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O elenco português de “Parque das Maravilhas” dá luta aos “chimpazombies”

Parque das Maravilhas
©Paramount Pictures Wonder Park

Quando o parque dos nossos sonhos precisa de ser salvo, temos de usar a imaginação. Parque das Maravilhas, co-produzido pela Nickelodeon, a Paramount e os Ilion, estreia-se esta quinta-feira. Falámos com as vozes da versão portuguesa: Sara Mestre, Nuno Markl e Vasco Palmeirim.

Era uma vez um parque com as diversões mais “esplendoríficas” que só uma criança é capaz de imaginar. June encontra-o na floresta, ao abandono, e a única solução para o salvar é formar uma equipa improvável com um urso, um porco-espinho, um macaco, uma javali e dois castores muito distraídos. Para devolver a maravilha à Terra das Maravilhas, vão ter de ser criativos, e sobretudo aprender que não faz mal ter a “escuridão” por cima da cabeça, desde que mantenham a luzinha interior acesa.

Com argumento de Josh Appelbaum e André Nemec, Parque das Maravilhas estreia-se nesta quinta-feira e, tendo perdido o realizador pelo caminho, Dylan Brown (suspeito de assédio), o filme de animação faz jus à moral da história: há sempre forma de superar as adversidades. A versão dobrada, conta com as vozes de Sara Mestre (June), António Machado (Boomer), João Baião (Steve), Jorge Corrula (Peanut), Filomena Cautela (Greta), Nuno Markl (Gus) e Vasco Palmeirim (Cooper).

“É um filme muito feliz. Ensina-nos que, quando temos problemas, não devemos ficar parados, mas pensar que há-de correr tudo bem”, diz Sara Mestre, a voz da protagonista. Com um currículo extenso para 14 anos de vida, a actriz já não é inexperiente nas dobragens, mas continua a sentir-se ansiosa.

“Ainda não vi o filme completo”, explica, embora não hesite quando lhe perguntamos se tem personagens preferidos: “Gosto muito do Gus e do Cooper”, os castores responsáveis pela manutenção do Parque das Maravilhas, dupla interpretada por Nuno Markl e Vasco Palmeirim. “Na vida real, somos ligeiramente menos histéricos”, ressalva Markl. Mas o histerismo de Gus e Cooper é justificado.

Para perceber como é que uma criança e animais que falam se juntam para combater um exército de “chimpazombies”, é preciso ceder à tentação da sala escura, mas os radialistas juram a pés juntos que a mensagem é muito importante, em particular para os dias de hoje. E é para Óscar? “Sabe-se lá. Já ganhei dois óscares. Foi o Homem-Aranha e o Divertida-mente. Mas este é muito divertido, sobretudo se o virem em 3D”, garante Markl. “Só quero dizer que também ganhei um Óscar”, interrompe Palmeirim. “Ninguém viu, mas eu estava no porta-bagagens do carro do The Green Book.”

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