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Raquel Dias da Silva

Raquel Dias da Silva

Na Time Out desde 2018.

raquel.silva@timeout.com

Articles (411)

Dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros

Dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros

O arruamento que em 1755 ficou com a designação definitiva de Rua dos Bacalhoeiros tem história. Mas, até há poucos anos, era precisamente isso: uma lembrança do passado. Até que a zona mudou e o Campo das Cebolas, remodelado em 2018, trouxe gente àquele canto da cidade, alterou rotinas, fachadas, hábitos. A rua, fechada ao trânsito automóvel, ganhou um fôlego perdido há décadas. E, em 2020, de cara lavada, azulinha, viu as esplanadas crescer e tornou-se mesmo um dos mais fervilhantes pólos da capital. Descubra as dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros. Recomendado: Guia do melhor dos bairros de Lisboa

Rua Cláudio Nunes: as paragens a descobrir neste canto de Benfica

Rua Cláudio Nunes: as paragens a descobrir neste canto de Benfica

Desde 2020 que a Rua Cláudio Nunes está cortada ao trânsito, num troço de 70 metros, entre a Rua Ernesto da Silva e a Estrada de Benfica (onde a rua termina sem saída). Pintada de verde e decorada com floreiras em material reciclado, tem agora mais espaço para as pessoas e o comércio local. E até já foi palco do Arraial Mais Pequeno do Mundo. Entre vários restaurantes de bairro, encontramos também algumas surpresas, como um estúdio de tatuagens e um dojo para fãs de artes marciais. Curioso? Vá lá espreitar. Recomendado: As 22 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

‘Ciclone’ e outras peças de teatro para ver esta semana

‘Ciclone’ e outras peças de teatro para ver esta semana

A classe artística nunca parou de arranjar novas formas de se exprimir e mostrar trabalho ao longo desta pandemia. Enquanto as salas estiveram fechadas, apostaram as fichas todas na internet e no streaming. Até que, finalmente, o sector da cultura voltou a abrir as portas. Desde então, todas as semanas há propostas culturais de diferentes géneros, nascidas em diferentes épocas e com diferentes intenções. Muitas vezes com a chancela dos melhores criadores, companhias e salas. Por isso não tem desculpa: vá ao teatro. Recomendado: As peças de teatro (e não só) que tem de ver nos próximos meses

Dez livros para este Verão

Dez livros para este Verão

Está na hora de pôr as leituras em dia ou aumentar o monte que se está a acumular algures entre a sala de estar e o quarto. Não, não vale a pena sentir-se mal: livros nunca são demais. E – com ou sem ilustrações, em prosa ou em verso, para os pais, para os filhos ou até para a família inteira – são várias as novidades literárias para este Verão. Basta pensar no que precisa que lhe receitem. Uma boa dose de romance, de suspense ou de vida real? Há, mas não só. Entre thrillers, poesia, testemunhos reais e as pérolas de auto-ajuda de Bruce Lee, escolher não será tarefa fácil. Espreite e comece a preparar a lista de compras. Recomendado: As melhores livrarias no Porto

A rua mais verde de Lisboa: oito paragens obrigatórias na Rua da Silva

A rua mais verde de Lisboa: oito paragens obrigatórias na Rua da Silva

Entre o Conde Barão e São Bento, a famosa rua verde de Lisboa é tão popular que até tem um perfil de Instagram. Mas, atenção, o chão não está pintado: o epíteto é mérito de Armando, o senhor das plantas, que decorou a sua varanda e contagiou as dos vizinhos. Apesar de ser uma das mais estreitas da cidade, a Rua da Silva, assim se chama na verdade, tem muito por descobrir. Desde uma loja de produtos com CBD até vários restaurantes, passando por um ateliê de joalharia e uma salão de bem estar, são várias as paragens à sua espera. Recomendado: As ruas com nomes mais estranhos em Lisboa

Fim-de-semana perfeito em família

Fim-de-semana perfeito em família

Chegou a Primavera: a melhor altura do ano para fins‑de-semana perfeitos em família. Às vezes basta uma visita a um dos melhores parques e jardins da cidade para fazer a festa. Mas se precisa de entreter as crianças até ficarem sem pilha e ser hora de voltar para a cama outra vez, explore outras sugestões para encher o sábado e o domingo. Há teatro, exposições e muitas mais propostas para, arriscamos escrever, todos os gostos e feitios. Só tem de escolher como os entreter. Se tiver dúvidas, não nos pergunte a nós: pergunte-lhes a eles. Recomendado: As melhores coisas para fazer este fim-de-semana em Lisboa

Paragens obrigatórias na Rua Nova da Trindade

Paragens obrigatórias na Rua Nova da Trindade

Esta rua nasceu às custas da destruição de mais uma parcela do antigo Convento da Santíssima Trindade, onde se veio a instalar a também histórica Cervejaria da Trindade. Hoje, é uma artéria comercial única. Com uma nova zona pedonal (que inclui a pintura de um troço para maior sinalização), o espaço de circulação e a área para esplanadas cresceu ainda mais. E vale a visita. Desde restaurantes até uma loja de roupa sustentável, passando por duas academias a não perder, uma de música e outra de jardinagem, há muita para descobrir na Rua da Nova da Trindade. Recomendado: As ruas com nomes mais estranhos em Lisboa

Seis bares na Rua Cor-de-Rosa

Seis bares na Rua Cor-de-Rosa

Depois de uma transformação profunda, iniciada ainda em meados dos anos zero, a década passada viu o Cais do Sodré impor-se como um dos epicentros da noite lisboeta. Outra vez. Um dos momentos-chave desta renovação foi a pintura do pavimento da Rua Nova do Carvalho, que em 2011 passou a ser conhecida como a Rua Cor-de-Rosa – ou pink street, na linguagem dos turistas – e virou íman para todos os que procuram a noite. Neste recanto da cidade, entretanto ocupado por esplanadas e chapéus de sol coloridos, o decadente deu lugar ao cool e o kitsch passou a ser um ponto a favor. Hoje, estes seis bares na Rua-Cor-de-Rosa são paragens obrigatórias. Recomendado: As melhores discotecas em Lisboa

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Exposições em Lisboa para visitar este fim-de-semana

Acha que não se passa nada em Lisboa este fim-de-semana? Qual quê. Há muitas exposições para provar que está enganado, até porque a cultura recusa-se a desacelerar. Portanto, torne os próximos dias mais culturais, sozinho ou com a família toda atrelada. Com tantos museus e galerias na cidade, é impossível não ter o que ver. Mas não queremos que se perca e, por isso, dizemos-lhe quais as exposições a que deve prestar mais atenção em Lisboa. Não há desculpas, nem mesmo o mau tempo, até porque dentro de quatro paredes não chove. Recomendado: Estas exposições gratuitas em Lisboa valem a visita

Quintas pedagógicas: leve-os ao campo sem sair da cidade

Quintas pedagógicas: leve-os ao campo sem sair da cidade

Entre os enormes arranha-céus e a poucos quilómetros das avenidas cheias de carros e motas, há espaços verdes com animais do campo, hortas biológicas, pomares e actividades rurais que os miúdos nunca pensaram experimentar, como a lavoura, fazer pão em forno de lenha ou dar banho à bicharada. Se os seus filhos pensam que o leite nasce no pacote e que a fruta vem do supermercado, está na hora de os levar a estas quintas pedagógicas em Lisboa e arredores. No fim, o mais difícil vai ser regressar à cidade. Recomendado: Piscinas naturais em Portugal para mergulhar na natureza

Dez livros para este Verão

Dez livros para este Verão

Está na hora de pôr as leituras em dia ou aumentar o monte que se está a acumular algures entre a sala de estar e o quarto. Não, não vale a pena sentir-se mal: livros nunca são demais. E – com ou sem ilustrações, em prosa ou em verso, para os pais, para os filhos ou até para a família inteira – são várias as novidades literárias para este Verão. Basta pensar no que precisa que lhe receitem. Uma boa dose de romance, de suspense ou de vida real? Há, mas não só. Entre romances contemporâneos, banda desenhada, colectâneas de ficção, um livro curioso sobre o universo e até uma estreia juvenil para fãs de heróis improváveis e unicórnios ferozes, escolher não será tarefa fácil. Espreite e comece a preparar a lista de compras. Recomendado: Caixas de subscrição com livros para todas as idades

Coisas para fazer no Dia Internacional dos Museus em Lisboa

Coisas para fazer no Dia Internacional dos Museus em Lisboa

Este ano, o tema do Dia Internacional dos Museus, celebrado a 18 de Maio, é  “O Poder dos Museus”. Como habitualmente, a Direcção-Geral do Património Cultural volta a promover programação gratuita para toda a família. Para não perder nada, reunimos nesta lista as propostas de alguns dos equipamentos sob gestão da EGEAC, como o Museu de Lisboa e o Castelo de São Jorge. Há visitas especiais, conversas, oficinas para crianças, workshops e percursos vários, exposições e até cinema ao ar livre. Recomendado: Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães e bem divertidos

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National Geographic Summit dedica “um dia para mudar os próximos”

National Geographic Summit dedica “um dia para mudar os próximos”

O fotógrafo David Doubilet e a bióloga Jennifer Hayes, que se têm dedicado a partilhar imagens e histórias pungentes sobre a vida nos oceanos, são apenas dois dos muitos exploradores e oradores de renome internacional que poderá ouvir no National Geographic Summit. Depois de dois anos de ausência, o evento volta a Portugal a 31 de Maio, para a sua 4.ª edição no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. O tema não é novo, mas é cada vez mais urgente. Sob o mote de “Um dia para mudar os próximos”, o programa convida-nos a debater o estado actual do planeta e a pensar em soluções para redefinir o seu futuro. A abertura de portas está marcada para às 14.15, com a primeira conferência prevista para as 15.15. O orador será Bertie Gregory, que tem colaborado com a National Geographic desde o início da sua carreira como fotógrafo e realizador e que, entre vários prémios, conta com um Bafta pela fotografia da série em que colaborou com David Attenborough, Seven Worlds, One Planet. Segue-se, pelas 15.45, uma conferência sobre o Pólo Norte, com Dwayne Fields, explorador e apresentador de programas na BBC. Já pelas 16.20 será a vez de Céline Costeau, activista socio-ambiental e produtora de cinema, que irá partilhar a sua experiência imersiva em tribos isoladas no Vale do Javari, na floresta amazónica. Com pausa para café às 16.55, o Summit recomeça a partir das 17.35, com uma palestra de Dominique Gonçalves, ecologista moçambicana nascida e criada na Beira, cidade próxima do Parque Nacional da Gor

Festival Imaginário junta arte, natureza e famílias na Quinta da Ribafria

Festival Imaginário junta arte, natureza e famílias na Quinta da Ribafria

A 4.ª edição do Festival Imaginário, a decorrer entre 4 e 5 de Junho, volta a abrir as portas da Quinta da Ribafria para uma festa em família. A programação, pensada para agradar a pequenos e grandes, inclui desde concertos e outros espectáculos, do clown ao teatro de marionetas, até workshops e horas do conto. Sem esquecer, claro, atracções permanentes, como uma biblioteca num passadiço, um Museu das Emoções e um parque lúdico-sonoro para explorar com os pés fora do chão. A abertura de portas está marcada para sábado, às 10.00, com actividades até às 22.00. Da agenda destacam-se, por exemplo, as sessões de ginástica para bebés (10.30 e 14.00), o espectáculo de clown de Tânia Safaneta (11.00) e os “concertos para ouvidos atentos” de Nuno Cintrão (10.30, 12.30 e 14.30). Poderá ainda contar com várias horas do conto, performances e oficinas de construção de marionetas (15.30) e de circo (17.00). No dia seguinte, 5 de Junho, a Quinta da Ribafria volta a estar de portas abertas, das 10.00 às 22.00, com novas propostas, como uma oficina sensorial na floresta (10.30) ou uma oficina de danças do mundo (16.00). Se for com bebés, nada tema: há sessões de leitura, teatro e até música para os seus rebentos. Os mais velhos podem também divertir-se com o espectáculo de dança de Miguel Albino (14.00), o teatro de improviso da companhia Sem Rede (11.30) ou o concerto de Orquestra de Sopros e Percussão com cortejo (18.00). Os bilhetes diários custam entre os 8€ (para crianças dos 6 meses até

Pelo Dia da Criança, o Parque da Cavaleira vira parque de diversões

Pelo Dia da Criança, o Parque da Cavaleira vira parque de diversões

A Junta de Freguesia de Algueirão Mem-Martins, em Sintra, decidiu assinalar o Dia das Crianças com um parque de diversões no Parque Urbano da Cavaleira. A iniciativa vai realizar-se a 4 de Junho, entre as 10.00 e as 18.30, com actividades para todas as idades. Os mais novos vão poder revezar-se entre os insufláveis, as pinturas faciais e a modelagem de balões. Quanto aos mais velhos, não se preocupem: haverá música, tasquinhas e outras surpresas. Já para não falar do circo, sem animais selvagens, que é para toda a família. A entrada será gratuita e só é preciso fazer reserva para o circo, que terá sessões às 10.30, às 14.00 e às 16.00. Mas, atenção, tem de ser residente na freguesia e deve incluir as seguintes informações no e-mail: primeiro e último nome, número do CC, idade, telemóvel, indicação da sessão preferencial e, claro, um comprovativo de morada. Parque Urbano da Cavaleira, Rua da Cidade de Portalegre, 18 (Sintra). 4 Jun, Dom 10.00-18.30. Entrada livre. Reserva necessária para o circo (comunicacao@jfamm.pt). + Há uma escola para pequenos costureiros na cidade + Três anos depois, o Santo António à la Time Out está de volta

Mega Festival de Insufláveis chega a Belém e ao Estoril este Verão

Mega Festival de Insufláveis chega a Belém e ao Estoril este Verão

Primeiro em Junho, entre 10 e 12, no Jardim Vasco da Gama, em Belém. Depois em Julho, entre 8 e 10, nos Jardins do Casino Estoril. Durante um total de seis dias, o Mega Festival de Insufláveis promete diversão para toda a família. Vão ser mais insufláveis ao dispor dos mais novos, mas também dos mais velhos, para brincar, escorregar e saltar até cair para o lado. Entre as mais de 30 atracções confirmadas, destacam-se o “Aqua Slide” e a “Casa dos Escorregas”, que envolvem molhas refrescantes, assim como os “Extreme Foam” e o “Wild Splash Foam”, que ameaçam espalhar espuma por todo o lado. Sim, leu bem: o melhor é preparar a toalha e uns calções ou fato de banho. Se preferir manter-se seco, o “Oceano de Bolas”, “Aldeia dos Índios” e “Coche Encantado” são outras das atracções com presença confirmada. Para além dos insufláveis, haverá também uma zona de descanso, uma área para pinturas faciais e uma praça de street food para que possam todos recuperar as energias gastas ao longo do dia. O recinto é de entrada livre, mas é necessária a aquisição de pulseira para usufruir das actividades. O bilhete é pago a partir dos três anos. Jardim Vasco da Gama. 10-12 Jun. Jardins do Casino Estoril. 8-10 Jul. Sex-Dom 10.00-19.00. 10€-59€ + Os Santos em Santos começam mais cedo e incluem uma feira popular + Leia já, grátis, a edição da Time Out Portugal desta semana

Pavilhão do Conhecimento celebra biodiversidade com programa grátis

Pavilhão do Conhecimento celebra biodiversidade com programa grátis

O próximo domingo, 22 de Maio, vai ser dedicado ao Dia Internacional da Diversidade Biológica, pelo menos no Pavilhão do Conhecimento, que tem programação especial para oferecer. A iniciativa arranca pelas 11.00, junto à fonte exterior, onde estará uma “bina científica” pronta a desafiar as famílias a descobrir como no mundo dos seres vivos está tudo interligado. Para além das várias experiências científicas previstas acontecer ao ar livre, entre as 11.00 e as 13.00 e as 14.00 e as 18.30, conte ainda com alguns eventos no interior do Centro de Ciência Viva. Entre as 15.00 e as 15.20, será apresentada a obra escrita comemorativa dos 25 anos do Festival CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Após as intervenções iniciais, será exibido um conjunto de curtas-metragens sobre a conservação da biodiversidade. Bem-vindos à Sexta Extinção, de Chiara Cant; Migrants, de Hugo Caby, Antoine Dupriez, Aubin Kubiak, Lucas Lermytte e Zoé Devise; As Aventuras do Jovem Félix, de Ricardo Rámon; e Echo, de Barzan Rostami, são as curtas de animação que poderá ver. A entrada no Pavilhão do Conhecimento será gratuita, mas requer inscrição prévia através de formulário disponível online. Pavilhão do Conhecimento. Dom 11.00-18.30. Entrada livre. + Grutas do Poço Velho abrem ao público para visitas ao fim-de-semana e feriados + Leia já, grátis, a edição digital da Time Out Portugal desta semana

Dia da Criança com cinema, leituras, percursos e experiências grátis

Dia da Criança com cinema, leituras, percursos e experiências grátis

O Dia Mundial da Criança celebra-se todos os anos a 1 de Junho. Para assinalar a efeméride em grande, o Pavilhão do Conhecimento programou um dia inteiro de actividades para os mais novos. E a participação é grátis até aos 11 anos. A iniciativa arranca pelas 10.00, no espaço exterior do Centro de Ciência Viva. Haverá uma bina científica a funcionar até às 18.30, com pausa para almoço entre as 13.00 e as 14.00, que irá dinamizar várias experiências relacionadas com a biodiversidade. Se os miúdos preferirem, está prevista também uma Cabine de Leitura, junto à qual será lido Os extraterrestres são doidos por cuecas, de Claire Freedman e Ben Cort. Segue-se a actividade experimental “A Aerodinâmica dos Paraquedas”. Já dentro do Pavilhão do Conhecimento, a programação inclui conversas com cientistas no Auditório José Mariano Gago, assim como experiências científicas no Laboratório (11.15-11.45/ 12.45-13.15/ 16.15-16.45), na Cozinha É Um Laboratório (10.30-11.00/ 12.00-12.30/ 15.30-16.00) e na Doing – Oficina Aumentada (10.30-12.30/ 14.00-17.30). A participação nas diferentes actividades é gratuita até aos 11 anos, mediante reserva prévia através de e-mail (reservas@cienciaviva.pt) ou telefone (21 891 71 00). Para os maiores de 12 anos, é necessário comprar bilhete de acesso às exposições. Pavilhão do Conhecimento. Qua 1. 10.00-18.30. Participação grátis até aos 11 anos. + Livros infantis que educam para a diversidade + Leia já, grátis, a edição digital da Time Out Portugal desta se

LandArt Cascais. Quinta do Pisão vira galeria de arte a céu aberto

LandArt Cascais. Quinta do Pisão vira galeria de arte a céu aberto

Armanda Duarte, Mariana Gomes, Sara Bichão e Manon Harrois foram convidadas a criar obras capazes de se integrar no cenário idílico da Quinta do Pisão. É precisamente aí, no meio da natureza, que se realiza a 10.ª edição da bienal LandArt Cascais. Aos coelhos-bravos, lagartixas-do-mato, perdizes-vermelhas, peneireiros, raposas, garças-reais, águias-de-asa-redonda, burros-mirandeses, ovelhas-campaniças e muitos outros animais junta-se agora um conjunto de trabalhos que, à sua maneira, interagem e captam a atenção da fauna local. É possível vê-los ao vivo, em exposição, entre 21 de Maio e 17 de Julho. “Poderemos encontrar um estranho ser com quatro pernas, que caminha pelo espaço da quinta numa acção demorada no tempo. Ou descobrir ovos brilhantes e garridos, talvez a incubar uma nova espécie ainda nunca vista. Ou ainda uma obra que convoca a memória do corte da madeira, e que conta com o trabalho que insectos e outros seres vivos nela farão durante todo o tempo que dura a exposição. De surpresa em surpresa, é o público que também é aqui convidado a prestar atenção”, afirma a curadora Luísa Ducla Soares. No primeiro dia da LandArt Cascais, 21 de Maio, será apresentada a performance She has nothing to say, she has everything to say, pela dupla Sara Bichão e Manon Harrois. Com uma duração de 24 horas, trata-se de uma escultura performativa desenvolvida após vários percursos a pé realizados pelas artistas na região vulcânica de Auvergne, em 2016. Na Quinta do Pisão, a obra – compo

Grutas do Poço Velho abrem ao público para visitas ao fim-de-semana e feriados

Grutas do Poço Velho abrem ao público para visitas ao fim-de-semana e feriados

A histórica necrópole do centro da vila, alvo de curiosidade há largas décadas, esteve fechada ao público durante vários anos. Agora, após obras de requalificação, está finalmente aberta a visitas regulares até 30 de Setembro, todos os fins-de-semana e feriados, entre as 14.00 e as 18.00. A entrada é livre. O monumento fica na margem direita da Ribeira das Vinhas, a cerca de 500 metros da sua foz, na Praia da Ribeira. Mas não vai dar ao Guincho nem à Boca do Inferno como crêem os cascalenses mais velhos, assegura o arqueólogo Severino Rodrigues, responsável pela Divisão de Arqueologia e Património Histórico da Câmara Municipal de Cascais. A entrada inclui agora duas pequenas salas, uma das quais para a recepção ao visitante, que aí recebe um capacete, de uso obrigatório durante a circulação nas grutas. Nas paredes da primeira antecâmara, foram aplicados painéis com uma breve descrição da formação geológica, do decurso das investigações arqueológicas e do espólio associado, que se complementa com a exibição de um pequeno filme, apresentado num ecrã de grandes dimensões. No interior, encontra-se um circuito com passadiço construído em plástico, assinalado por uma suave iluminação lateral e limitado por barreiras físicas que não permitem o avanço para áreas não visitáveis. Foi montado ainda um circuito de iluminação LED, que potencia a observação de toda a envolvente. “Em situações pontuais procurou-se reproduzir a iluminação bruxuleante de archotes, que procuram simular um cená

Palmilha Dentada rende-se às plumas para passar a pandemia em revista

Palmilha Dentada rende-se às plumas para passar a pandemia em revista

A caça ao papel higiénico, a corrida aos furos nas redacções, as disputas entre vizinhos à janela, as despedidas de solteiro via Zoom, o ridículo dos extremos e a relação entre uns e outros, a estranha vida nos lares, a vontade de voltar ao normal – o que quer que isso signifique – e o fim, que não é bem final, mas que, enfim, parece estar a chegar. Com texto e encenação de Ricardo Alves, Assim se Fazem as Coisas: Monumental Revista Antipopularuxos convida-nos a recuar no tempo, a esse “carrossel de emoções e acontecimentos” que foram os últimos dois anos de pandemia, e a descobrir o valor redentor do humor. Integrada na 45.ª edição do FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, a estreia está marcada para esta sexta-feira, 20 de Maio, no Teatro Carlos Alberto, no Porto. O desafio – de fazer revista – partiu do director artístico do Teatro Nacional São João, Nuno Cardoso. Inspirando-se na forma inicial do género, que nasceu em Paris no final do século XVIII, a Palmilha Dentada, habituada a recorrer ao humor como dispositivo para analisar e provocar reflexões sobre o quotidiano, lá se rendeu às plumas e às lantejoulas para falar dos “anos covid”. A cenografia, essa, mantém-se escassa, mas sem prejuízo do olhar satírico e da música de cariz popular. “O teatro de revista, regra geral, é mesmo muito kitsch, às vezes com piadas excessivamente foleiras e uma simplicidade boçal, que é o que me chateia enquanto criador. Mas, na realidade, a diferença em relação ao

Noite da Literatura Europeia invade Campo de Santa Clara já em Junho

Noite da Literatura Europeia invade Campo de Santa Clara já em Junho

A Noite da Literatura Europeia regressa a Lisboa, em formato presencial, a 4 de Junho. O serão literário de entrada livre celebra este ano o seu 10.º aniversário com a apresentação de obras de 13 países. Com início marcado para as 18.15, no Mercado de Santa Clara, a sessão de abertura vai contar com um best of das edições anteriores. Seguem-se, a partir das 19.00, novas leituras, que vão da ficção à poesia, do ensaio à banda desenhada, do teatro à memória autobiográfica, sempre interpretadas em língua portuguesa por actores e actrizes. Com uma duração de dez a 15 minutos, as sessões de leitura vão decorrer até às 23.30 em vários espaços do Campo de Santa Clara, entre os quais se destacam, por exemplo, o Panteão Nacional, o Convento do Desagravo e o Palácio Sinel de Cordes. Entre as obras a ser apresentadas, destaca-se a da Estónia, país que se estreia este ano na Noite da Literatura Europeia com Luigeluulinn, Emapuhkus, de Kristiina Ehin, uma das suas principais poetisas. As leituras da Áustria (Unbewohnbares Rot, Der Garten des Leonardo, de Karl Lubomirski), da Chéquia (Soprar em Espuma, de Radka Třeštíková), de Itália (Notas sobre um naufrágio, de Davide Enia), do Luxemburgo (Moi, je suis Rosa!, de Nathalie Ronvaux) e de Portugal (Flecha, de Matilde Campilho) vão contar com a presença dos autores. Entre os intérpretes estão nomes como Fernando Rodrigues, Lígia Cruz, Elmano Sancho, Carolina David e Rita Cabaço. A programação conta ainda com a leitura de obras da Polónia (O t

Santos à Campolide com Quim Barreiros, Iran Costa e Ruth Marlene

Santos à Campolide com Quim Barreiros, Iran Costa e Ruth Marlene

Já há data para os Santos à Campolide. Entre 3 e 12 de Junho, o grande campo relvado da Quinta do Zé Pinto é paragem obrigatória no roteiro dos bailaricos. Quim Barreiros, Ruth Marlene e Iran Costa são apenas alguns dos nomes que compõem o cartaz deste arraial. A festa conta ainda com a presença de nomes como Jorge Guerreiro, Fernando Correia Marques, Trio Clave, Tributo Popular, Fernando Alvim, Salvador Nogueira, Cristina Ferreira, Rambóia Total, Domingos Patinha e Pedro Simões. Se a programação seguir a lógica das últimas edições, os dias serão animados também com aulas de zumba e muitas outras actividades promovidas pela Junta de Freguesia de Campolide, em parceria com a EGEAC. Quinta do Zé Pinto (Campolide). 3-12 Jun. Entrada livre. + Os Santos em Santos começam mais cedo e incluem uma feira popular + Concertos, arraiais e street food. É para dançar ao ar livre no Lagoas Park

Neste festival, a ficção especulativa salta das páginas para a realidade

Neste festival, a ficção especulativa salta das páginas para a realidade

A editora Imaginauta vai voltar a invadir a Biblioteca de Marvila no final de Maio, para mais uma edição gratuita do Contacto – Festival Literário de Ficção Científica e Fantasia. Para os fãs de Harry Potter e Star Wars, destaca-se a presença do Instituto de Magia Português e da associação de cosplay Silverblade. Mas há mais. Estão também confirmados vários nomes da literatura especulativa, como Ana C. Reis, M. G. Ferrey, Bruno Martins Soares e Miguel Peres. Além de conversas com estes e muitos outros autores, a programação inclui oficinas, exposições, jogos e até uma feira do livro e uma praça dedicada à ilustração. Primeiro há um warm-up online a 27 de Maio. Estão previstas conversas sobre a “Ficção da Diáspora” (19.30), tentando perceber quais as influências dos autores portugueses a viver no estrangeiro; e o “Sertãopunk” (20.30), que se debruça sobre a ficção especulativa do Nordeste brasileiro. Só nos dias 28 e 29 de Maio, das 12.30 às 19.00, é que se realiza o festival, em formato presencial, na Biblioteca de Marvila. Além de duas exposições e de uma Praça da Ilustração, haverá uma Feira do Livro, que contará com a presença de editoras como a Imaginauta, a Legendary Books, a Convergência, a Editorial Divergência, a Associação Tentáculo, a Saída de Emergência, a Planeta, a Suma de Letras e a Cultura. Já o Palco 1 vai ser inaugurado a 28 de Maio, às 14.00, pela portuguesa M. G. Ferrey, que apresenta Shore Desvendado, o segundo volume da sua saga Aquorea. Segue-se, às 14.3