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Oitava Marquês. Cerveja à mesa, com certeza

Oitava Marquês. Cerveja à mesa, com certeza
Fotografia: Duarte Drago

Depois do taproom com uns quantos petiscos na Graça, a cervejeira lisboetas Oitava Colina decidiu lançar-se na aventura de ter um restaurante, agora no Marquês. No piso de baixo, um taproom, no piso de cima uma cozinha com restaurante. 

Venderam a primeira cerveja em 2015. O ano passado abriram um taproom na Graça e a terminar 2019 lançam-se na aventura de começar um restaurante. A Oitava Colina, cervejeira artesanal da Graça desceu a colina e instalou-se na Avenida Duque de Loulé, onde o Antigo Talho de João Manzarra é agora a casa da Oitava Marquês.

 

O andar de cima, onde funciona o restaurante e a cozinha
Fotografia: Duarte Drago

 

“Não andámos à procura de nada. Foi o Manzarra que nos sugeriu vir para aqui”, conta-nos Pedro Romão, um dos sócios, no primeiro andar do espaço, onde está a zona de restaurante. Há muito que falavam da importância de “dar mais dignidade à cerveja na hora de ir para a mesa”. No bar da Rua Damasceno Monteiro faltava o espaço para uma operação bem montada a nível gastronómico. No novo restaurante esse problema está resolvido.

 

O bife à Zé Arnaldo
Fotografia: Duarte Drago

 

Thomas Mancini é o chef encarregue. Quando surgiu o convite, gostou da ideia de “fazer cozinha para a cerveja”, diz. Além de harmonizar os pratos com a cerveja, ela também é utilizada como ingrediente. O menu é dinâmico e terá sempre coisas novas, apesar de ainda estarem em soft opening. O bife à Zé Arnaldo (14€) é prova disso: o entrecôte de mertolenga maturada é cozinhado a baixa temperatura mergulhado num molho de cerveja Zé Arnaldo, a robust porter da marca.

 

Bao de bacalhau fresco
Fotografia: Duarte Drago

 

O bao de bacalhau fresco com molho tártaro (5,5€) é outro dos pratos. O pão é cozido a vapor, o bacalhau fresco panado em crosta de panko, um pão ralado japonês, e o molho feito com maionese e picles caseiros. Há ainda um hambúrguer de carapau (8€) em pão caseiro, com molho de carapau e iogurte de ervas e cascas de batata, ideal para regar com uma Florinda, uma Lisbon lager, doce, leve e com aromas florais de lúpulo.

Até as sobremesas são pensadas com e para o suminho de cevada – a maçã assada com uma espuma de maracujá e suspiros de Vila Maria (3€) enche as medidas para um final de repasto feliz.

 

Hambúrguer de carapau
Fotografia: Duarte Drago

 

No andar de baixo está o bar com 14 torneiras. Para breve está prevista uma colaboração com a Duque que resultará numa cerveja com especiarias e picante. Thomas na cozinha tratará, claro, de criar um prato que case com esta criação.

Mas para que nada lhe falte caso não chegue a tempo de uma refeição, durante a tarde há uma carta de petiscos sempre a funcionar. A acompanhar, lá está, peça um dos produtos da casa. Nós sugerimos a gose com pepino, uma sour de fermentação láctea e com sal. Leve, com um final de boca que lhe corta a gordura da cozinha que vive apaixonada por lúpulos e fermentação.

Avenida Duque de Loulé, 85-87 (Marquês de Pombal). 21 607 4060. Dom-Qui 12.00-23.00, Sex-Sáb 12.00-01.00.

+ Os melhores sítios para beber cerveja artesanal em Lisboa

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