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The Couch: o sportsbar que promete ser uma chicotada psicológica em Lisboa

Por Miguel Branco
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Nerds do desporto, especialistas de sofá: uni-vos. Abre amanhã o The Couch, na Rua do Alecrim. É o novo sports bar da cidade que procura os melhores treinadores. 32 ecrãs, 2 led walls e muita cerveja. 

Apito inicial: 32 ecrãs, 2 led walls, 3000 canais, cerveja, snacks para dividir. O The Couch é a nova meca dos desportólicos anónimos em Lisboa, que abre amanhã na Rua do Alecrim (onde antes vivia a loja de discos Trem Azul). 

À entrada vão estar dois ecrãs ao estilo aeroporto, partidas e chegadas, para que os visitantes saibam os últimos resultados, as odds para apostas divertidas, os jogos que se seguem. O projecto é de Tomás Crespo, Francisco Moura Guedes, Francisco Alves Sá e José Gaspar, quatro amigos que não se contentam com cinco ecrãs e todos os áudios ligados num irish pub. “Ver desporto em Lisboa resume-se a uma cervejaria, a um irish pub ou a uma tasquinha. Lá fora vemos sports bars em néon que são, no fundo, fast food. O que quisemos foi ter um bom bar, uma cozinha forte e garantir o conforto para cada pessoa ver o que quiser”, explica Francisco Moura Guedes, louco por futebol, Fórmula1 e MotoGP.

Mas quando Francisco diz o que quiser, é mesmo literal. É que através de uma rede de wi-fi podemos ter acesso ao aúdio (não se esqueça dos auscultadores) do jogo que estamos a ver, sem ter que levar com o som do evento principal, que faz de banda sonora de todo o bar. “Se quiseres ver basquetebol da Sérvia ou críquete do Paquistão também podes. É difícil não termos, a não ser que não passe na televisão”, garante José Gaspar.

Acrescente-se ainda que o The Couch tem uma orgânica bastante fluída, isto é, tanto pode levar a sua equipa de dez treinadores para o balcão e berrar durante os 90 minutos da final da Liga dos Campeões, como pode refugiar-se num canto (com uma mesa alta e recatada)  a ver o seu curling ou xadrez, de que mais ninguém gosta. 

É claro que cerveja é o que mais vemos passar. Mas também há cocktails, com assinatura de Nuno Ferreira (Le Chat, The George), sobretudo em torno de runs, tequillas e mezcais. Para comer vai encontrar sobretudo finger-food, das sandes às entradas para dividir ou picar. Aliás, dificilmente vai encontrar um lugar onde picar (os amigos da equipa adversária) lhe vai saber tão bem. Lisboa sofreu a melhor das chicotadas psicológicas. Treinemos todos.

Rua do Alecrim, 21A.Dom-Qui 12.00-02.00. Sex-Sáb 11.00-03.00

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