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©Junta de Freguesia de Campolide

No Lumiar e Santa Clara os resto de comida serão usados para compostagem

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No Lumiar e em Santa Clara vai passar a haver recolha de bioresíduos. Os restos de comida não devem ir para o lixo comum. Se os separar, podem ser usados para compostagem e o ambiente agradece.

Restos de alimentos, crus ou cozinhados, toalhas, toalhetes ou guardanapos e saquetas de chá não devem ser depositados no lixo comum. Erradamente tendemos a colocá-los no mesmo saco do lixo, mas estes bioresíduos podem ter um destino diferente e ser aproveitados para outros fins. Lisboa será capital verde europeia em 2020 e, além de todas as iniciativas que já estão em marcha, o município anunciou a recolha de bioresíduos domésticos nas freguesias do Lumiar e de Santa Clara.

A câmara, em colaboração com a junta de freguesia do Lumiar e de Santa Clara, andou a bater à porta dos moradores desta zona da cidade para os sensibilizar para a importância de separar os restos de produtos alimentares e de refeições, depositando-os num novo mini-contentor que foi entregue nas suas casas. Com estes bioresíduos serão produzidos compostos para agricultura, contribuindo para o fortalecimento de uma economia circular.

A partir desta sexta-feira, perto de 7000 moradores das duas freguesias da zona norte da cidade passarão a ter duas recolhas semanais e os seus prédios serão munidos de um novo caixote castanho para receber os resíduos de cada fracção dos prédios.

Carlos Castro, vereador com o pelouro da Higiene Urbana, referiu, durante a apresentação esta sexta-feira, que só no último ano foram recolhidas 27 mil toneladas de bioresíduos reciclados por toda a cidade. “Começámos com mil entidades como restaurantes, hospitais, hotéis e agora alargamos a participação aos munícipes”, disse. “Estamos a trabalhar em várias dimensões para que tenhamos uma cidade e uma participação cívica cada vez mais conscientes”, lembrou.

A mensagem a passar é que os restos de comida não são lixo e que podem ser valorizados, gerando receita. Parte pode ser usada na produção de energia e a outra vocacionada para a compostagem. Até 2023, a recolha de resíduos deverá estender-se ao resto da cidade. Enquanto não acontece, e se não habitar nesta duas freguesias, pode começar a consciencializar-se: líquidos, talheres, papéis vegetais e impresso entre outros ficam de fora.

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