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Seixal acolhe a 34ª edição do Festival de Teatro

Por Miguel Branco
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De 17 de Novembro a 9 de Dezembro, em várias espaços da cidade, o Seixal abre as portas ao teatro.

34 edições não é coisa pouca. Sobretudo num tempo em que os apoios estatais de criação à cultura não abundam. É preciso bater o pé, insistir, ser voluntário. Parece ser essa a história do Festival de Teatro de Seixal que por cá continua, com nove apresentações no concelho, de 17 de Novembro a 9 de Dezembro.

Espaços como o Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, o Auditório José Queluz, a Sociedade Filarmónica União Arrentelense, o Cinema S. Vicente, o Grupo Recreativo da Cruz de Pau, a Sociedade Filarmónica União Seixalense e a Sociedade Filarmónica Operária Amorense vão receber os espectáculos presentes no programa, numa mistura curiosa entre auditórios municipais e colectividades com pouco espaço.

A abrir o festival temos Rabo de Saia, de Roberto Pereira (e produção da Margem Narrativa) que conta a história de quatro inseparáveis amigos: Quim, António Xavier e Manel. O que acontece quando um amigo de sempre decide tornar-se mulher?

O encenador Manuel João apresenta Off, dia 1 de Dezembro, a partir de textos de Alberto García Martín. Joana Sabala é outras das criadores presentes, que apresenta Daqui Ninguém Passa!, espectáculo que parte do livro com o mesmo nome de Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, editado pela Planeta Tangerina em 2014.  

Para encerrar mais uma edição deste festival, Filho da Treta sobe ao palco do Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. Uma encenação de Sónia Aragão que junta, em palco, um filho e um pai com uma geração e um pau de selfie de diferença. O texto é de Filipe Homem Fonseca e de Rui Cardoso Martins. Belo final.

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