O melhor que vimos em Março: Greta Gerwig, animação, Spielberg e o Japão

Um filme indie, uma longa-metragem animada, uma superprodução de Hollywood e uma fita japonesa sobressaíram num mês magro de qualidade.

Ready Player One: Jogador 1

Greta Gerwig, com Lady Bird, Nick Park, com A Idade da Pedra, Steven Spielberg, com Ready Player One: Jogador 1, e Hirokazu Koreeda, com O Terceiro Assassinato, representaram os pontos mais altos (e bem variados) de um mês que teve muitas estreias mas poucos filmes de grande destaque

O melhor que vimos em Março: Greta Gerwig, animação, Spielberg e o Japão

Lady Bird

3 /5 estrelas

Nomeada para um punhado de Óscares (e não tendo, infelizmente, ganho nenhum), esta comédia levemente autobiográfica sobre as dores, as manias, as ambições e as confusões de uma adolescente de Sacramento (Saoirse Ronan) à beira de entrar na universidade, é a segunda realização da actriz, realizadora e argumentista Greta Gerwig. E confirma-a como um dos talentos do cinema indie dos EUA.

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A Idade da Pedra

4 /5 estrelas

Trogloditas, homens da Idade do Bronze, futebol e um javali que vai á baliza, são os ingredientes desta longa-metragem de animação de volumes (com alguns efeitos digitais) do inglês Nick Park, o criador de Wallace & Gromit, a sua primeira a solo. Nela convivem a comédia visual slapstick na melhor veia do cinema mudo, o humor nonsense , as piadas anacrónicas e os trocadilhos intraduzíveis. Mais um golaço dos estúdios Aardman.

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Ready Player One: Jogador 1

3 /5 estrelas

Depois de um ‘The Post’ politico e cheio de espírito cívico, Steven Spielberg regressou ao entretenimento espectacular com esta adaptação do livro de Ernest Cline passado num futuro próximo e depressivo, em que as pessoas se evadem para o OASIS, um universo lúdico de realidade virtual. Um filme com o qual Spielberg quer cativar os nostálgicos da cultura popular dos anos 80, e a nova geração de gamers e geeks.

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O Terceiro Assassinato

O realizador de alguns dos melhores títulos recentes do cinema japonês, como O Meu Maior Desejo ou Tal Pai, Tal Filho, assina aqui um denso thriller dramático. Um conceituado advogado vai defender um homem que cometeu um duplo homicídio há 30 anos, e que terá voltado a matar e confessado o crime. Parece um caso simples, que dará pena de morte, mas o causídico põe-se a investigar e percebe que a realidade é mais complexa.

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Assim foi Março

O melhor que ouvimos em Março

Mais um mês, mais uma remessa de discos. E, desses discos, uns quantos ficaram-nos no ouvido (e no coração), das canções anglo-saxónicas de Van Morrison ou dos Typhoon à música portuguesa de Medeiros/Lucas e do indie rock clássico dos Superchunk e Yo La Tengo às electrónicas de Recodinte, P. Adrix ou DJ Nigga Fox. Sem esquecer o r&b noir de Lo Moon e Rhye, autores de dois dos melhores discos que ouvimos em Março.

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Por Editores da Time Out Lisboa

O melhor que jogámos em Março

O melhor jogo lançado em Março não foi uma novidade, mas antes um título de 2015 que se estreou finalmente no PC e regressou à PlayStation 4 e Xbox One numa versão aumentada. Falamos de Final Fantasy XV e da sua Royal Edition, claro. Mas há mais. 

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Por Luís Filipe Rodrigues
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