/Alameda

A Polinésia é onde nós quisermos. Na Alameda, por que não? Dos dois Bora-Bora que os proprietários abriram nos anos 80 do século passado – na Alameda e na Baixa –, só o primeiro ainda está a funcionar. O bar de inspiração exótica era uma coisa moderna na altura, com cocktails a deitar fumo – milagres do gelo seco. Agora, vale mais pelo ambiente kitsch, com palhinhas gigantes para bebidas colectivas.

Publicidade
Procópio
Procópio
©Arlindo Camacho

Procópio

Bares Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Jardim das Amoreiras, foi este o primeiro bar do coleccionador Luís Pinto Coelho, a funcionar desde 1972. Mário Soares, Sá Carneiro e Raul Solnado eram habitués do bar que conserva muitas memórias pré-revolução lá dentro. O irish coffee tem fama de ser um dos melhores da cidade, mas a lista de bebidas é extensa.

Noite, Bar, Foxtrot
Noite, Bar, Foxtrot
©DR

Foxtrot

Bares Chiado/Cais do Sodré

Tocar à campainha é fundamental para entrar no Fox Trot, tal como nos outros três bares (Procópio, A Paródia e Pavilhão Chinês) fundados pelo mesmo homem, o coleccionador Luís Pinto Coelho, que morreu em 2012. Nas paredes do bar do Príncipe Real, as peças são as mesmas desde a inauguração, em 1978, tirando algumas coisas que foram surripiadas ao longo dos tempos pelos clientes como “recordação”, brinca o actual dono, Joaquim Gonçalves, de 69 anos. “Já desapareceram coisas grandinhas”, conta. “Um Santo António muito apelativo, estatuetas, quadros que estão nas casas de banho...” Depois de um negócio falhado numa pastelaria/charcutaria em Queluz, começou a trabalhar no Fox Trot há 36 anos, por indicação de “uma pessoa de família”. O clássico bar, com cocktails, mesa de snooker, lareira, pregos e bifes do lombo servidos noite dentro, já teve uma mascote, a arara Zizi. Também já teve um porteiro, o senhor Luís, que estacionava os carros dos clientes que desesperavam por um lugar no bairro. “Ele reformou-se e está a ser muito difícil encontrar uma alternativa”, diz Joaquim. “É complicado, não se entrega o carro assim a qualquer pessoa. O carro e as mulheres não se emprestam.”

Sair à noite em Lisboa

Bar, Noite, Damas, Graça
Fotografia: Inês Calado Rosa

Os melhores bares na Graça

Noite

Lá de cima, vê-se a cidade como de nenhum outro lugar. Mas nem só de miradouros vive a Graça. Há muita coisa nova a dar nas vistas, mesmo depois do sol se pôr. Descubra os melhores bares na Graça, um bairro cheio de turistas mas que não abdica de ter vida própria. 

Popular Alvalade
Arlindo Camacho

Os melhores bares de Alvalade

Noite

Não é o destino óbvio quando se fala em noite, mas em Alvalade também há vida depois das seis e aos fins-de-semana. Para tomar um aperitivo ou um digestivo, para dar volta ao bilhar grande, abanar as ancas ou a cabeça. Traçamos-lhe um mini-roteiro noctívago. Estes são os melhores bares de Alvalade.

Publicidade
Alfaiataria
Fotografia: Ana Luzia

Os melhores bares em Santos

Bares

“E se o não-sei-quantos quer ser cá da malta, tem de beber este copo até ao fim…” A música repete-se nos bares das redondezas, a menos que queira fugir dos shots a 50 cêntimos e da ressaca monstruosa do dia seguinte. Nestes bares estará a salvo. A verdade é que Santos tem bem mais do que isso. Tem um bar que era um antigo alfaiate, outro que é uma casa e até um bar de teatro. Ou seja, tem tudo e estes são os melhores bares em Santos.  

Recomendado

    Também poderá gostar

      Publicidade