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Time Out Market Lisboa, Restaurantes, Foodcourt
©Duarte DragoTime Out Market Lisboa

Time Out Market Lisboa vai encerrar temporariamente

A medida tomada pela administração é uma resposta às novas medidas de contingência impostas pelo Governo e uma forma de apoiar os negócios nos seus espaços originais.

Por
Francisca Dias Real
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As novas medidas apresentadas pelo Governo para as próximas semanas, depois de declarado o estado de emergência, estão na base da decisão da direcção do Time Out Market Lisboa, que anunciou o encerramento temporário a partir desta terça-feira, dia 10 de Novembro. 

Depois de ter reaberto a 1 de Julho, com novos horários e novas medidas de segurança e higiene, o Time Out Market fecha portas novamente, num período em que são cada vez menos os clientes de restauração e comércio no centro da cidade. 

“A nossa missão passa por mostrar o melhor de Lisboa e vamos continuar a fazê-lo sempre que houver condições para isso”, refere em comunicado João Cepeda, presidente do Time Out Market. “Manter aberto um espaço que concorre directamente com os melhores negócios da cidade não faz sentido. Iremos continuar a promover o trabalho de todos os nossos lojistas, nas suas localizações originais e tentaremos ajudar a cidade a superar este momento difícil, na medida e com os recursos que temos”.

A decisão será assim a mais “responsável e solidária” para com os colaboradores, parceiros e todos aqueles que visitam o mercado, numa altura em que vigoram regras que limitam a circulação em via pública aos fins-de-semana a partir das 13.00, e em que está imposto o recolher obrigatório entre as 23.00 e as 05.00. 

Os contratos em vigor com os lojistas ficarão suspensos durante este período de encerramento temporário, tal como tinha acontecido entre Março e Julho. Esta é uma medida que pretende auxiliar todos os que têm nas mãos um negócio deste género e que João Cepeda gostaria de ver replicada pelos restantes senhorios em Lisboa. “Mais uma vez, apelamos a que os senhorios possam suspender as rendas dos seus espaços comerciais. É a única forma para que a cidade possa renascer de forma dinâmica, assim que as condições de saúde pública o permitam”, justifica.

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