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Nómada Chiado
Francisco Nogueira

No Nómada Chiado, o menu de degustação é a melhor forma de conhecer o restaurante

O menu com dez ou 12 momentos é a combinação entre alguns dos pratos mais pedidos e algumas inovações, num cruzamento entre o sushi tradicional e o de fusão.

Escrito por
Cláudia Lima Carvalho
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A abertura da segunda casa Nómada, no Chiado, foi discreta, ou não tivesse acontecido no malogrado ano de 2020. A receita que dita o sucesso nas Avenidas Novas mantém-se no Chiado, mas há uma novidade que pretende criar uma nova dinânima no restaurante do Largo Camões: um menu de degustação que conjuga as estrelas do menu com pratos exclusivos.

Se nas Avenidas Novas o restaurante de sushi de fusão tem uma casa feita, com clientes regulares, maioritariamente locais, no Chiado a clientela é mais fluida, com uma fatia grande de estrangeiros. A localização pode ajudar a explicar, tal como a história recente, mas o que não difere é a atenção ao produto e o cuidado na cozinha, chefiada por Francisco Bessone. 

O cliente das Avenidas Novas, que nos conhece há seis anos, tem que vir aqui, e nós temos de estar à altura das expectativas. Há aqueles clássicos e aquelas peças que adoram, mas conseguimos inovar e proporcionar uma experiência diferente”, começa por explicar Rui Raposo d’Oliveira, um dos sócios do Nómada.  

Nómada Chiado
Rui P. R. de Oliveira

O menu de degustação, apenas disponível no Nómada Chiado, é assim um convite a que se entregue nas mãos do chef, sabendo que entre os momentos chegarão à mesa alguns dos pratos mais pedidos como os cones de tataki de atum ou o carpaccio de lírio, mas também novidades só dali como os puris coreanos ou as vieiras beurre noisette. E não faltará, claro, o sashimi com fatias de salmão, atum, robalo e lírio. Ao menu com dez momentos (65€) podem ser acrescentados mais dois (79€) – é aí que chega o otoro (barriga de atum). 

Nómada Chiado
Rui P. R. de Oliveira

Aqui no Chiado sentimos necessidade de ter uma coisa fechada, com um valor e tudo certinho”, diz Rui, contando que ainda sem o menu definido já existiam muitos clientes que se ficavam apenas pelas sugestões do chef. “Funcionamos muito assim e sugerimos sempre coisas que não estão na carta”, acrescenta. “O nosso foco é sempre a matéria-prima, nós temos uma matéria-prima base que é peixe com qualidade, marisco de qualidade. E depois descontruímos essa matéria-prima e cozinhamo-la de diferentes maneiras.”

Conforme a estação, há pratos que vão mudando, até porque há um lado de experimentação da cozinha que tem aqui uma oportunidade de pôr pratos a teste. Quem sabe, não acaba a carta por ganhar também novidades. 

Horta Seca 5 B (Chiado). Ter-Qui 12.30-15.00/19.30-23.00, Sex-Sáb 12.30-15.00/19.30-23.30

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