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Esqina
©Manuel Manso

Um restaurante sazonal numa Esqina na Baixa

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É hotel, hub cultural e restaurante para todas as refeições do dia, do pequeno-almoço ao jantar. A entrada do Esqina Cosmopolitan Lodge, na Rua da Madalena, demonstra logo como foge às normas e é um espaço para ser explorado tanto por turistas como por locais: ao invés de um balcão de recepção, há um bar que convida a ficar. 

O Gastro&Cocktail Bar do Esqina, com design de interiores de Inês Moura, abre caminho para as outras zonas do hotel, com mesas baixas em mármore a contrastar com os tons fortes, azuis e vermelhos, e um jardim interior. A cozinha é encabeçada pelo chef argentino Nicolás Lopez, que depois de uns tempos a trabalhar em Bogotá, na Colômbia, aceitou sem grandes hesitações o convite de Pedro Drummond Borges, um dos sócios, para vir fazer pratos simples mas com combinações criativas, com ingredientes portugueses e sazonais.

 

O chef argentino Nicolás Lopez
Fotografia: Manuel Manso

 

“Na Colômbia não temos grande diferença entre estações. A melhor coisa é a fruta, há umas incríveis e estranhas”, diz Nicolás, que introduziu fruta em praticamente todos os pratos, salgados e doces, da carta. “Quando fazia fine dining, nos menus de degustação, trocava as voltas e punha vegetais nas sobremesas e fruta nos pratos principais”, conta.

 

Cavala com sopa de ostras picante e amoras
Fotografia: Manuel Manso

 

Desde que aqui chegou, já trocou os pratos da carta uma série de vezes, consoante o que os produtores lhe entregam de fresco no dia. Numa lógica de partilha, comece pelas entradas, onde além dos mais clássicos, como a selecção de queijos (8€) e o presunto de porco ibérico (8€), há sardinhas com melão e pimento vermelho (8,50€), uma salada de vários tomates e pêssego com queijo de cabra ralado (10€), um ceviche de peixe do dia (10€) ou um surpreendente tártaro de cordeiro com arroz tufado e molho holandês (para envolver tudo assim que chegar à mesa, 11€). Ainda sem preço fixo, e última novidade a entrar, foi um prato de cavala fatiada muito fina, estilo sashimi, com uma sopa de ostras picante e amoras.

 

Salada de vários tomates e pêssego com queijo de cabra ralado
Fotografia: Manuel Manso

 

Há três pratos principais, maiores: o peixe do dia, que no dia em que visitamos o espaço era robalo, com puré de aipo e radicchio (18€), camarão tigre com kimchi, agrião e um cremoso molho de alho branco (22€) e um bife de novilho com puré de topinambur e kale (22€). 

 

Camarão tigre com kimchi, agrião e molho de alho branco
Fotografia: Manuel Manso

 

Nos doces, Nicolás mantém o mesmo princípio, com os kumquats a darem uma nota cítrica a uma mousse de chocolate, coberta ainda com amêndoas, azeite e flor de sal (6€), uma tarte de mascarpone (por enquanto) com morangos (6€) e um flã de doce de leite com natas (6€). 

 

Tarte de mascarpone com morangos
Fotografia: Manuel Manso

 

A partir de dia 14, há almoços com menu fixo: nos primeiros tempos, a escolha faz-se entre o peixe do dia e uma costeleta de novilho para prato principal, com direito ainda a sobremesa, bebida e café (15€).

O Gastro&Cocktail Bar serve também pequenos-almoços, a partir das 07.00, com uma data de boas opções à la carte, dos cestos de pão e pastelaria (7€), aos ovos, que podem ser estrelados, mexidos, Benedict ou em omelete (5€), sem esquecer a tosta de abacate com ovos e bacon (10€) nem as panquecas com mel ou compota (6€).

Rua da Madalena, 195 (Baixa). Seg-Dom 07.00-10.00/12.00-15.00/19.00-22.30.

+ Um hotel que é também um hub cultural mesmo ao virar da Esqina

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