Os 50 melhores bares em Lisboa

Traçamos-lhe o roteiro dos fins de tarde e noites da cidade, com uma lista dos 50 melhores bares em Lisboa
Fotografia: Francisco Santos
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Este é o nosso guia para explorar as melhores casas nocturnas lisboetas. Dito isto, sabemos que Lisboa está cada vez mais diversa, com espaços para todas as manias, gostos e meteorologia. Há esplanadas e terraços com vistas infinitas, há bares que requerem que toque à campainha, há bares históricos cujas paredes falam, há a epidemia da cerveja artesanal, que chegou a Lisboa em boa hora. Também não faltam sítios perfeitos para estar quando a fome aperta, que servem iguarias saborosas e tardias. No fundo é pensar isto como um pijaminha de bares e provar de tudo. Estes são os 50 melhores bares em Lisboa, numerados apenas para não se perder na leitura. 

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Os melhores bares em Lisboa

1
Red Frog Cocktail
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite, Bares abertos de madrugada

Red Frog

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Quando vir um sapo de loiça vermelho à porta, quem sobe a Rua do Salitre, pare e toque à campanhia. Ao fundo das escadas vai encontrar um espaço que recria o ambiente secreto dos bares que surgiram em inícios do século XX, durante a Lei Seca nos EUA. E os cocktails de autor, criados à frente de uma garrafeira que se assemelha a um laboratório de alquimia, prometem surpreende-lo. E muito.

2
Bistro 100 Maneiras - Sala 1
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Bistro 100 Maneiras

icon-location-pin Chiado

O nome é mesmo bistro (e não bistrô), que em sérvio significa “limpo”. E limpa, isto é, sem manhas, é a cozinha de Ljubomir Stanisic naquele que é um dos restaurantes mais trendy de Lisboa. Quer se fale do menu para corajosos, com moelas e entranhas, quer se fale de outros pratos que misturam a Europa à mesa. Não menospreze a secção bar neste espaço. Pelo contrário, entregue-se aos cuidados do experiente barman Jorge Camilo.  

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3
Double9
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Bares de hotéis

Double9

icon-location-pin Chiado

Cá está a melhor maneira de juntar tradições ancestrais, como o chá das cinco e o gin das seis. Todos os cocktails da carta do gastropub Double9 levam chá. Um dos mais populares do bar do 9 Hotel Mercy é o Cover-T-Club, com chá de frutos vermelhos, gin e puré caseiro de framboesas com gengibre e alecrim (9€). Outro dos mais pedidos é o da casa, o Double 9, em grande parte por causa do patinho
de borracha a boiar no topo, que pode levar consigo no fim (9€). Nota-se uma fixação do bar pelo 18 (18 cocktails, 18 chás, e por aí fora), mas não nos podemos esquecer que o nome é Double9 (2x9=18). A decoração é da autoria de Nini Andrade Silva.

4
Cinco Lounge
© Lydia Evans / Time Out
Bares

Cinco Lounge

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Dave Palethorpe é o guru dos cocktails de Lisboa, já se sabe, e o seu Cinco Lounge foi pioneiro nestas andanças. Não é por isso de admirar que esteja sempre ocupado, entre consultadoria a outros bares, formações a metade dos bartenders de Lisboa e aos seus próprios projectos. Apesar de tanta ocupação, o Cinco Lounge está sempre no centro das suas preocupações, com discípulos à altura como Zé Maria Robertson. O bar continua a ser dos melhores e dos mais originais da cidade, com cocktails servidos em latas, chapéus de mineiro para iluminar a carta e surpresas todos os meses.

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5
lisbonita, taberna moderna
©DR
Bares, Bares

Lisbonita Gin Bar

icon-location-pin Santa Maria Maior

A Taberna Moderna foi um dos primeiros sítios em Lisboa a servir gin como deve ser, ou não tivesse também o primeiro gin bar da cidade. Dentro do restaurante, o Lisbonita Gin Bar orgulha-se de ter 120 referências de gin. Inês Barata e João Trocado são os bartenders de serviço e estão habituados a preparar gins tónicos ou cocktails com gin com os ingredientes preferidos de quem ali passa. No bar há também workshops de gin e lançamentos de novos produtos. De 20 em 20 dias é lançado um gin diferente a preço reduzido.

6
The Bar
©D.R.
Noite

The Bar

icon-location-pin Princípe Real

A australiana Teresa Ruiz deixou o mundo da moda para abrir um bar de cocktails no Príncipe Real. Encomendou um néon a um dos mais antigos especialistas da cidade onde se lê “I belong here” e chamou a street artist Tamara Alves para pintar uma das paredes. Entre as sugestões da carta estão as T’s margaritas (9€), a especialidade de Teresa, muito elogiadas pelos seus amigos, que agora se tornaram clientes. 

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7
pensão amor
Fotografia: Inês Calado Rosa
Noite

Pensão Amor

icon-location-pin Cais do Sodré

A abertura da Pensão Amor, no final de 2011, foi um dos primeiros sintomas da mudança radical que ia acontecer no Cais do Sodré nos anos que se seguiram. No prédio entretanto reabilitado pela empresa Mainside, responsável também pelo projecto da LX Factory, funcionavam quatro pensões que alugavam quartos à hora a prostitutas e a marinheiros que atracavam no Cais do Sodré, vindos de várias partes do mundo. Agora conte com um bar de cocktails onde também se fazem espectáculos de burlesco, DJ sets, festas de anos ou lançamentos de livros. Quem diria que o prédio se ia tornar um dos sítios mais na moda em Lisboa.

8
Chimera Brewpub
©DR
Bares, Pubs

Quimera Brewpub

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Um túnel que no século XVIII servia de passagem da Cavalaria Real para o Palácio das Necessidades é desde a Primavera de 2016 o Quimera Brewpub, um bar/restaurante com cervejas artesanais e sandes inspiradas nos delis de Nova Iorque. Em tempos foi o wine bar, o Retiro de Baco. Agora o néctar dos deuses passou a ser a cerveja, com half pints e pints de cerveja artesanal escolhidas a dedo e uma vasta selecção de cervejas locais, da Passarola à Musa. Também costumam apostar na programação cultural, com música ao vivo anunciada com antecedência no Facebook.

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9
Fox Trot
©DR
Noite, Cafés/bares

Fox Trot

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

No Príncipe Real já se sabe que é difícil estacionar, mas este ainda é um dos poucos sítios da cidade onde pode deixar as chaves do carro ao porteiro e não se preocupar mais com isso – só convém deixar gorjeta. Luxos antigos, que impressionam qualquer um. O bar, com mobília antiga, ao estilo art déco, foi fundado por Luís Pinto Coelho e abriu em 1978. Tem um bife à Fox Trot na carta, que também o põe na lista dos melhores sítios para petiscar fora de horas (é servido até às três da manhã).


10
Livraria menina e moça
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares

Menina e Moça

icon-location-pin Cais do Sodré

Sim, é possível ler na Rua Nova do Carvalho, no Cais do Sodré. Aquela ideia de que a rua do pavimento cor-de-rosa é só barulho e copos caídos morre aqui. Bom, pelo menos é o intuito da livraria-bar Menina e Moça, desejo antigo de Cristina Ovídio, ex-professor de Literatura Portuguesa que actualmente faz parte da editora Clube do Autor.  O tecto do espaço é obra do ilustrador João Fazenda e além de uma porrada de livros (a colecção dá especial destaque à lusofonia e às traduções) há cocktails para vários gostos bem como refeições leves como tartes, folhados, quiches. Para que se lhe der a fome não comer páginas.

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11
o purista
©DR
Compras

O Purista - Barbiere

icon-location-pin Chiado

Um sítio onde se pode beber um copo e cortar o cabelo é sempre de louvar, como este bar/barbearia na Rua Nova da Trindade. Além do barbeiro para cortar a barba ou o cabelo, há também outras utilidades para as horas mortas, como uma mesa de snooker e uma carta especial de gins. 

12
By the Wine - Sala
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

By the Wine

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

É um dos melhores sítios do Chiado para beber um copo de vinho ao fim do dia e, sem dúvida, o que tem mais pinta. A flagship store da José Maria da Fonseca junta dois conceitos: o de winebar e o de loja de vinhos, com todos os produtos e marcas da empresa. A decoração é o mais impressionante, com garrafas a cobrir o tecto (diz quem teve muito tempo para contá-las que são 3267 garrafas). Para empurrar, conte sempre com petiscos como tábuas de queijo e de presunto.

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13
Pestana CR7 bar
Tiago Sousa
Hotéis

CR7 Corner Bar & Bistrô

icon-location-pin Baixa Pombalina

Numa altura em que o busto de Cristiano Ronaldo no aeroporto da Madeira continua a ser popular no feed do Instagram, o bar
do hotel do craque em Lisboa pode ser
uma boa escolha para dias de jogos ou para acompanhar o desenvolvimento das últimas polémicas. Os preços elevados afastam multidões (uma cerveja custa 4 euros, por isso talvez compense pedir um cocktail). Experimente o Ballon d’Or, de vodka e sumo de maracujá (8,50€).

14
The Insólito
©DR
Restaurantes, Português

The Insólito

icon-location-pin Bairro Alto

Alexandre Leitão, ou Hector, como também é conhecido, 
criou uma lista de cocktails de assinatura para o The Insólito. 
Já Henrique Costa Pereira compôs uma carta com 50 vinhos diferentes. Do Turista Smash (com tequila, Noilly Prat, sumo de limão e xarope, a 9€) ao Daiquiri de pêra rocha (9€), passando por vários mocktails, há muitas maneiras de apreciar a vista. O bar é ideal para festas privadas.

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15
TOPO - Esplanada
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares

Topo Martim Moniz

icon-location-pin Martim Moniz

Lisboa é a cidade das sete colinas e dos três Topos. Isto é: além deste, situado no Martim Moniz, o primeiro de todos, o grupo detém mais dois espaços do mesmo género: um no Chiado e outro em Belém. Por aqui o normal é ser testemunha de acrobacias ousadas dos barmen e cúmplice do Castelo de São Jorge (já que a vista para o dito cujo é privilegiada). Há espaço para esticar as costas ou mesas altas, consoante o seu estilo de relaxamento preferido. A música é boa, os copos e as opções gastronómicas idem.

16
Sheraton Lisboa
©Matthew Shaw/Sheraton Lisboa
Hotéis

Panorama Bar Sheraton

icon-location-pin São Sebastião

Entre as 15.00 e as 02.00, não há melhor
 vista panorâmica sobre a cidade do que a
 do Panorama Bar. O bar do hotel Sheraton é um bom sítio para beber gin e comer sushi todos os dias, o resultado de uma parceria com a marca Bulldog. Na compra de um gin 
(a escolha é entre o Triple S, o Sweet & Sour e o Spicy), oferecem-lhe seis peças de sushi. Um luxo que pode custar caro: espere pagar 7€ por uma cerveja.

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17
level eight rooftop
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Bares

Level Eight

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O rooftop aberto em 2017 e, por isso, um dos mais recentes da cidade fica num oitavo andar (daí o nome) e o dono é Machal Dib, também proprietário do restaurante Fenícios, ali por baixo. Tem capacidade para 200 pessoas e a carta inclui 16 cocktails, alguns deles com Disaronno. O licor italiano semelhante à amarguinha é o patrocinador oficial do rooftop, como aliás se repara pelo néon que ilumina o bar.

18
PARK
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares

Park

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Podemos afirmar com certezas que este é o parque de estacionamento mais concorrido da cidade. E o que tem mais pinta. É quase impossível conseguir lugar numa das mesas ao pôr-do-sol e o sítio tornou-se muito popular entre os turistas que visitam a cidade. Há sempre DJ sets (geralmente com dois DJs por dia, um no turno da tarde, outro no turno da noite) e o foco está no hip-hop. A lista de cocktails inclui, por exemplo, daiquiris de limão, morango ou banana, cocktails de gin, caipirinhas, whiskey sours e piñas coladas.


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19
Le chat
©DR
Bares

Le Chat

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Ao lado do Museu Nacional de Arte Antiga, o envidraçado Le Chat é o sítio perfeito para beber um copo ao fim do dia e ver o trânsito na ponte, lá ao longe, ou os contentores à beira-rio. A vista, os petiscos (o pica-pau é uma delícia) e os cocktails (há uma carta nova desde o fim de Junho) fazem com seja irresistível. Faça chuva ou faça sol, com
ou sem companhia. Nem nos dias de mau tempo a vista fica tapada (já dissemos que o bar é todo envidraçado) e se quiser mesmo aquecer peça um Egg(less)nog meg, com brandy aquecido, licor de amêndoa, licor de baunilha, natas, leite e noz moscada (11€).

20
hotel do chiado
©DR
Bares

Entretanto Rooftop Bar

icon-location-pin Chiado

O Entretanto Rooftop Bar, no cimo do Hotel do Chiado, é tão incrível que até foi referenciado pelo livro 360 Horas em Lisboa do New York Times. Na lista de bebidas há gin fizz, martinis, mojitos, margaritas e tudo o que combina com um bom pôr-do-sol na cidade. A juntar a tudo isto, no Verão costuma ter as ostras do projecto pop-up Ostraria, com ostras da Ria de Alvor, no Algarve.

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21
Rio Maravilha - Esplanada
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Fusão

Rio Maravilha

icon-location-pin Alcântara

Antes de se tornar no Rio Maravilha, foi a morada da discoteca Lollipop, que pôs muita gente a dançar. Mas a verdade é que esta vista diante dos olhos dos mortais faz esquecer qualquer pista. A dança neste terraço é ao ar livre, só mais uma boa desculpa para uma deslocação à Lx Factory, esse baluarte urbano do cool. Está a ver o Cristo Rei ali à frente? Siga o exemplo e abrace-o com carinho. 

22
Hotel Mundial - Rooftop
©DR
Bares

Hotel Mundial Rooftop Bar

icon-location-pin Santa Maria Maior

O terraço do bar do Hotel Mundial é um dos clássicos da cidade e organiza as famosas sunset parties entre Maio e Outubro. O último piso do hotel no Martim Moniz oferece vista para o castelo e para o centro histórico da cidade. O “rooftop bar & lounge”, assim se auto-intitula, tem sangria a copo (6€), jarros de cerveja (6,70€), espumante (garrafa ou copo) e vários cocktails. Experimente os da casa, como o Rooftop Overview (com gin Bulldog, Blue Corazón, Drambuie, sumo de limão, água tónica e clara de ovo, a 13,50€).

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23
Sky Bar
Fotografia:Manuel Manso
Bares

Sky Bar

icon-location-pin Avenida da Liberdade

A vista de rio é altamente valorizada (até na hora de comprar casa), mas não devemos menosprezar outros pontos de vista. Afinal, ver o movimento da Avenida da Liberdade pode ser bem mais interessante do que ver navios. O Sky Bar, bar no último piso do Tivoli Hotel, é um óptimo sítio para beber um copo ao fim do dia, com um DJ a animar as tardes de Verão. É verdade, é preciso esperar até que o tempo fique mais quente para poder beber um gin tónico neste terraço.

24
RIVE ROUGE
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive-Rouge

icon-location-pin Cais do Sodré

O convite para abrir um espaço no Cais do Sodré surgiu há seis anos, quando ainda não havia Rua Cor de Rosa e o Cais do Sodré se livrava aos poucos da sua fama de red light district alfacinha. Talvez isso tenha agradado a Manuel Reis, que sempre gostou de desbravar zonas mais periféricas – em 82 abria o Frágil num Bairro Alto marginalizado. Acontece que quando as obras ficaram prontas e o Rive-Rouge abriu ao público, na passada quinta-feira, o Cais do Sodré já era o centro da noite alfacinha e este podia ser só mais um bar a funcionar até às quatro. Mas não. É um bar herdeiro do Lux e isso torna-o logo o centro das atenções, mesmo numa zona onde nunca faltaria animação. A música começa cedo, às 17.00, e há dois DJs de serviço, um no turno da tarde e outro no turno da noite.

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25
Má Lingua
Fotografia: Manuel Manso
Bares, Cafés/bares

Má Lingua

icon-location-pin São Vicente 

Liliana Escalhão mudou-se de Castelo Branco para a Graça quando veio estudar para Lisboa e depois de ter sido obrigada a fechar 
o Primeiro Andar, no Ateneu Comercial 
de Lisboa (o edifício foi vendido para apartamentos de luxo), pensou em abrir outro bar/ restaurante/ associação cultural no bairro. Mais tarde, juntamente com Vítor Augusto, abriu este Má Língua, lugar fresco para petiscar e sair à noite na Graça. Conte com uma cave com um pé direito alto com concertos acústicos, jam sessions, tertúlias literárias e um ciclo de cinema. Todos os sábados, alguém vem ao bar mostrar a sua colecção de discos.

26
capitão leitão
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares

Capitão Leitão

icon-location-pin Marvila

Um bar simpático com vários cocktails a preços acessíveis (rondam os 6 euros) e algumas sugestões (como as micheladas mexicanas) para a ressaca. O bar orgulha-se de ter a loja de discos mais pequena da cidade, num canto, com sugestões do jazz ao techno. Os donos são Viviana Baptista e o marido, Will Grant, que se mudaram de Londres para Lisboa em 2016 e começaram a organizar as matinés Studio Club. As festas começaram no terraço do Rio Maravilha e trouxeram DJs internacionais mais underground para a luz do dia alfacinha. 

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27
Terraço do Lux Frágil
©Luisa Ferreira/Lux
Noite

Lux

icon-location-pin São Vicente 

Nenhuma lista de bares seria aceitável se
não incluísse o ex-líbris da noite alfacinha. Quem não quer descer às catacumbas da 
pista de dança do Lux sabe que pode contar sempre com a pista do bar, onde é mais fácil distinguir com quem está a dançar. Por outro lado, se não descer vai ficar a pensar que devia ter descido. As quatro paredes da disco do Lux são, provavelmente, as melhores amigas de muitos lisboetas e talvez de alguns estrangeiros. Ou seja, merecem a sua visita. 

28
Viking - Espaço
Fotografia: Inês Calado Rosa
Noite

Viking

icon-location-pin Cais do Sodré

É um clássico do Cais do Sodré e todos se sentem bem-vindos nesta casa. No mesmo sítio, mas em noites variadas, há striptease (de segunda a sábado da 1.00 às 3.00 com o Monica Show), festas temáticas (todas as quartas) e o karaoke mais original de Lisboa: o Stripeoke sobe ao palco todas as segundas e mistura cantoria com a arte de tirar a roupa com o à vontade que se arranjar depois de meia dúzia de cervejas.

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29
Cais do Pirata
Fotografia: Ana Luzia
Bares

Cais do Pirata

icon-location-pin Cais do Sodré

O Cais do Sodré é o melhor sítio de Lisboa para virar o barco, já se sabe, e o seu porto é obviamente o Cais do Pirata. Bar do mesmo dono do Viking e do bar de strip Ménage, abriu portas com um objectivo: apostar na música latina. A carta de cocktails (alguns com sabor a gelatina de festa de crianças) aposta no rum, a bebida dos piratas, com várias promoções e happy hours. A música tornou-se mais ecléctica, com matinés aos domingos, DJs residentes e noites temáticas que passam por todos os géneros. 


30
Concerto no Damas
Fotografia: Ana Luzia
Noite, Bares abertos de madrugada

As Damas

icon-location-pin São Vicente 

Para quem anda a repetir vezes sem conta
“o Damas”, fique sabendo que são duas e o nome diz-se no feminino. O espaço As Damas é o grande responsável pela peregrinação nocturna de centenas de pessoas ao bairro que antigamente servia apenas de dormitório. Petiscos tardios, cerveja artesanal, concertos gratuitos, DJ sets que acabam às quatro,
 uma casa de banho minúscula onde às vezes cabem duas pessoas e uma multidão na rua. Sem dúvida, um dos melhores bares para sair à noite em Lisboa.

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31
a paródia
©Paulo Lima
Noite

A Paródia

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

O pequeno bar criado pelo mesmo fundador do Procópio, Pavilhão Chinês e Fox Trot abriu dois dias depois do 25 de Abril de 1974. Para entrar é preciso tocar à campainha. O bar tem uma zona de fumadores e está decorado com objectos antigos e caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro. Uma das salas está repleta de caixas de fósforos onde os clientes deixavam trocos para futuras visitas ao bar.

32
Andar de Cima da Casa Independente
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite

Andar de Cima

icon-location-pin Intendente

Já se sabe que as muitas assoalhadas da Casa Independente se tornam pequenas para tanta gente aos fins-de-semana. A pensar nisso, e nos muitos pedidos de clientes que queriam dar uma festa privada no Intendente, a Casa decidiram expandiu-se para o Andar de Cima, um segundo andar mais sossegado e com um atendimento mais atencioso.A extensão da Casa tem um bar com uma carta de cocktails de gin, whisky, rum e vodka, da qual sobressai o Purple (8,50€), com vodka e mirtilos.

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33
old vic
Fotografia: ML
Bares

Old Vic

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Uma espécie de sala de estar para quem mora para os lados da Avenida de Roma, o Old Vic, a funcionar desde 1982, é outro dos clássicos bares lisboetas com pipocas, cocktails e sofás de veludo, bons para namorar. O bar foi criado por Frederico Azinhais, herdado pelo filho, Artur Azinhais, e desde 1994 que está nas mãos de Paulo Magalhães (e outro sócio), antigo empregado do Fox Trot e do Pavilhão Chinês. Paulo trabalhou em cruzeiros durante 10 anos e foi aí que aprendeu a fazer cocktails. Já a mobília do bar veio quase toda de Inglaterra. É preciso tocar à campainha. 

34
matiz pombalina
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares

Matiz Pombalina

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

As paredes são de pedra e a arquitectura explica o nome de “matiz pombalina”. Mas não é só pela decoração que este bar está a anos-luz da concorrência vizinha. Aqui não interessam os campeonatos de shots mas sim os cocktails para beber enquanto se conversa com música de fundo. Se ficar indeciso com a (enorme) carta, peça o Flavour Odyssey, uma degustação de dez pequenos cocktails. Se for adepto da moda do gin, aproveite que a casa é representante da Hendrick's e arrisque no gin tónico com syrupde rosas esferificado.

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35
Hotel 1908
Fotografia: Manuel Manso
Hotéis

Bar 1908

icon-location-pin Intendente

A libelinha do artista Bordalo II dá as boas-vindas à entrada do bar do Hotel 1908, um dos novos com pinta do Largo do Intendente, em grande parte graças ao seu restaurante, o Infame, bom para jantares românticos. O bar tem cocktails que se vão tornando populares como o Adães On The Rocks (com aguardente velha, licor de ginja e medronho, entre outros ingredientes), uma homenagem a Adães Bermudes (1864- 1948), um dos principais divulgadores da Arte Nova em Portugal e responsável pelo projecto original do histórico edifício onde agora é o hotel.

36
Bora Bora
©DR
Bares

Bora-Bora

icon-location-pin Areeiro/Alameda

A Polinésia é onde nós quisermos. Na Alameda, porque não? Dos dois bares Bora-Bora que os proprietários abriram nos anos 80 – na Alameda e na Rua da Madalena –, 
só o primeiro ainda está a funcionar (o da Baixa fechou em 2011). O bar de inspiração exótica era uma coisa moderna na altura, com cocktails a deitar fumo (milagres do gelo seco). Agora, vale mais pelo ambiente kitsch. Espere uma noite divertida, com flores ao pescoço, palhinhas gigantes para bebidas colectivas (beber da mesma palhinha é um bom começo para a noite) e copos de loiça, com caras ou ananases.

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37
Vestigius
©DR
Noite, Cafés/bares

Vestigius

icon-location-pin Marvila

É este o melhor sítio para fazer trocadilhos e beber gin sem deixar Vestigius. O wine 
& gin bar, que comemorou em Fevereiro dois anos, tem duas esplanadas cheias de sol (uma no piso de cima) e uma vista privilegiada para o rio, ideal para encontros à luz do dia. Na carta há uma variedade
de quase 90 gins, preparados de várias maneiras. A lista está dividida em secções, como o “gin à antiga”, o “põe-te à fresca” ou o “componha o seu gin”, com ingredientes que os clientes podem escolher, de hibisco a amêndoa tostada.

38
Procopio
© ARLINDO CAMACHO
Bares

Procópio

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Jardim das Amoreiras, foi este o primeiro bar do coleccionador e gestor hoteleiro 
Luís Pinto Coelho, a funcionar desde 1972. Mário Soares, Sá Carneiro e Raul Solnado eram habitués do bar, que conserva muitas memórias da pré-revolução lá dentro. Algumas estão num livro lançado em 2007, a propósito dos 35 anos do Procópio – agora já são 45: “Jornalistas infiltrados faziam fila à espera de chegarem ao telefone para informarem o director de tudo o que ali se cochichava”, lê-se. O irish coffee tem fama de ser um dos melhores da cidade, mas a lista de bebidas é extensa e tem boa fama. Tal como um dos empregados da casa, o simpático Luís.

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39
Alfaiataria
Fotografia: Ana Luzia
Bares, Bares

Alfaiataria

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Entre Santos e a Lapa, numa zona com mais restaurantes do que bares, a Alfaiataria pratica resistência, no lugar onde em tempos funcionou – sim – uma alfaiataria. O sítio indicado para 
o corte e costura com aquela amiga 
que já não vê há algum tempo ou para provar cocktails com nomes alusivos
 (tal como a decoração) à antiga vida da casa. Experimente o popular Stoli Tailor, com vodka, lima e ginger beer. Os preços rondam os 8 euros. Às sextas à tarde, o bar costuma também acolher encontros de samba de roda (a dona do bar, Vanessa, é brasileira).

40
Delirium Café
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Bares

Delirium Café

icon-location-pin Chiado

Neko Pedrosa e a mulher mudaram-se do Rio de Janeiro para Lisboa. Na bagagem trouxeram uma ideia, a de abrir um Delirium Café, como os do Brasil, da Holanda, Bélgica ou França. A ideia concretizou-se e o bar abriu em pleno Chiado onde há 25 torneiras, a maioria de cerveja belga. Quem dá nome à casa é a marca Delirium, conhecida pelo elefante cor-de-rosa no rótulo e que tem franchisings em vários lugares.

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41
O bom, o mau e o vilão bar
Fotografia: Ana Luzia
Noite

O Bom, O Mau e O Vilão

icon-location-pin Cais do Sodré

Indie sessions, good vibe sessions, jam sessions... É escolher as sessões que mais lhe agradam e instalar-se numa das salas de O Bom, O Mau e O Vilão como se estivesse numa das divisões da sua casa. O bar do Cais do Sodré está por ali desde o fim Novembro de 2013 com uma programação que vai desde sessões de cinema, a concertos e festas temáticas. 

42
Malt-all about beer
©DR
Noite, Cafés/bares

Malt

icon-location-pin Cais do Sodré

Abriu em Dezembro de 2016 ao pé do Viking e tem várias desculpas para ser visitado:
 65, pelo menos, o número de cervejas que 
ali vai encontrar. Já se sabe que as cervejas artesanais estão na moda, o Cais do Sodré também, e este bar é um dos melhores exemplos da cara lavada do antigo red light district alfacinha. Tem uma boa selecção de cervejas artesanais, como as nacionais Mean Sardine, Oitava Colina, Aroeira ou a Dois Corvos, e outras opções na lista para quem quer desenjoar de cevada, como o cocktail La Vie En Rose, com vodka, líchia e espuma de cerveja (10€).

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43
Glory Bar
©DR
Bares, Bares

Glory Bar

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

No Hotel Turim, o Glory, a funcionar desde o Verão de 2016, é um dos bons bares de cocktails da cidade. O gin está no centro 
das preocupações do bar que ocupou o espaço onde em tempos funcionou uma casa de fados. Na carta há algumas curiosidades sobre a bebida, óptimas para desbloquear a conversa durante um date. Conte com outros cocktails, e até opções sem álcool. O bar é frequentado em grande parte por hóspedes do hotel, por isso não se admire se o encontrar vazio.

44
Cerveteca
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Cervejarias

Cerveteca Lisboa

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Desde Junho de 2014 que a Cerveteca, na Praça das Flores, é a meca da cerveja artesanal do Príncipe Real. Abriu com o objectivo de alargar os horizontes da cidade, até então bastante limitados a Sagres e Super Bock. Parece que conseguiu. Foi o primeiro sítio 
de Lisboa com uma boa oferta de cerveja artesanal, para consumir ali (há 12 torneiras) ou para levar para casa. O menu está em constante actualização e inclui cervejas de vários países, da Noruega, Suécia, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, claro. Também servem petiscos como patés e enchidos e uma sandes de presunto com manteiga de cerveja.

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45
Tap Room Dois Corvos
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Dois Corvos Taproom

icon-location-pin Marvila

Em Marvila, no espaço onde nos anos 40 e 
50 funcionava uma adega vinícola, Susana Cascais e Scott Steffens abriram a Dois Corvos, numa altura em que ainda não havia nenhuma fábrica a produzir cerveja artesanal na cidade. A primeira cerveja foi servida em Julho de 2015 e, desde Outubro de 2016, a fábrica tem um taproom onde clientes e aficionados provam e compram cervejas da marca e trocam impressões sobre novas criações. Há tabuleiros de degustação (cabem até cinco cervejas), growlers para encher e levar para casa, algumas cervejas únicas, outras que acabam de ser lançadas e outras que nem chegam a ir para o mercado.

46
LisBeer
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite, Cafés/bares

LisBeer

icon-location-pin Santa Maria Maior

No espaço do antigo Adufe, em Alfama, surgiu no início de 2015 o LisBeer, um bar com uma tremenda oferta de cerveja artesanal. Ter cerveja de qualidade é, aliás, a única pretensão do bar, tanto que a decoração antiga foi pouco alterada. A longa lista tem cervejas de todas as partes do planeta, com destaque para as American Pale Ales. É normal que se sinta perdido no meio de tanta variedade, por isso nada como pedir conselhos a quem está atrás do balcão. Há sempre novidades e a banda sonora do bar também é bastante elogiada.

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Duque brew pub
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Cervejaria artesanal

Duque Brewpub

icon-location-pin Chiado

O Duque Brewpub é o bar-irmão da Cerveja Aroeira, mas não é só mais um bar: é uma espécie de quartel-general da cerveja artesanal portuguesa, com nove variedades à pressão em rotação constante e dezenas de garrafas dos melhores produtores nacionais. E ainda servem uma tosta épica, a Batalha.

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Cerveja Twist and Stout - Musa
©DR
Coisas para fazer

Musa

icon-location-pin Marvila

A Musa, cervejeira artesanal, abriu o seu pousio ao público em Agosto de 2017. É em Marvila e junta bar e fábrica, consumo e produção e ainda um programação musical regular para acompanhar com os copos neste fresquíssimo bar/barracão, com direito a andar de cima e tudo, com vista para os silos onde a cerveja se faz. São 12 bocas de cerveja a sair directinha da fonte. Tudo em bom. 

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Bacchanal
Manuel Manso
Bares

Bacchanal

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de orgias e promiscuidade. Mas neste novo Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com o vinho, com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do novo bar de Victor Cordeiro (que também é o proprietário do Loucos de Lisboa, no Príncipe Real), é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. Situado no Corpo Santo, vizinho de bares como o Copenhagen, o Cais do Pirata, o Viking ou o Jamaica, este projecto foi instalar-se numa antiga drogaria de 1918, que já há bastante tempo estava fechada e defunta,  e deu-lhe nova vida. Sim, é um bar com decoração de drogaria e vinho do bom. Feito. 

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Flor de Lúpulo
Fotografia: Manuel Manso
Bares

Flor de Lúpulo

icon-location-pin Beato

A Flor de Lúpulo abriu no final de 2017 na Rua Heróis de Quionga, uma perpendicular da Rua Morais Soares, e vem contribuir para o culto crescente, já profundamente real, das casas que fazem da cerveja artesanal a sua identidade. E, claro, também aqui há dez torneiras de onde saem dez distintos tipos de cerveja, que prometem provocar dez sorrisos diferentes. Levantemos o copo. O espaço é pintado e movido a rock'n'roll e ainda que o espaço seja pequeno o catálogo de cervejas nacionais e internacionais é bastante completo. 

Sair à noite em Lisboa

Damas
Fotografia: Inês Calado Rosa
Noite

Os melhores bares na Graça

Lá de cima, vê-se a cidade como de nenhum outro lugar. Mas nem só de miradouros vive a Graça. Há muita coisa nova a dar nas vistas, mesmo depois do sol se pôr. Descubra os melhores bares na Graça, um bairro cheio de turistas mas que não abdica de ter vida própria. 

Popular Alvalade
Arlindo Camacho
Noite

Os melhores bares de Alvalade

Não é o destino óbvio quando se fala em noite, mas em Alvalade também há vida depois das seis e aos fins-de-semana. Para tomar um aperitivo ou um digestivo, para dar volta ao bilhar grande, abanar as ancas ou a cabeça. Traçamos-lhe um mini-roteiro noctívago. Estes são os melhores bares de Alvalade.

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Alfaiataria
Fotografia: Ana Luzia
Bares

Os melhores bares em Santos

“E se o não-sei-quantos quer ser cá da malta, tem de beber este copo até ao fim…” A música repete-se nos bares das redondezas, a menos que queira fugir dos shots a 50 cêntimos e da ressaca monstruosa do dia seguinte. Nestes bares estará a salvo. A verdade é que Santos tem bem mais do que isso. Tem um bar que era um antigo alfaiate, outro que é uma casa e até um bar de teatro. Ou seja, tem tudo e estes são os melhores bares em Santos.  

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