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Mosteiro dos Jerónimos, Museu Nacional de Arqueologia e Torre de Belém fecham portas

Raquel Dias da Silva
Jornalista, Time Out Lisboa
Torre de Belém
©Arlindo CamachoTorre de Belém
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A medida pretende evitar o elevado afluxo e concentração de pessoas verificado no espaço público envolvente e no interior dos três equipamentos culturais de Belém.

O estado de alerta no país, devido ao novo coronavírus, não impediu a formação de filas à porta de monumentos como o Mosteiro dos Jerónimos, em Belém. Mas houve mais equipamentos culturais a receberem um elevado afluxo de visitantes nacionais e estrangeiros. Para garantir que são seguidas as recomendações da Direcção-Geral da Saúde relativas à concentração de pessoas, o Ministério da Cultura anunciou esta sexta-feira, 13 de Março, "o encerramento imediato" do mosteiro, mas também do Museu Nacional de Arqueologia, situado no complexo monumental dos Jerónimos, e da Torre de Belém.

“Foram ainda dadas orientações à Direcção-Geral do Património Cultural e às Direcções Regionais de Cultura para avaliarem e garantirem em todos os museus, palácios, monumentos e sítios a implementação de todas as recomendações e orientações da Direcção-Geral de Saúde e do Governo, no que diz respeito à concentração e afluxo de pessoas e aos planos de contingência relativos ao COVID-19”, lê-se em comunicado partilhado no site do governo.

Nos últimos dias têm sido vários os espaços culturais, desde museus e teatros a salas de concertos, que têm encerrado ou suspendido as respectivas programações, depois de o governo ter recomendado a suspensão de eventos em espaços fechados com mais de mil pessoas e em espaços abertos com mais de cinco mil.

+ As salas fechadas e os eventos cancelados em Lisboa devido ao Coronavírus

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