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MAAT - Museu Arte, Arquitectura e Tecnologia
Fotografia: Manuel Manso

Vêm aí um festival que quer revolucionar a arte e os negócios

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Novo certame cultural promove o diálogo entre a arte, a cultura e os negócios através de uma semana de talks, workshops e espectáculos, de norte a sul do país. Em Lisboa, a programação terá lugar na Culturgest, no Teatro Municipal São Luiz, na Fundação Oriente, na Casa da América Latina, no Centro Cultural de Belém e no Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia.

No ano em que se assinala o 8.º aniversário do Arte Institute, projecto que Ana Ventura Miranda criou para promover a cultura e a arte portuguesa em Nova Iorque, a emigrante lança a primeira edição do Revolution Hope Imagination, que reúne em Portugal – de 14 a 21 de Setembro – curadores, programadores culturais e artistas vindos de várias partes do mundo.

“O país é do tamanho dos que têm coragem para o imaginar”, pode ler-se no comunicado do festival, que irá passar por Guimarães, Leiria, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Torres Vedras, Lisboa, Évora, Vidigueira, Loulé e Faro. Entre os responsáveis pela programação, encontram-se os escritores José Luís Peixoto e Afonso Cruz e o actor Pedro Varela.

A festa começa a 14 de Setembro, na capital portuguesa. A inauguração terá lugar às 10.00, na Culturgest, seguindo-se uma conversa sobre o mercado americano, das 11.30 às 13.00. Mas há mais conferências para ver e ouvir, com a presença de convidados como a programadora americana Jill Sternheimer, do Lincoln Center; Jason Fine, jornalista da revista Rolling Stone; o produtor de cinema Rene Bastian e Javier Rioyo, director do Instituto Cervantes.

Há ainda mais de três dezenas de workshops planeados só em Lisboa – são meia centena em todo o país. Destacam-se, por exemplo, os workshops de arte e ciência, com a artista Marta Menezes e o cientista Luís Graça, no MAAT; de introdução à música pela Escola do Hot Club, na Culturgest; de técnicas de televisão e cinema, no Centro Cultural de Belém; de introdução à dança, no Teatro São Luiz; de escrita criativa com a Claus Porto, na Casa da América Latina; e de tecelagem com plástico, na Fundação Oriente.

A agenda final dos espectáculos, dentro e fora de portas, será concluída depois de seleccionados os candidatos do Call for Artists mundial, a decorrer de 12 de Abril até 12 de Maio, período em que os artistas podem enviar propostas.

Depois do fim, um novo começo: o projecto continuará activo através de uma plataforma digital. “É importante que Portugal comece a ser visto como um destino cultural turístico”, declara a fundadora. “Queremos apresentar uma montra da cultura contemporânea portuguesa, que abra também mais portas para a internacionalização.”

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